24 de dezembro de 2007

A gastança desenfreada com combustível

O tradicional gasto com combustível lidera o uso de verba indenizatória entre os deputados de Mato Grosso.

Do total de R$ 888.769,60 destinado ao ressarcimento dos parlamentares, R$ 303.482,50 mil foram reservados para cobrir a despesa de aquisição do produto, o que corresponde a 34,14%. Os maiores gastos com combustíveis figuram na folha de Wellington Fagundes e Carlos Abicalil.

Conforme o balanço divulgado no site da Câmara, Fagundes usou R$ 56.422,21 de janeiro a dezembro. O bolo inclui a aquisição do produto para o abastecimento de aeronave.

No mesmo quesito, Abicalil apresenta uma despesa na monta de R$ 52.794,79 no acumulado do ano. Já na classificação de despesas com aluguel de imóveis para escritório, o item é liderado por Valtenir Pereira, eleito pela primeira vez à Câmara Federal.

Ele registra a despesa de R$ 53.774,73 no período. Em contraste, Wellington Fagundes desponta desta vez com o menor gasto com o aluguel este ano, tendo sido despendidos R$ 14.518,83 no exercício de 2007.

Consultorias - O uso de verba indenizatória para a contratação de serviços de consultoria também chama a atenção entre os deputados federais. O gasto pode ser considerado abundante ao menos entre três parlamentares, dois deles novatos na Câmara: Eliene Lima e Homero Pereira, ao lado do veterano Carlos Abicalil.


Fonte: Diário de Cuiabá

Advogado corre risco de ser condenado

O Ministério Público Estadual (MPE/MT) denunciou (acusou formalmente) o advogado Aroldo Fernandes da Cruz, de 27 anos, pelos crimes de ameaça e tentativa de homicídio.

Ele está preso desde a semana passada após ter a prisão preventiva decretada sob acusação de ameaçar uma ex-namorada, uma advogada de 26 anos.

A vítima sofreu lesões graves há dois anos e desde então estaria sendo ameaçada pelo advogado segundo o MPE, que pediu mais uma prisão preventiva para o advogado.

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Charge do Dia


Charge de A Gazeta publicada na edição desta segunda-feira. Pois é...O velho Noel foi excelente para os parlamentares Henry e Chica Nunes.

Ano marca início do fim do império dos EUA, diz professor

O ano de 2007 foi marcado pelo crescimento econômico da China, da Índia e do Brasil e pela crise da economia dos Estados Unidos. O valor do dólar caiu e hoje o euro atinge sua maior cotação em relação à moeda norte-americana nos últimos anos.

Além disso, uma crise abala o mercado imobiliário dos Estados Unidos. Em Entrevista ao programa Notícias da Manhã, da Rádio Nacional, o professor de História da Universidade de Maringá (PR), João Fábio Bertonha, disse que a economia internacional nos últimos anos, desde a Segunda Guerra Mundial, sempre dependeu do crescimento dos Estados Unidos.

“Agora, a Europa e o Japão estão num crescimento bem limitado e os Estados Unidos começam a entrar numa recessão e, na economia mundial, surgiram novos motores. Então isso é um dado novo e bastante positivo.”

Para Bertonha, se for pensar em termos de poder militar, a preponderância americana é total e deve continuar pelas próximas décadas. Ele completa que a capacidade militar americana ainda é insuperável e isso dá um poder político e geo-político no mundo, inigualável.

“Em termos econômicos, já tem uma situação bem clara de divisão do poder econômico mundial. Em termos políticos, a preponderância americana ainda é muito grande, mas economicamente, já não é dominante e a situação tende a ficar mais equilibrada com o passar do tempo.” Segundo o professor, não dá para fazer nenhuma alteração no panorama sul-americano sem algum tipo de reação dos Estados Unidos.

“Não é um domínio colonial, como se os Estados Unidos mandassem em tudo, mas eles ainda são a força por trás.” Para ele, se Brasil continuar crescer economicamente, em ritmo acelerado, pode adquirir força regional.

Fonte: Agência Brasil