31 de outubro de 2007

Idoso desesperado tenta incendiar INSS de Tangará da Serra

Cavalcante, 60 anos, residente no município de Nova Olímpia (MT). Revoltado porque o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) suspendeu um benefício que vinha recebendo, apelou para o grito dos desesperados.

De posse de cinco litros de gasolina, veio na última sexta-feira, até a agência regional da Previdência Social emTangará da Serra, para incendiar o que pudesse.

Jogou o combustível às voltas da agência e riscou o fósforo que não quis queimar. Depois do feito realizado, antes do clarear do dia, se dirigiu até a Delegácia de Polícia para se entregar pelo suposto crime que poderia ter praticado, queimando um patrimônio público.

A agência não queimou. Mas o idoso tentou de todas as maneiras ser preso, alegando que melhor seria permanecer na cadeia, tendo em vista que em sua casa não dispunha de alimento algum para sobreviver jutamente com a esposa e um filho desempregado.

Cavalcante não chegou a ser preso. A agência permanece intacta. Ele, porém, amarga o desespeiro de quem trabalhou a vida inteira e agora não está recebendo o apoio que deveria dos órgãos governamentais.

Oficial acusado de surrar cívil poderá ser transferido nos próximos dias

Informação passada para o blog, assegura que o comandante da Companhia do Corpo de Bombeiros de Tangará da Serra, tenente-coronel Valmil Borges, será transferido para outra região nos próximos dias.

A transferência do oficial ocorrerá pelo fato dele ter supostamente agredido fisicamente um civil que reside nesta cidade.

Sindicantes do comando-geral do Corpo de Bombeiros estiveram em Tangará para ouvir a suposta vítima, que confirmou ter sido esbofeteada e chutada pelo tenente-coronel.

Este nega a acusação, que por sinal, virou caso de polícia.

Aguardemos pois, para vermos como essa hirtória acabará.

Saiba mais sobre o assunto aqui

Você ainda está tomando leite?


Charge publicada hoje no jornal A Gazeta (Cuiabá). Penso que o leite produzido em Mato Grosso deveria passar também por uma rigorosa fiscalização. Estou certo ou errado? Afinal que leite estamos ingerindo e dando para nossos filhos fazer o mesmo?