12 de janeiro de 2008

Juiz e advogado estão foragidos da polícia civil no Mato Grosso

Por quê?

Veja aqui

Três jornalistas são presos em serviço no Mato Grosso

O repórter fotográfico Otmar de Oliveira, o cinegrafista Belmiro Dias, ambos do Grupo Gazeta de Comunicação, e Marcos Alves, cinegrafista da TV Centro América, foram detidos por cerca de 2h30, sob acusação de desrespeito a uma determinação judicial do magistrado substituto da 4ª Vara Criminal, Rondon Bassil Filho, na tarde de ontem. Leia mais aqui

Febre amarela é considerada endêmia no Centro-Oeste

O Estado que concentra a maior quantidade de municípios onde há suspeita de morte de macacos por febre amarela é justamente Goiás. Segundo o ministério, em 57 cidades goianas foram registrados casos de macacos mortos. No Distrito Federal, são 24 localidades. Em Minas Gerais, são seis. Leia mais no Tangará Repórter

Vereador de Londrina é preso em flagrante por corrupção

O líder do PMDB na Câmara Municipal de Londrina (PR), Henrique Barros, 30, foi preso em flagrante sob acusação de receber propina para facilitar tramitação de projetos no Legislativo municipal. Leia mais no site Tangará Repórter

Charge do Dia

Charge publicada hoje no site Midia Max (MS).

Situação preocupante em todo Brasil. Em Tangará da Serra, a corrida aos postos de saúde foi tão intensa que esgotou a quantidade de vacinas... E agora José? Por falar nisso, eu ainda não me vacinei contra a tal febre. Se sobrar uma vacinazinha, por favor deixa-a para mim, pois também suponho ser filho do Altíssimo...

Poesia

Por Rejane Tach

Hoje pela manhã
Eu e minha xícara verde dialogamos
Nossos olhares infantis se cruzaram
E por várias vezes
Ameaçamos um choro...

Sempre que olhava pela janela
Da minha vida,
minha xícara tentava sussurrar
junto aos meus lábios
algo diferente...

Imaginei que pudesse me abraçar
Numa manhã como essa
Enquanto as flores espiavam
Timidamente meu olhar inquieto
Que cruzava o céu
e...

minha xícara verde
recolheu uma lágrima quente
que pousou na sua pele reluzente
sem nada me dizer...

Quatro promotores mataram. Nenhum está preso

Por Carlos Brickmann*

São quatro casos de mortes envolvendo promotores públicos:

1 – Um assassinou a tiros a esposa grávida, tentou forjar um assalto, foi desmascarado, julgado e condenado, fugiu. Não se vê muito empenho para encontrá-lo.

2 – Um, na praia, durante o Réveillon, atirou em um jovem, matando-o, e feriu outro.

3 – Um, parecendo bêbado, guiando na contra-mão, atropelou e matou três pessoas.

4 – Um, reagindo a um assalto, matou o assaltante com dez tiros. A arma não era dele, nem poderia ser. É de uso exclusivo das Forças Armadas.

Nenhum está preso. Algumas perguntas:

1 – não se estará formando uma casta que, como os agentes secretos de Sua Majestade, têm licença para matar?

2 – que tipo de teste avalia o equilíbrio emocional de profissionais que, em casos de emergência, são capazes de dar dez tiros seguidos numa única pessoa?

3 - o promotor não é simplesmente um acusador. É o Fiscal da Lei, é a Justiça de Pé. Como se explica que um cavalheiro com essas atribuições prefira uma arma ilegal, mesmo tendo licença para usar uma legal?

Imagine o caro leitor que um cidadão, com arma ilegal, desse dez tiros num promotor que estivesse na motocicleta. Estaria solto? Não teria havido flagrante?

Sabemos, nós todos, que essa história de igualdade perante a lei não é lá muito verdadeira. Mas será preciso exagerar de tal maneira a desigualdade?

Em dúvida:

Os cursos de tiro em situação de combate ensinam os alunos a disparar rajadas curtas, de dois tiros, uma ou duas vezes. Ensinam como é que se mata e como é que se imobiliza. Os promotores, quando recebem licença para andar armados, participam de algum treinamento para utilizar corretamente as armas?

*Carlos Brickmann é jornalista (http://www.brickmann.com.br/)

Fonte: FENAPEF