24 de abril de 2007

"Infiéis" rasgam ficha de filiação para fugir de cassação

Simplesmente ridículo, o que os infiéis Homero Pereira, Sérgio Ricardo, Mauro Savi, Sebastião Rezende, João Malheiros, Roberto França, Pedro Satélite e Wagner Ramos, fizeram, rasgando suas fichas de filiação no Partido da República (PR) como meio de fugir de uma possível cassação dos seus mandatos.

Tendo como cabeça o governador Blairo Maggi, essa turma promoveu há menos de dois meses, o maior ato coletivo de infelidade partidária já registrado no Mato Grosso, quando deram com os pés no Partido Popular Socialista (PPS) do deputado federal Roberto Freire.

Justamente a sigla pela qual foram eleitos representantes do povo mato-grossense. Agora como manobra, esses "ex-socialistas" tentando fugir da cassação, já que, pela interpretação do Tribunal Superior Eleitoral, o mandato pertence ao partido e não ao parlamentar eleito, rasgam suas fichas de filiados do PR e anunciam que estão "sem partido".

Chega a ser engraçado como essa turma usa de artifícios para burlar a Lei e tentar enganar o eleitor. Infelizmente senhores, a cova está cavada.

Quero ver mesmo como vocês vão fazer agora já que o PPS quer espiá-los pelas costas. Chega senhores! Pra cima de mim ainda não. Procurem outro idota para ser enganado.

Assumam a verdade. Verdade no mundo da política? kkkkkkkkk!!! Perdão, quase me esqueci de que..... Bom. Vocês não são os bonzinhos e poderosos da mamãe? Então encarem o TSE e os eleitores na rua doravante.

Digam para eles: realmente somos infiés arrependidos. Nos perdoem, cometemos fraqueza ao abandonar o nosso PPS! Queremos retornar ao nosso bom partido. E digam também: tudo para não perder nosso mandato regado com mamatas e outros manjares do céu AL.

Talvez assim, o povão veja um fiapo de verdade em vocês e sensibilizado conceda o maravilhoso perdão. Não é isso que vocês querem? Serem perdoados pelo desastroso ato que cometeram e continuar como se nada tivesse acontecido?

Verinha será secretária adjunta na SEDUC

A ex-deputada estadual petista Vera Araújo vai mesmo assumir a Secretaria Adjunta de Educação do Estado. A confirmação é do futuro titular da pasta, deputado estadual Ságuas Moraes.

Verinha, como é chamada, ficou na segunda suplência nas eleições passadas. Saindo Ságuas, quem assumirá a vaga dele na Assembléia Legislativa será Alexandre César.

Assim, para não deixar a companheira desempregada, Ságuas a levará para a SEDUC. O futuro secretário só não sabe ainda é para qual área ela irá. Mas o que importa? O importante é que ela não ficará sem ter o que fazer e ainda com um salário quase igual ao de um deputado.

Êita mundão bão esse da política e dos muitos amigos influentes.

UNEMAT: gestão atual tem muito o que explicar

A cara da atual gestão da Universidade do Estado de Mato Grosso, campus universitário de Tangará da Serra, começa a ser descoberta. Nossa! Quantas rugas e desgastes!

É de fazer pena que nossa Instituição de ensino superior esteja nesta terça-feira (24) nas páginas dos jornais locais de forma pouco imaginada pela comunidade tangaraense.

Embora, eu já tivesse dito que a coisa não andava muito cristalina lá para as bandas do campus.

Informações antigas haviam aportado em minha caixa postal dando conta que mais cedo ou mais tarde uma série de fatos negativos envolvendo a Unemat, passaria a povoar o imaginário local.

E não deu outra.

As denúncias de gasto excessivo com diárias e combustível, manutenção de ar condicionados, compras de aparelhos eletrônicos, pagamentos suspeitos de funcionários, viagens desnecessárias, notas fiscais aleatórias e algumas sem data e, mais uma série de despesas e pagamentos para averiguação, nos fazem tremer.

Imagino que a comunidade acadêmica (docentes, discentes e funcionários da Instituição), Prefeitura de Tangará da Serra, autora de investimentos no Campus, Secretária de Estado de Administração e Ministério Público Estadual, mereçam uma boa explicação com urgência, urgentíssima.

O PTB está melhor do que nunca

Ora, ora! Só agora fique sabendo que o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) está nas mãos do "grande" Roberto Jefférson. Este magnata da política, imagine, é novo presidente da sigla.

O partido já se encontrava em boas mãos. Agora ficou melhor. Imagine que o vice-presidente nacional da agremiação é ninguém menos que o ex-presidente da República, senador alagoano Fernando Collor de Mello.

Em Mato Grosso, o líder maior, é o ex-deputado federal Ricarte de Freitas.

Tantos figurões de renome internacional assim em uma só sigla partidária, teria que projetar o partido para o que é hoje. O quê?