13 de dezembro de 2008

Meu conterrâneo quer continuar presidindo o Senado

O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), vai tentar permanecer por mais dois anos no comando da Casa.

Respaldado por dois pareceres jurídicos, ele decidiu que irá disputar a vaga aproveitando a decisão do seu partido de lançar um candidato na disputa: "Como não há impedimento vou colocar meu nome", disse.

O anúncio foi bem recebido pelo líder do PMDB no Senado, Valdir Raupp (RO).

NOTA DO BLOG: Conheço os Alves a mais de 30 anos. Eles são assim mesmo: apaixonados pelo poder. No Rio Grande do Norte a história deles beira os 50 anos na política.

Tributo ao meu conterrâneo Luiz Gonzaga - Rei do Baião


No dia 13 de dezembro de 1912 nascia, no município de Exu, Pernambuco, o menino Luiz Gonzaga do Nascimento, que mais tarde seria conhecido como o Rei do Baião e um dos grandes representantes da música brasileira.

A obra do compositor é referência no cancioneiro nacional e reúne cantigas que apresentam um Brasil até então desconhecido do grande público.

Músicas que falam sobre pobreza, tristezas e injustiças de um Nordeste árido e pobre serão revividas pelos grupos Forró Pé no Chão, Forró do Bom, Forró da Ilha, Forró do Poeirão, Forró Xote Baião, Forró Chá de Catuaba, Forró da Josy Nunes e ainda pelos cantores Eliésio do Acordeão, Pedrinho da Vila Nova, Cícero Pernambucano, Evandro, Rui Mário, André e Cia., Cabo Zé e Pedrinho Cabeludo.

Clássicos

Admirado por grandes nomes da música popular brasileira, a exemplo de Gilberto Gil e Caetano Veloso, o instrumentista e inventor de melodias e harmonias ganhou notoriedade com canções como Baião (1946), Asa Branca (1947), Siridó (1948), Juazeiro (1948), Qui nem giló (1949) e Baião de Dois (1950).

Filho do sanfoneiro Januário, o melhor do sertão pernambucano e a quem tantas vezes homenageou, Luiz Gonzaga trabalhou na roça e animou os bailes da região com sua sanfona.

Luiz Gonzaga partiu para o sul do país em 1939, depois de ingressar no Exército e percorrer, com o batalhão, terras paraibanas, mineiras (onde conheceu o famoso sanfoneiro Domingos Ambrósio, que lhe ensinou mais sobre música) e paulistas.

No Rio de Janeiro, deu baixa, disposto a ganhar a vida com a música. Freqüentou inicialmente os prostíbulos da zona do Mangue, tocando valsas, tangos e polcas.

Em 1941, foi contratado no programa de calouros de Ari Barroso, na Rádio Nacional, gravando, nos primeiros tempos, muita música instrumental e tentando encontrar um novo caminho baseado no linguajar rural, compondo toadas. Em parceria com Humberto Teixeira, fez o baião virar moda.

No ano de 1946, a música de ambos, intitulada Baião, explodiu no mercado musical.

A canção apresenta o gênero com uma letra que é um convite ao também novo ritmo de dança: “Eu vou mostrar pra vocês /como se dança o baião/ e quem quiser aprender/ é favor prestar atenção/ morena chegue pra cá/bem junto ao meu coração/ agora é só seguir/ pois eu vou dançar o baião”, diz a letra da música que é um convite a cair na festança.

Ao velho Rei do Baião, meu irmão conterrâneo nordestino, minha sencera homenagem póstuma.

PSDB afirma que Dilma começou mal escalada para 2010

Em reação ao discurso da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, o presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), que fez hoje duras críticas à gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Guerra disse que Dilma, ao adotar discurso de candidata, "começou mal" a jornada rumo ao Palácio do Planalto. "Se a ministra quer ser candidata, tem que dizer o que pretende fazer. Esse discurso de olhar para trás é inadequado para quem quer pensar o futuro", disse Guerra.

Retornando à escrita diária

Aos nobres webleitores e benévolas webleitoras nosso pedido de desculpas pelo tempo ausente. Estive na última semana totalmente dedicado ao fechamento de notas de meus mais de 500 alunos de duas escolas da rede estadual de Mato Grosso.

A partir de hoje, retomamos nossas notas diárias e quando o fato merecer um comentário deste blogueiro. A todos, meus agradecimentos pela webleitura diária.

O Editor