30 de julho de 2007

Vídeo no You Tube mostra charme da mulher tangaraense

Para assistir clique aqui ou na imagem

Um vídeo postado no You Tube está mostrando a beleza, o charme, a elegância e a graça da mulher tangaraense. Numa coletânea de fotografias digitais bem trabalhadas, a peça é um show de publicidade do município de Tangará da Serra.

O vídeo tem 03m:31s. Embalado por uma bela música pop merece ser visto e revisto pelos webleitores do Diário de Tangará.

Nova Schin perde duas carretas em acidentes

A distribuidora Nova Schin de Tangará da Serra amargou grande prejuízo neste mês de Julho.

Um dos proprietários disse ao blog que num período de 15 dias, duas de suas carretas transportadoras capotaram nas estradas de Mato Grosso.

Felizmente, o prejuízo ficou só na área material. Num dos acidentes, a carga foi totalmente saqueada por pessoas que passavam pelo local. Lamentável.

É verdade que o seguro cobrirá parte do prejuízo. Mesmo assim, não é fácil perder um centavo sequer. Imagine, milhares de milhares.

Tangaraenses preferem cursar uma faculdade na Unemat

Webleitores tangaraenses respondem a mais uma enquete feita por este blog e apontam com uma pequena diferença a Universidade do Estado de Mato Grosso - Campus universitário de Tangará da Serra, como a preferida entre as instituições de ensino superior do município para cursar uma faculdade.

A opção OUTRAS da enquete indicando as faculdades que promovem curso superior à distância perdeu por pouca diferença.

A enquete foi realizada no período de 22 à 30 deste mês. Veja os números e faça você também uma análise.
Itec: 6%
Unicen: 6%
Unitas: 13%
Unemat: 37%
Outras: 34%

Flores do ipê roxo invadem Tangará


Tangará da Serra têm em torno de 103 mil ipês roxos, que representam 10% no total. Com características urbanas o ipê roxo floresce no fim de inverno e o começo da primavera.

Nesta época do ano os ipês trazem um ar de primavera nas ruas, com suas flores em três tons predominantes: roxos, brancos e amarelos. Elas transformam as ruas em verdadeiros tapetes, tirando o cinza do inverno.

Projetada para sempre estar florida, com largas avenidas, muitas praças e espaços para muitas árvores, Tangará construiu uma estrutura urbana de alta qualidade.

Há anos o município sustenta o título de Cidade dos Ipês, por apresentar uma das maiores concentrações de área verde por habitante – cerca de 25 metros quadrados.

Florida de julho a agosto, não tem como não perceber ao caminhar pela avenida Brasil, lugar onde foram plantadas árvores que embelezam a cidade.

Regulamento do Festival de Pesca de Tangará está disponível no site da Prefeitura


Está disponível no site da Prefeitura de Tangará da Serra, o regulamento do 5º Festival de Pesca Esportiva Amadora de Tangará da Serra.

De acordo com a secretária Maria do Carmo Caparroz, ainda pelo site, é possível baixar a ficha de inscrição e enviá-la via fax (65.3311-5106/3311 5107), juntamente com o comprovante de pagamento da inscrição.

As inscrições vão até o dia 17 de agosto e também poderão ser feitas diretamente na secretaria, localizada na rua José Corsino, 273 W.

Promovido pela Prefeitura Municipal de Tangará da Serra, sob a coordenação da Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo, o festival acontecerá nos dias 18 e 19 de agosto. Segundo a secretária Maria do Carmo, os objetivos a serem alcançados com a realização do festival são inúmeros.

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Pastores eletrônicos extrapolam limites da boa fé

Texto do escritor e poeta Robério Pereira Barreto

“ABENÇOADO” HORIZONTE DA FÉ ELETRÔNICA

A proliferação de técnica e meios digitais da informação possibilitou que vários tipos de conhecimentos se ampliassem de maneira extraordinária. Tal produtividade vai da educação à fé. Para Baudrillard (1991) estes aspectos são uma espécie de “destino indelével sobre o qual pesa a sedução” a qual se dá através de discursos engendrados pelo sistema econômico, garantindo à religião uma posição de destaque no que se refere à idéia de separação entre o bem o e mal, sedução digital da fé.




Bispo Edir Macedo: Não sabe mais quanto possui


As linhas que se seguem, buscam o entendimento da expansão da fé por meio da mídia televisiva, a qual ocupar lugar privilegiado em várias grades televisivas, sobretudo, nas veiculadas nas manhãs de sábado. É interessante notar ainda que, neste dia, das 7 às 10 horas da manhã, há acerca de 10 emissoras de televisão com programa religioso ou afim, olhar aqui presente é segundo programação distribuída por emissoras abertas; via antena parabólica.

Dessa maneira, parte-se do pressuposto de que a televisão transformou o modo de como o homem comum tem visto a cultura, a sociedade e, sobretudo, a fé. Esta é oferecida além templo, ou melhor, o mundo transformou-se em santuário graças ao alcance dos satélites que, associados elementos retóricos e psicológicos presentes nos discursos dos pastores, verdadeiros, animadores de auditório consegue conduzir uma massa ignorante ao um universo cheio de fantasia e sedução num mercado competitivo da fé.



Silas Malafaia: desesperadamente vive pedindo dinheiro para enriquecer mais ainda


Por um lado, tal questão é compreensível quando vista sob a ótica da modernização das igrejas tanto no plano da evangelização quanto nas inovações das metodologias usadas pelos pastores, os quais evoluíram ao epíteto de pastores eletrônicos, com discurso e estratégias de convencimento próximas à publicidade. Por outro, se tem ai a subjetividade divina que vai ao encontro da “estupidez das massas, vítimas da mídia” Baudrillard (2005, p. 42) de consumo que transforma a crença do povo em produto degustação a qualquer preço e hora.

No mercado religioso, esta prática há muito ultrapassou o limite do bom senso, uma vez que se criou um “hiperespaço” no qual tudo parece mais verdadeiro que a própria “verdade” da fé.

Para Baudrillard (2005) é através da tela que se promove o falso ao status de verdadeiro, tamanha a evolução realizada pelos meios de massa. Assim é possível compreender o porquê de tudo que é levado à tela religiosa ganha credibilidade instantânea, isto é, “a informação e mais verdadeira que o verdadeiro por ser verdadeira em tempo real”. (idem, p. 45).


Valnice Milhomens: Em nome de Jesus ganhou fama e dinheiro


O filósofo francês ainda adverte sobre as variadas dimensões que informações religiosas podem tomar no hiperespaço construído pela mídia devota. “as coisas não têm mais uma, duas ou três dimensões: flutuam numa dimensão intermediária. Logo nada mais de critérios de verdade ou de objetividade, mas uma escola de verossimilhança.” (op. cit.).

Nesta perspectiva, o pensamento de Baudrillard materializa-se nos testemunhos dos fiéis diante das câmeras, às vezes, chegam a forçar uma situação no sentido de se fazerem presentes e, por conseguinte, ter seu momento de fama, integrando a partir disso, o grupo das “celebridades de Deus”.



Sônia e seu esposo Estevam Hernandes: pegaram tanto dinheiro dos seus seguidores que findaram presos nos EUA

Então, não é por acaso que a fé seja colocada à mostra transforma-se num produto em promoção à qual a maioria das pessoas não teria acesso senão através da intervenção da mídia. Com isso, se percebe a existência de uma realidade econômica nas pregações dos “pastores e padres eletrônicos”, uma vez que nos intervalos comerciais dos cultos os responsáveis apresentam seus cardápios de produtos religiosos – livros, revistas, Cds e Dvds além do tradicional dízimo – e tudo em nome do Senhor.

Então, ninguém que deseje alcançar os píncaros da fama – testemunho ao vivo – jamais pode se furtar de oferecer uma quantia significativa, ou uma história de fracassos pessoais e econômicos para servir como “tragédia na tela da fé” a qual será simulada por atores cujo desempenho dramático e estético é bastante questionável.

R.R Soares: Cara lisa de tanto aparecer na TV. Está milionário.


Bibliografia consultada.

BAUDRILLARD, Jean. Tela total: mito-ironias da era virtual e da imagem. 4. ed. Porto Alegre: Sulina, 2005.

A crise mortal do Estado brasileiro

Texto do jornalista Onofre Ribeiro

Já disse aqui neste espaço que os grandes saltos da História se dão pelo acúmulo de contradições que, num determinado momento, explodem por uma simples gota d´água. Foi o caso do acidente com o avião da TAM. As discussões sobre uma visível crise aérea pesam sobre o país desde o gravíssimo acidente da Gol, no ano passado.

Mas o da TAM aconteceu no mais movimentado aeroporto do país, na principal cidade da América do Sul e uma das maiores do mundo. O anterior,foi na floresta amazônica e só quem viu os cadáveres das pessoas e do Boeing dimensionaram a dor. Desta vez, não. As pessoas viram tudo em detalhes.

Pois bem. O que está pode detrás do acidente não é um avião e nem 200 cadáveres carbonizados. Há um cadáver principal chamado Estado brasileiro. Gostaria de tratar disso neste artigo. Colonial, o Estado brasileiro evoluiu pouco na prática.

Na filosofia, não, porque empre se falou em democracia, mas montada sob um propósito de comando de poder muito claro nas mãos do poder econômico tradicional. O país deixou de ser rural, urbanizou-se, industrializou e se transformou, mas só a maquiagem do poder mudou. Continuou sob mandos definidos.

O Estado Novo construiu um Estado forte. A redemocratização, em 1945, fortaleceu o poder Legislativo. Os militares diminuíram o poder do Congresso Nacional, mas a Constituição de 1988 ampliou-o ao extremo para poder (filosoficamente) amarrar o poder Executivo e inibir futuros golpes políticos.

Os arranjos de reformas feitas no regime militar tinham um pragmatismo válido para aquele estágio do país. As coisas mudaram e as reformas ficaram velhas porque não foram abrangentes. Hoje o Estado brasileiro convive com a necessidade das urgentíssimas reformas da previdência social, da política, tributária, administrativa e constitucional.

Há um país novo para ser construído a partir das cinzas do atual. Não se pode culpar o governo atual por tudo isso, mas também não se pode absolvê-lo porque governa sob um escandaloso arranjo político-partidário de sustentação. Não é uma questão de dinheiro. A burocracia federal é insuportável.

É controlada por corporativismos e por interesses políticos e administrativos, porque esse apagão interessa a muita gente que dele se beneficia pela omissão, pela corrupção e pela manutenção de poder político. Especialmente, os partidos políticos e os políticos que usam o Estado para fins de poder político e econômico.
A economia se moderniza, mas o Estado não acompanha na compreensão e nem na eficiência. Uma obra pública custa cinco vezes mais do que o seu valor real, e no meio a corrupção é democrática.

O Estado vê sempre e sempre impostos a cobrar, massacrando a modernização econômica e fortalecendo a si próprio, para alimentar o seu atraso, que muito lhe convém. Enquanto isso a saúde, a educação, a infra-estrutura vão definhando diante de uma montanha de impostos cobrados e mal geridos.

A economia se moderniza, mas o Estado não acompanha na compreensão e nem na eficiência. Uma obra pública custa cinco vezes mais do que o seu valor real, e no meio a corrupção é democrática.

O Estado vê sempre e sempre impostos a cobrar, massacrando a modernização econômica e fortalecendo a si próprio, para alimentar o seu atraso, que muito lhe convém. Enquanto isso a saúde, a educação, a infra-estrutura vão definhando diante de uma montanha de impostos cobrados e mal geridos.

Onofre Ribeiro é articulista deste jornal e da revista RDM
onofreribeiro@terra.com.br

Visita de Lula será discutida em reunião no Paiaguás

Acontece daqui a pouco, 11h, no Palácio Paiaguás em Cuiabá, uma reunião do governador Blairo Maggi com os deputados federais, senadores de Mato Grosso e os prefeitos Wilson Santos, de Cuiabá, Adilton Sachetti, de Rondonópolis, e Murilo Domingos, de Várzea Grande.

Na pauta, a recepção ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que visita a capital nesta terça-feira, para o lançamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nas áreas de saneamento e urbanização em Mato Grosso.

A reunião ocorrerá no gabinete do governador.

Mato Grosso do Norte: pronto para ser criado



Brasil pode ter mais 6 novos estados

O Estadão divulgou nesta manhã que estão prontos para votação no Congresso Nacional projetos que prevêem a criação de mais seis Estados, um deles o Mato Grosso do Norte, abrangendo mais de 40 cidades a partir de Sorriso até Guarantã do Norte, divisa com Pará e na região Noroeste de Mato Grosso.

O projeto está há mais de 8 anos nas comissões da Câmara dos Deputados para serem avaliadas. Os novos Estados em estudo são: Carajás e Tapajós no Pará; Mato Grosso do Norte em Mato Grosso; Rio São Francisco na Bahia; Maranhão do Sul no Maranhão e Gurguéia no Piauí.

Os projetos de decreto legislativo, prevendo a realização de plebiscito para a população decidir se serão criados outros Estados, foram aprovados nas respectivas Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e podem ser inseridos na pauta a qualquer momento.

Se aprovados, eles vão agravar o inchaço do Legislativo, abrindo 144 cadeiras de deputado estadual, 48 vagas de deputado federal e 18 de senador.

Esses projetos de decreto legislativo, que prevêem a realização de plebiscito, foram aprovados nas respectivas Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e podem ser inseridos na pauta a qualquer momento.

Cinco partidos formam bloco independente na AL

Outra matéria veiculada na A Gazeta desta segunda-feira (30) que me chama a atenção é a que informa que PPS, PDT, PTB, PSDB e PMN deverão formar um bloco independente na Assembléia Legislativa.

Essa união por certo mudará completamente as forças dentro das 12 Comissões Técnicas do Poder Legislativo Estadual.

Presidente do PPS, Percival Muniz diz que estará unido aos Democratas que tem a maior bancada, com cerca de cinco parlamentares.

A formação do bloco não seria para fazer oposição ao governo do Estado e sim fazer valer a posição independente para se conquistar avanços.

PSDB, PDT e PPS: três partidos com histórias parecidas

O Jornal A Gazeta divulga em sua edição desta segunda-feira (30) que PSDB, PDT e PPS viveram em Mato Grosso momentos de glória e total apogeu governando o Estado.

Destaca ainda que, desalojados do poder, hoje os três partidos passam por momentos de dificuldades político/eleitoral, embora os tucanos estejam numa posição melhor.

Sob comando do ex-governador Dante de Oliveira, o PDT se transformou, em 1995, no maior partido de Mato Grosso.

Durante quase quatro anos, os pedetistas mantiveram essa posição, mas, em 1998, com a saída do grupo de Dante de Oliveira, eles passaram o bastão para o PSDB.

Em 2003, com a vitória do governador Blairo Maggi em 2002, o PPS assumiu a condição de legenda majoritária do Estado.

A exemplo do PDT, o PPS volto a sua posição original de uma agremiação sem peso eleitoral no Estado com a saída do grupo de Maggi para o PR.

Mesmo assim, sonhando com a "glória" passada, esses três partidos trabalham para retomar o Palácio Paiaguás, cada um com seu projeto.

O jornal enfatiza que o tucanato aposta todas as "fichas" numa candidatura do prefeito de Cuiabá, Wilson Santos para suceder o governador Blairo Maggi no Palácio paiaguás.

Já PPS e PDT, trabalham para viabilizar os nomes dos deputados estaduais Percival Muniz e Otaviano Pivetta, respectivamente, ex-prefeitos de Rondonópolis e Lucas do Rio Verde.