30 de agosto de 2007

Leia o relatório pela cassação de Renan

Relatório mostra “relação conflituosa” entre Renan Calheiros e empreiteira Mendes Júnior e outros sete motivos para cassar senador. Leia


Nenhum político de Mato Grosso aparece em lista dos influentes

A publicação "Cabeças do Congresso", do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), aponta que o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), é considerado, este ano, o parlamentar mais influente do Legislativo federal.

A eleição, que começou em 1994, é feita a partir dos votos colhidos entre os chamados "100 Cabeças do Congresso" nos meses de julho e agosto.

Leia abaixo a lista dos dez mais influentes:

1º lugar - deputado Arlindo Chinaglia (PT/SP), atual presidente da Câmara, com 56 votos;

2º lugar - deputado José Múcio Monteiro (PTB/PE), atual líder do Governo na Câmara, com 39 votos;

3º lugar - senador Artur Virgilio (AM), líder do PSDB no Senado, com 38 votos;

4º lugar - senador José Sarney (PMDB/AP), ex-presidente da República e do Senado Federal, com 34 votos;

5º lugar – deputado Ciro Gomes (PSB/CE), estreante no Congresso, com 27 votos;

6º lugar – senador José Agripino Maia (RN), líder do DEM no Senado, com 27 votos;

7º lugar – deputado Antônio Carlos Panunnzio (SP), atual líder do PSDB na Câmara, com 26 votos;

8º lugar – senador Tasso Jereissati (CE), presidente nacional do PSDB, com 21 votos;

9º lugar – deputado Henrique Fontana (PT/RS), vice-líder do Governo na Câmara, com 20 votos;

10º lugar – deputado Onyx Lorenzoni (RS), líder do DEM na Câmara dos Deputados, com 20 votos.

NOTA DO BLOG: Onde está o pessoal de Mato Grosso?

MP: Prefeito Ladeia esclarece posição do Município

O prefeito Júlio César Ladeia negou que o Município de Tangará da Serra esteja oficialmente representado no manifesto assinado por 5 entidades e encaminhado ao Ministério Público com denúncia contra a juíza Wandinelma Santos.

As assinaturas das servidoras do Conselho Tutelar e da coordenadora do Programa Sentinela não expressam o pensamento do chefe do Poder Executivo, não o representam. Além disso, o prefeito garantiu que os seus atos só chegaram ao seu conhecimento através de publicações na imprensa escrita.

"Bom relacionamento com o poderes e instituições é uma bandeira que defenderemos até os últimos dias da nossa gestão, portanto jamais chegaríamos a esse extremo", afirma Ladeia ao concluir que espera em Deus que esse mal estar seja passageiro e que em breve volte a reinar a paz entre essas instituições.
Nota da Assessoria da Prefeitura

Está chegando a Exposerra 2007


Tangará da Serra sediará um dos maiores eventos do rodeio profissional do Centro-Oeste brasileiro. Clique na imagem e confira o que vem por ai....

Já pensou se cada mensaleiro levasse uma surra?


Autor: DaCosta. Quem se aproveita ilicitamente dos bens e recusos da nação não pode ficar impune. Esse é o grito mais alto que a sociedade pode dar.

Ética, e todos nós

Outro dia assisti, em Cuiabá, a uma palestra do jornalista Alexandre Garcia, promovida pelo Instituto Euvaldo Lodi, da Fiemt, onde, entre outras coisas, ele abordou a ética que está se construindo no país, à margem do Estado, pelo exclusivo esforço da sociedade.

Ele recordou que a partir do Plano Real, com o resgate do valor da moeda, estabilizaram-se muitas outras referências éticas no país. Depois, com os efeitos acumulados sobre o Código do Consumidor, o Brasil viu nascer uma ética ainda frágil, mas persistente.

O leitor deve estar perguntando o porquê dessa conversa. Na verdade, quero abordar a decisão do Supremo Tribunal Federal de autorizar a abertura de processos contra 40 pessoas exaustivamente investigadas por participação no esquema do mensalão, descoberto em 2005.

O país inteiro está louvando o STF pelo ineditismo de acatar denúncias contra parlamentares, coisa que nunca fez na sua história. Acatou, também, denúncias contra figurões do governo, do PT que governa o país, contra banqueiros e figuras acessórias. De fato, o tribunal merece reconhecimento. Mas é só!Não fez mais do que a sua obrigação.

E os cidadãos não devem se animar muito, porque o mesmo tribunal já avisou que os processos não serão julgados antes de cinco anos. O próprio relator, admite que poderá demorar até dez anos. Imagine daqui a dez anos, caquético e careca, o ex-ministro José Dirceu, como todos os demais, não fará o menor sentido para a sociedade futura e, tampouco, para os então ministros do Supremo Tribunal.

Tudo isso que hoje parece importante, será, no máximo, uma lembrança burocrática ruim de um país antigo, sem regras e sem interesse algum para quem viver em 2017.Contudo, o ineditismo certamente trará mais uma dose homeopática de ética para a sociedade brasileira, na medida em que os cidadãos apontados não poderão mais tirar um atestado de boa conduta, sem que nele conste que são réus de processo de corrupção, de formação de quadrilha, de peculato e desvio de dinheiro público.

Mas é pouco, se não houver justiçamento sobre aquilo que se denunciou.A exposição de tantos nomes durante horas seguidas nas transmissões ao vivo da TV Justiça, foi, na realidade, a única chance de justiçamento que se verá com algum interesse social. Representou um linchamento moral que, apesar de fascista, é a única chance de justiça no Brasil quando se trata de alguém que, como dizia o compositor Luis Gonzaga “nunca vi na prisão quem tem mais de um vintém”. Todos possuem muitos vinténs.

O publicitário Duda Mendonça atreveu-se a proferir a palestra de abertura numa faculdade em São Paulo, na noite de terça-feira, data do veredicto do STF. Foi vaiado e xingado de ladrão. É sintomático.

A cultura da nova ética ainda está em construção, mas já distingue a justiça da verdade da justiça dos tribunais que adiam e adiam as conveniências dos recursos infinitos de julgamentos que se perderão na História, para quando já não significarem mais nada.

Mesmo assim, é muito animador que o Supremo Tribunal Federal tenha ouvido aquilo que o velho Ulysses Guimarães chamava de “ruído das ruas”, e julgado o que antes nunca julgara. Uma nova ética, uma nova ética social!

Onofre Ribeiro é articulista - onofreribeiro@terra.com.br

Explicando o inexplicável

Convido você a ler o simpático brazilianista Matthew Shirts, que escreve para o Estadão, de novo. Digo "de novo" porque imagino que você nunca perde os artigos dele. Desta vez, ele tenta explicar para os estrangeiros o País em que vivemos. Aparentemente uma missão impossível, mas ele consegue com brilho.

Shirts parte do princípio de que os brasileiros adoram a prática da interação humana, da troca de experiências e do calor que isso provoca. O mais interessante dessa leitura é ver como um "gringo" (no bom sentido...) vê e explica o Brasil para os outros "gringos". Quem sabe a gente consegue imitá-lo e explicar nosso País com mais respeito e bom humor! (Yara)