Um ano após 1º turno, Dilma contraria discurso, corta programas sociais e penaliza trabalhador

Há um ano, no dia 5 de outubro de 2014, a presidente Dilma Rousseff vencia o primeiro turno da eleição presidencial depois de uma dura campanha contra seus adversários, a quem imputava a vontade de governar para os bancos e mexer em programas sociais. Hoje, o eleitor vê o governo federal reduzir direitos, cortar programas sociais e aumentar juros, sem conseguir controlar a inflação.
“A rejeição recorde da presidente prova que a população não aceita tamanho estelionato eleitoral. Durante a campanha, a presidente acusou a oposição de planejar medidas antipopulares e agora é ela quem as coloca em prática”, critica o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira.
Depois de negar à exaustão a existência de uma grave crise econômica no Brasil, Dilma chamou para sua equipe Joaquim Levy, um economista do Bradesco. Poucos meses depois da eleição, o governo federal propôs alterar regras do seguro-desemprego e da pensão por morte com objetivo de cortar gastos. “A população paga a conta por uma crise provocada pela incompetência da presidente”, disse Siqueira.
Na campanha eleitoral, Dilma também se gabava do tamanho de sua base aliada e colocava em dúvida a capacidade da então candidata do PSB, Marina Silva, de conseguir apoio no Congresso em um eventual governo. “Hoje, a população vê a presidente entregar ministérios importantes em um toma-lá-da-cá para garantir apoio à aprovação de impostos e evitar o risco do impeachment”, afirma.

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