20 de março de 2007

EX-PRESIDENTE DA CÂMARA DEVERÁ ASSUMIR UMA COORDENADORIA

Circulando boatos na cidade dando conta que o prefeito Júlio César Ladeia teria convidado oficialmente, o professor e ex-presidente do legislativo tangaraense Hélio Márcio, para a Secretaria Municipal de Educação e Cultura.

O mesmo boato é desfeito pelo secretário de Administração e Controle Interno da prefeitura, José Pereira Filho (Zé Pequeno). Conforme disse ao Blog, o professor Hélio Márcio deverá ser aproveitado em algum cargo de direção ou coordenação na pasta da Educação.

A Secretaria de Educação deverá ficar mesmo sendo administrada por seu titular professor José Paulo de Jesus que tem retorno de férias previsto para o próximo dia 27. A ascensão da vereadora Vânia Ladeia para a pasta, como a continuidade da secretária interina Rosenilda Gragej, não passam de especulações sem fundamento.

CÂMARA DE TANGARÁ: PELOS ESTUDANTES OU O MONOPÓLIO PRIVADO?



Acadêmicos de Tangará da Serra não sabem de que lado está a Câmara de Vereadores

Afinal de contas, de qual lado está a Câmara Municipal de Tangará da Serra em relação ao impasse gerado entre acadêmicos da Unemat e empresa de transporte coletivo - Turis? Isso mesmo: essa empresa que vem monopolizando o transporte coletivo urbano no município há pelo menos dez anos?

Os universitários alegam que além do preço da passagem ser alto, a empresa exploradora do setor ainda mantém uma série de exigências que os prejudicam. Por exemplo, o fato de o acadêmico ser obrigado a usar os passes adquiridos em um mês, dentro do mesmo mês.

O serviço prestado pela Turis, também não é dos melhores. Está muito a desejar. Para começar, os ônibus são velhos, os acentos são desconfortáveis e não favorece coisa alguma para os universitários. O proveito é apenas financeiro para a empresa. Ela não está nem ai para os acadêmicos. Quer mesmo é dinheiro como qualquer empresa capitalista e nada mais.

Por essas e outras questões, o auditório da Câmara Municipal foi tomado na noite desta segunda-feira por acadêmicos que reivindicam dos vereadores uma ação urgente para solução do impasse. Eles buscam melhorias e principalmente um preço condizente com a realidade da classe.

Lamentavelmente, tiveram que deixar a sessão ordinária sem muitas esperanças depois que os parlamentares puseram o assunto para discussões futuras. Foi um balde de água gelada jogado pela Câmara na cara deles. Que saíram questionando: o Legislativo está do lado da educação ou da empresa monopolizadora?

Com a palavra o Poder Legislativo.