14 de fevereiro de 2008

Charge do dia


Trabalho artístico de Sinfrônio publicado nesta quinta-feira no Jornal Diário do Nordeste (CE). Vem mais uma pizza por ai. Alquém duvida?

Por que não está mais faltando médicos na Unidade Mista de Saúde?

Depois que a prefeitura de Tangará da Serra passou a divulgar a escala de plantão dos médicos que atendem na Unidade Mista de Saúde – UMS - cessaram-se mais as reclamações da população.

Uma verdade pode pela primeira vez estar sendo revelada para todos nós: a de que o mau atendimento às pessoas carentes naquela Unidade não é de total responsabilidade do Município.

Percebo que a comunidade começa a entender o que de fato vinha acarretando tantos desgostos e sofrimentos para pessoas simples que freqüentam a UMS em busca de saúde pública.

Há certo sentimento social focando que o mau atendimento na santa casa é também de responsabilidade dos profissionais de saúde que compõem o quadro funcional ali postado.

Por que não está mais faltando médico como até semana passada? O que houve com as filas para atendimento médico? Por que a população parou de reclamar?

A propósito: veja diariamente nos jornais da cidade a escala de plantão dos médicos e siga para a UMS já sabendo por quem vai ser atendido. Boa sorte!

Vereador acusado de vender mandato em Rondonópolis

Ex-vereador de Rondonópolis (MT), Márcio Bertoni (PMDB) está sendo acusado de ter vendido o mandato político por R$ 50 mil a um agiota.

Pode uma coisa dessas?

A denúncia foi feita pelo vereador Lourisvaldo Oliveira, o Fulô, também do PMDB, em discurso na última sessão da Câmara Municipal.

Fulô não entende o fato de Bertoni ter renunciado ao cargo na tarde de terça-feira 12, por meio da assessoria alegando problemas pessoais.

Para ele, tem ‘gato no pote’.

Febre amarela mata no Mato Grosso


O Ministério da Saúde confirmou a primeira morte por febre amarela silvestre em Mato Grosso este ano. É o caso do trabalhador rural que morava no município de Novo São Joaquim (511 km de Cuiabá) e estava tratando da saúde em Mineiros (GO).

Ele não tinha histórico de vacinação contra a doença. Ainda há duas suspeitas de mortes por febre amarela no Estado em análise no Instituto Evandro Chagas, no Pará. Assim como o trabalhador rural, nos outros dois casos as vítimas também não eram imunizadas.

A superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde (SES), Conceição Villa, destaca que a ausência de vacinação é uma opção da pessoa já que em todas as unidades de saúde, o cidadão tem acesso ao medicamento. Fonte: A Gazeta