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Mostrando postagens de Fevereiro 21, 2008

Escolas com cara de prisões

Algumas escolas da rede estadual de Mato Grosso alteraram tanto a altura dos seus muros que ficaram mais parecidas com penitenciárias. Seria mesmo necessário dar essa aparência de presídio para nossas unidades escolares? Os diretores afirmam que sim. Segundo eles, grande parte da juventude matriculada não está querendo nada de proveitoso. Os muros altos teriam a função de obrigar os "bagunceiros" a permacer no território da escola durante o período de aulas. Um diretor disse ao blog que ano passado, muitos alunos deixavam as salas de aulas na hora que bem queriam e se dirigiam para o portão de saída. Como o aguarda os impediam de sair, eles simplesmente pulavam o baixo muro e iam embora. Que situação deprimente essa! A que ponto estamos chegando. Para mantermos o aluno em sala de aula precisamos transformar nossas escolas em verdadeiras prisões... lamentável...

Charge do Dia

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Trabalho artístico de Tonho publicado nesta quinta-feira Jornal da Manhã (MG). O santo feijão sumiu também da mesa do tangaraense. E pelo visto não será uma situação a ser resolvida nos próximos dias. Fala sério: almoçar sem feijão não é fácil...

17 mil mandados de prisão em abertos no MT

Existem 17 mil mandados de prisão em aberto para serem cumpridos em Mato Grosso. Um problemão que só Chapolin Colorado teria uma saída para resolver. Parece brincadeira... Mas o grande detalhe é que se todas essas pessoas acusadas forem presas não terão onde ficar. Outro problema para Chapolin Colorado resolver. Até quando?

Seguir “el chefe”?

Dizem que perguntar não ofende, então lá vai: o Lula, torcedor fiel e fidelíssimo de Fidel, vai seguir o exemplo de “el chefe”? Pelo menos fazer o PT desistir da idéia do terceiro mandato vai né? Pensando bem, melhor nem perguntar. Imagina se ele resolve seguir à risca. Quarenta e nove anos??? Cruz credo.

O último adeus a Jonas Pinheiro

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O Jornal A Gazeta (Cuiabá) desta quinta-feira 21, mostra detalhes do último adeus ao senador mato-grossense Jonas Pinheiro (DEM/MT). O presidente do Senador Federal, Garibaldi Alves Filho (PMDB/RN), e outros 20 senadores, inúmeros deputados federais e lideranças políticas de todas as regiões do Estado marcaram presença ao velório transcorrido em Santo Antônio do Leverger, terra natal do senador. Outro destaque de grande importância é sobre a prisão do pediatra Mohamad Kassem Omais, médico em Cuiabá, desde o dia 15 de fevereiro na Delegacia de Segurança Geral, em Beirute, no Líbano, acusado de terrorismo.

Não há o que esconder

Por Robério P. Barreto Pior do que dor da solidão É não ter a quem dizer Quanto ferido está o coração Às vezes pode-se dizer sim, Ou dizer não... Depende do peito gritar Se ainda há paixão Pior do que não viver O que manda o coração É não poder se matar Com as próprias mãos; Perder-se em si mesmo E não saber o que dizer: Sim ou não! Parece não haver solução Para diminuir a aflição da alma Judiada sem compaixão. Comentário de Rejane Tach A poética de Robério Pereira Barreto se revela bastante dissolvida em sentimentos de total solidão; ou seja, o eu-lírico transcende o real e vive uma aflição latente bem maior do que a consciência permite, onde já almejando a morte encontra-se profundamente em estado de desespero. Mas a dúvida aflige a alma e o ser frágil que busca respostas para o amor perde-se nos devaneios da dor e na incerteza de seguir seu dias. É emocionante e curioso como o eu-lírico mescla dúvida de SIM, e de NÃO para viver o amor, chegando ao extremo de querer a morte