13 de janeiro de 2008

Mais velhos, menos stress

Segundo pesquisas de tendências, em 2010, o número de trabalhadores americanos com mais de 40 anos será, pela primeira vez, igual ao número de trabalhadores com menos de 40 anos.

Estudiosos já se prepararam para avaliar os impactos de uma economia baseada em trabalhadores de meia-idade ou mais. Uma das vantagens já observadas mostra que gente mais velha se estressa menos no trabalho.

Um grupo de especialistas em gerontologia da Universidade de Michigan pesquisou a vida de 1.544 pessoas, cuja idade varia entre 53 e 85 anos, todas trabalhando.

Descobriram que além de se estressarem bem menos que os mais jovens, os “tios” se sentem mais felizes com a vida, o que acaba influenciando a forma de trabalhar e produzir.

Os motivos, segundo os estudiosos, podem ser resumidos no seguinte: os mais velhos, acima dos 50, já se livraram de algumas amarras impostas pela sociedade: filhos para criar, jovens para cuidar, decisões sobre o futuro pessoal, definição de carreira.

Além disso, os conflitos entre a vida pessoal e a vida profissional já foram bem administrados internamente e incomodam menos (quando chegam a incomodar).

E no Brasil, como será que o mercado de trabalho vai se comportar? Afinal, 2010 está logo aí e ainda nem tivemos tempo de entender e assimilar a nova geração jovem dos Nets que inundam as empresas! Será que num futuro tão próximo, nós, da “meia-idade”, ainda teremos alguma chance num país como o nosso?

Fonte: Blog da Yara

Capa de Jornal


Já o Diário de Cuiabá aborda neste domingo que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) vai receber R$ 110,19 milhões do Orçamento Geral do Estado em 2008.


Diz o jornal que a corte administrativa detém um quinhão 221% superior ao reservado à Defensoria Pública do Estado, com R$ 34,23 milhões.


Os números endossam a interpretação de um Estado, na concepção de organização política, excludente quando o assunto é o acesso à população de baixa renda, em contraste a altas somas a instituições.


Essa situação nos deixa preocupados. Mas quem é por nós, pobre sociedade civil?

Capa de Jornal


Jornal A Gazeta abordando neste domingo a perversidade de uma suposta mãe que teria abandonado um bebê de 4 meses em um matagal no bairro Coxipó, em Cuiabá, capital de Mato Grosso.

O jornal acusa também os "amarelinhos" de aplicarem mensalmente mais de 2.2 mil multas, o que se constitue numa verdadeira indústria da Multa. Problema bem parecido com o de outras regiões do País.

O mais grave, pórem, é saber que detentos dos presídios do Estado detêm centenas de aparelhos celulares em suas celas para manter comunicação com quer e quando quer.... Uma verdadeira aberração...