Inadimplência de idosos é a que mais cresce no cenário atual

Em tempos de recessão, desemprego em alta e salários comprimidos pela inflação resistente, poucos conseguem escapar das dívidas e das contas em atraso. Hoje, um quarto da população do país engrossa os cadastros de devedores inadimplentes, apontam os serviços de proteção ao crédito. Segundo o Banco Central (BC) só para o setor bancário os brasileiros devem R$ 1,4 trilhão. Mas, afinal, quem é esse devedor? A cara da dívida é híbrida. Enquanto os jovens são os responsáveis pelo maior volume de endividamento, é entre os idosos que ele mais cresce.
As pendências atribuídas a idosos entre 85 a 94 anos, contudo, foram as que mais cresceram na comparação anual, com variação de 10,18%. Na faixa dos 65 aos 84 anos, a inadimplência aumentou 9,10%, o segundo resultado anual mais alto da pesquisa. “Desde o início da série histórica, essas dívidas têm altas taxas de crescimento. Houve uma mudança no padrão de qualidade de vida”, destaca Marcela. “Os mais velhos estão gastando mais e têm mais facilidade de tomar empréstimo consignado com as aposentadorias.”

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