25 de junho de 2008

Refexão sobre o suicídio


Sabemos que a capacidade de um ser humano fazer mal a outro é ilimitada, por muito que nos custe constatar esse fato.

Mas será que há limite para um ser humano fazer mal a ele mesmo? Sim, há apenas um limite. A própria morte. Mas será que ao sofrermos a dor da própria dor podemos fazê-la parar, ou entramos num point of return?

O suicídio é assim o ponto final numa estrada de sofrimento. Como nos perdemos e encontramos nesse caminho? Há uma questão física ou psicológica nessa cruzada?

Normalmente são sempre apontadas causas psicológicas para que um ser humano encontre no ponto final a solução do breve texto que alguém editou durante algum tempo.

Mas não pode haver questões morfológicas que estejam por detrás disso?

Não estará por detrás de uma causa psico-depressiva um catalizador físico? Na minha opinião, e sem qualquer base científica, penso que sim, que há uma razão endócrina para tal comportamento radical.

Seita satânica pode ter chegado a Tangará da Serra

Uma seita satânica pode estar em fase de instalação ou já pronta em Tangará da Serra.

Minhas primeiras conclusões vêm de um pedido de amizade por meio do site de relacionamento Orkut.

Um jovem estudante tangaraense, provavelmente menor de idade, pede para que seja adicionado em minha página.

Olhando seu álbum fotográfico observei inúmeras imagens estarrecedoras. De arrepiar mesmo.

São imagens obscenas, gestos agressivos, crianças aprendendo a manusear uma arma de grosso calibre, orientada por uma pessoa supostamente adulta, rostos com maquiagens fortes, jovens em rituais de prováveis encontros da seita e muito mais.

Evidente que não o adicionei.

Todavia, aquela página me deixou ainda mais intrigado face ao vários casos suicidas registrados neste ano em Tangará da Serra.

Esta seita não estaria por acaso aliciando jovens para a aversão à moralidade pública ou religiosa e ainda induzindo-os à morte?

Imagino que a coisa seja mais séria que isso escrito. Creio que esteja passando da hora de pais e educadores terem cuidados dobrados com os jovens, estudantes, etc., antes que o prejuízo deixe ser reparável.