18 de dezembro de 2007

Henry no banco dos réus



A juíza Maria de Fátima Costa, da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal (DF), irá tomar hoje o depoimento do deputado federal Pedro Henry (PP), que é réu no suposto escândalo do mensalão, denunciado pelo procurador geral da República, Antônio Fernando de Souza e acatado pelo Supremo Tribunal Federal.

Ela admitiu ontem que poderá designar um defensor público para o parlamentar, que tentou, através dos seus advogados, marcar outra data para o depoimento.

Cassação - A situação de Henry está complicada também na justiça eleitoral.

Esta semana, o presidente do TRE, desembargador José Silvério, deverá encaminhar ao presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT), ofício comunicando a cassação do seu mandato por compra de votos nas últimas eleições.

Mais vez, ele deverá recorrer ao TSE para conseguir efeito suspensivo como da última vez.

Naquela oportunidade, o ministro Carlos Peluzzo concedeu liminar, suspendendo o processo.

O seu substituto é o secretário de Ciências e Tecnologia do Estado, Chico Daltro (PP).

Fonte: Gazeta Digital

Dezesseis fazendeiros de MT na LISTA SUJA do Ministério do Trabalho


O jornal A Gazeta de Cuiabá divulga em sua edição desta terça-feira (18) que mais seis fazendas em Mato Grosso foram incluídas na versão 2007 da "lista suja" do Ministério do Trabalho, Emprego e Cidadania.

Agora passa para 16 o número de fazendeiros ou pessoas jurídicas que foram flagrados explorando trabalhadores à condição análoga a de escravo no Estado.

Com a inclusão de 13 nomes e a retirada de sete empregadores, a relação completa no Brasil passou a ter 189 nomes, entre pessoas físicas e jurídicas, não incluídos os casos de exclusão por força de decisão judicial.

A listagem anterior possuía 192 proprietários.

O Pará aparece em primeiro lugar na listagem, com 39 casos. Em seguida, aparece o Maranhão com outros 26.

Segundo a coordenadoria do Grupo Especial de Fiscalização Móvel, as principais causas de manutenção do nome na lista são não-quitação das multas impostas, a reincidência na prática do crime e trâmite de ações no Judiciário -nesta caso retirando o nome provisoriamente da relação.

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Sobre a transposição do Velho Chico


Cappio, o desobediente bispo ligado ao papado de Roma, deveria ouvir as palavras da razão de ser de sua Igreja: A César o que é de César. Ou seja, deixar a política para os políticos e a sociedade e cuidar de suas "obrigações" religiosas.

Em suma: como religioso ele não deve se meter no assunto. Como cidadão, ele pode e deve se meter, mas ele é apenas mais um, tão importante como eu ou você, de quem o Estado não pode ficar refém.

A Obra esperada há século por milhões de nordestinos precisa ser retomada. O quanto antes.

Genuinamente inocente


Em depoimento de quase duas horas na 10ª Vara da Justiça Federal, em Brasília, o deputado federal José Genoino (SP), ex-presidente do PT e acusado de envolvimento no caso mensalão, negou qualquer participação no núcleo central da "quadrilha".

De acordo com a denúncia do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, o esquema consistia na compra de votos de deputados em troca de apoio a projetos do Executivo.

Interrogado pela juíza Maria de Fátima Costa, Genoino atribuiu a outros dirigentes do PT o exercício das funções em que supostamente teria praticado irregularidades mencionadas na denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Se você acredita na inocência de Genuino, o problema é seu. Prefiro esperar até a conclusão do julgamento para poder crer.

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