Com a pior audiência da história no horário, ‘Babilônia’ termina hoje (28)

Com a pior audiência da história no horário, 'Babilônia' termina com duelo entre vilãs
Ao longo dos cinco meses em que ficou no ar. A história, assinada por Gilberto Braga, João Ximenes Braga e Ricardo Linhares, foi tão mal que acabou encurtada pela emissora, fechando com média prévia de 25 pontos no Ibope (registrados até o começo de agosto) -cada um equivale a 67 mil domicílios na Grande SP.
A marca é 8 pontos inferior à de sua estreia (33 pontos), em março. Ou seja, após declinar no Ibope, a produção chega ao fim com o título de pior audiência da história do horário das 21h. Nos últimos meses, “Babilônia” perdeu até para “I Love Paraisópolis”, trama das 19h do canal, o que é considerado vexatório para um folhetim da faixa
nobre.
Os motivos são muitos, a começar pelas mudanças que ocorreram na sinopse original, após a rejeição do público à abordagem de temas polêmicos -entre eles, o romance homossexual de duas mulheres mais velhas e a compulsão sexual da vilã. Além disso, especialistas em TV citam como agravantes a falta de carisma dos mocinhos e a expectativa gerada por sua antecessora, a impactante “Império”.
“‘Babilônia’ não foi de todo ruim, mas também não foi boa. As tramas paralelas não causaram identificação. O enredo principal, de Gloria Pires e Adriana Esteves, só não foi um fiasco por causa das atrizes. E a mocinha [Regina, de Camila Pitanga] foi muito chata”, afirma Claudino Mayer, doutor em teledramaturgia pela USP (Universidade de São Paulo).

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