2 de março de 2008

FLASH BACK dos prefeitos e ex-prefeitos enrolados com a Lei V

Preso ex-prefeito de Bom Jesus do Araguaia


Mazinho chega algemado a Cuiabá
A Gerência Estadual de Polinter (Gepol) prendeu na última sexta-feira 29, o ex-prefeito Osmar Kalil Botelho Filho, “Mazinho”, do município de Bom Jesus do Araguaia (983 km a Oeste de Cuiabá).

A prisão preventiva foi decretada pelo Juiz Wagner Piaza Machado Júnior, da 53ª Zona Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso.

O ex-prefeito foi cassado em 2004 pela Justiça Eleitoral, acusado de crimes de improbidade administrativa envolvendo fraudes em processos de licitação, segundo ele.

Atualmente, trabalha como agente fazendário e foi detido, em Cuiabá, quando saía da Secretaria de Fazenda do Estado (Sefaz).

A prisão foi comandada pelo gerente de operações da Delegacia de Capturas (Decap), da Polinter, Edson Leite, por determinação da gerente da Gepol Vera Rotildes. O mandado foi expedido no início deste mês.


Mazinho quando foi eleito prefeito

FLASH BACK dos prefeitos e ex-prefeitos enrolados com a Lei IV

SORRISO: Prefeito tem bens indisponíveis

Dilceu Rossato
O prefeito e o vice-prefeito de Sorriso, Dilceu Rossato (FOTO) e Luiz Carlos Nardi, respectivamente, se defenderam do processo de improbidade administrativa “atacando” o promotor Marcos Brant.

O promotor impetrou ação pedindo a indisponibilidade dos bens de Rossato e Nardi.

O juiz da terceira Vara do município, Jorge Iafelice dos Santos, acatou o pedido.

De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, o processo corre em segredo de justiça, mas alguns passos do processo estão disponíveis para consulta no site do órgão, sem ter o conteúdo da decisão.

Segundo informações, o promotor acusa o prefeito e o vice de usar dinheiro público para promoção pessoal. Leia mais aqui

FLASH BACK dos prefeitos e ex-prefeitos enrolados com a Lei III

NOVA BRASILÂNCIA: MPE entra com ação contra prefeito

Ademar Wurzius

O Ministério Público Estadual ingressou com uma ação civil pública contra o prefeito de Nova Brasilândia, Ademar Wurzius, conhecido como Lagoa.

Na gestão pública do município, distante 215 quilômetros de Cuiabá, segundo a Promotoria de Chapada do Guimarães, que também abrange a cidade, foram constatados diversas irregularidades.

A ação também foi amparada em denúncias feitas pelo presidente da Câmara de Vereadores, Edmar Rodrigues da Silva.

Foram juntadas ao processo ainda as 57 irregularidades nas contas do prefeito, referente ao exercício de 2005. Leia mais aqui

FLASH BACK dos prefeitos e ex-prefeitos enrolados com a Lei II

Prefeito e auxiliares são presos em XinguPrefeito chega algemado a Cuiabá
Denúncias da população de São José do Xingu, município distante 1,2 mil quilômetros de Cuiabá, foram as responsáveis pela prisão do prefeito da cidade, Vanderlei Luz Aguiar, em fevereiro, acusado de fraudar licitações.

Além dele, outras três pessoas, ligadas subordinadamente ou por laço familiar ao chefe do Executivo, foram detidas na Operação Xingu, desencadeada pela Polícia Judiciária Civil. O suposto esquema pode ter causado prejuízos de aproximadamente R$ 2 milhões aos cofres públicos.

As investigações, segundo a delegada Maria Alice Amorim, da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Administração Pública, integrante do grupo de quatro profissionais, que apuram as possíveis irregularidades, começaram a partir de denúncias da própria população. Leia mais aqui

FLASH BACK dos prefeitos e ex-prefeitos enrolados com a Lei I

CHAPADA DOS GUIMARÃES: Ex-prefeito é condenado pelo TJ Treme-treme
O Tribunal de Justiça, por meio da Terceira Câmara Cível, manteve a condenação contra o ex-prefeito de Chapada dos Guimarães, Sebastião Moreira da Silva, conhecido por Treme-Terra, a pagar multa no valor de R$ 200 mil e a ressarcir os cofres públicos por irregularidades em convênio com o Ministério do Meio Ambiente, realizado em 1998.

O ex-gestor ainda pode recorrer da decisão. Treme-Terra deseja novamente disputar o cargo de prefeito neste ano, apesar da condenação já proferida em Primeira Instância, por ato de improbidade administrativa, no qual ele teve os direitos políticos suspensos por cinco anos. Leia mais aqui