No Rio, Parada LGBT critica Estatuto da Família e pede fim da violência

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Milhares de pessoas participam hoje (15), na Praia de Copacabana, da 20ª edição da Parada do Orgulho LGBT do Rio de Janeiro. Com o lema “Palavras Ferem, Violência Mata”, a parada deste ano quer chamar a atenção da população para os casos de violência sofridos por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no país.
A Parada do Orgulho LGBT do Rio é organizada há 20 anos pela organização não governamental (ONG) Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT. Segundo o presidente da ONG, Almir França, nesse período, houve avanços, como a criação de programas estaduais e municipais para defender a comunidade LGBT em todo o país. Mas também houve retrocessos.
“Um dos retrocessos foi a aprovação do Estatuto da Família. Também houve avanço do fundamentalismo [religioso] e de ideias heterossexistas higienizadas. Isso é um retrocesso intelectual. Por um lado, a academia avançou nesse conteúdo, mas por outro na sociedade civil, não. Ainda é um grande tabu na educação”, disse..

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