16 de fevereiro de 2009

Nossa homenagem aos colegas repórteres

Ele fareja a informação, sempre em busca de uma boa reportagem ou nota.

Para a tarefa, não mede esforços.

Com a pauta na mão, entrevista as fontes, pesquisa os dados e checa tudo o que pode servir na hora de redigir a matéria.

É claro que estou me referindo ao Repórter.

Com estas palavras homenageio todos os meus colegas de imprensa, residentes em Tangará da Serra ou não.

E lembro aqui nomes de antigos jornalistas que marcaram, com seu nome, a história do jornalismo brasileiro, a exemplo de Márcio Moreira Alves, em Alagoas, que mesmo ferido à bala e num leito de hospital conseguiu transmitir suas informações obtidas durante uma refrega com militares logo após a deflagração da Revolução de 64.

Vladimir Herzog, assassinado nos porões do DOI-CODI em outubro de 1975.

De Manaus cito jornalistas como Arlindo Porto, Ajuricaba Almeida, Orlando Rebelo, Paulo Guerra, Baby Rizzato e seu pai, Herculano de Castro e Costa, Josué Cláudio de Souza e Humberto Calderaro, que mesmo tendo seu jornal A Crítica quase destruído por uma bomba, em 1949, deu prosseguimento à luta para manter viva a chama da verdade pela informação.

Terezinha Ruiz mergulhou no tempo para citar os "empastelamentos" e perseguições ao jornalista Heliodoro Balbi, que a duras penas mantinha firme o seu periódico. A figura de Luís Octávio, morto por policiais na década de 80, também deve ser lembrada.

Não há como deixar de homenagear nesta segunda (16) esses bravos intelectuais, trabalhadores que dão duro como quaisquer outros profissionais, gente que sua, geme, reclama, se indigna, se emociona no dia-a-dia... Mas faz todo o possível para transmitir a notícia que tem em mãos.

Nesta data cito alguns de meus colegas que em Tangará da Serra labutam diariamente para que a notícia do jeito que é chegue até você webleitor:

Mano Resk
Diego Soares
Lurdes Maria
Humberto Ferreira
Marlene Maria
Sílvio Delmondes
Cícera Maria
Sílvio José Sommavilla
Nilson Andrade
Fabíola Tormes
Márcia Kappes
Renan Coelho
Moisés Bispo dos Santos
Felipe Silva
Neli Tirelli
Lucélia Andrade
Theodora Malacrida

Do colega

Dorjival Silva
(DRT/MT. 1.228)

Dia do Repórter sem congratulações

Até este momento não recebemos da Prefeitura e nem da Câmara de Vereadores de Tangará da Serra nenhuma mensagem de congratulação pelo transcurso do Dia do Repórter.

Não será difícil sermos esquecidos na sessão ordinária da Câmara, hoje à noite.

Esperemos pra ver!

Charge do Dia


Autor: Amorim (Correio do Povo)

Ironia

POR MARTHA BAPTISTA, JORNALISTA EM CUIABÁ

Olha que ironia: acabei de ler no site Comunique-se que 30 jornalistas da Editora Símbolo (SP)entraram em greve reivindicando o pagamento de salários atrasados (parte de dezembro, 13º e janeiro).

O lado irônico do caso é que o carro-chefe da empresa é uma revista chamada "Chiques e famosos", um clone da "Caras" (?), provavelmente encontrável nos melhores salões de beleza e consultórios das cidades brasileiras.

Deve ser fogo estar com salários atrasados e ficar cobrindo festas e o dia-a-dia dos "chiques e famosos".

A propósito, a empresa diz que não tem recursos para pagar os atrasados.

Quem sabe se fizesse uma vaquinha entre os "chiques e famosos"?

Cabral ministra palestra sobre o Vale Água no MP

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Companhia de Saneamento da Capital (Sanecap) e, em parceria com o Ministério Público estadual promoveu no último dia 12, a noite, no auditório da Procuradoria Geral da Justiça, no centro político administrativo uma palestra sobre “O Lixo e seus Desafios - Vale Água”, cuja palestra foi proferida pelo diretor do Centro de Capacitação e Reciclagem, da ONG Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), Antônio Carlos Cabral do Amaral.

Dengue. Prevenir é o único remédio.

Veja vídeo produzido pela prefeitura de Natal (RN) para conscientizar a população sobre a importância da prevenção contra a dengue:


Jarbas Vasconcelos detona o PMDB

O senador pernambucano Jarbas Vasconcelos (PMDB) diz-se decepcionado com a política e com seu partido.

Em entrevista à revista Veja, desta semana, ela disseca as entranhas das relações da sigla com o poder. O vale-tudo o enoja. Para Jarbas, "boa parte do PMDB quer a corrupção".

Leia com atenção os principais trechos que colhi, com a ajuda do blogueiro Oliveira Wanderley:

Veja - O que representa para a política brasileira a eleição de José Sarney para a presidência do Senado?

Jarbas - É um completo retrocesso. A eleição de Sarney foi um processo tortuoso e constrangedor. Havia um candidato, Tião Viana, que, embora petista, estava comprometido em recuperar a imagem do Senado. De repente, Sarney apareceu como candidato, sem nenhum compromisso ético, sem nenhuma preocupação com o Senado, e se elegeu. A moralização e a renovação são incompatíveis com a figura do senador.

Veja - Mas ele foi eleito pela maioria dos senadores.

Jarbas - Claro, e isso reflete o que pensa a maioria dos colegas de Parlamento. Para mim, não tem nenhum valor se Sarney vai melhorar a gráfica, se vai melhorar os gabinetes, se vai dar aumento aos funcionários. O que importa é que ele não vai mudar a estrutura política nem contribuir para reconstruir uma imagem positiva da Casa. Sarney vai transformar o Senado em um grande Maranhão.

Veja - O senador Renan Calheiros acaba de assumir a liderança do PMDB...

Jarbas - Ele não tem nenhuma condição moral ou política para ser senador, quanto mais para liderar qualquer partido. Renan é o maior beneficiário desse quadro político de mediocridade em que os escândalos não incomodam mais e acabam se incorporando à paisagem.

Veja - O senhor é um dos fundadores do PMDB. Em que o atual partido se parece com aquele criado na oposição ao regime militar?

Jarbas - Em nada. Eu entrei no MDB para combater a ditadura, o partido era o conduto de todo o inconformismo nacional. Quando surgiu o pluripartidarismo, o MDB foi perdendo sua grandeza. Hoje, o PMDB é um partido sem bandeiras, sem propostas, sem um norte. É uma confederação de líderes regionais, cada um com seu interesse, sendo que mais de 90% deles praticam o clientelismo, de olho principalmente nos cargos.

Veja - Para que o PMDB quer cargos?

Jarbas - Para fazer negócios, ganhar comissões. Alguns ainda buscam o prestígio político. Mas a maioria dos peemedebistas se especializou nessas coisas pelas quais os governos são denunciados: manipulação de licitações, contratações dirigidas, corrupção em geral. A corrupção está impregnada em todos os partidos. Boa parte do PMDB quer mesmo é corrupção.

Veja - Quando o partido se transformou nessa máquina clientelista?

Jarbas - De 1994 para cá, o partido resolveu adotar a estratégia pragmática de usufruir dos governos sem vencer eleição. Daqui a dois anos o PMDB será ocupante do Palácio do Planalto, com José Serra ou com Dilma Rousseff. Não terá aquele gabinete presidencial pomposo no 3º andar, mas terá vários gabinetes ao lado.

Veja - Por que o senhor continua no PMDB?

Jarbas - Se eu sair daqui irei para onde? É melhor ficar como dissidente, lutando por uma reforma política para fazer um partido novo, ao lado das poucas pessoas sérias que ainda existem hoje na política.

Veja - O senhor sempre foi elogiado por Lula. Foi o primeiro político a visitá-lo quando deixou a prisão, chegou a ser cotado para vice em sua chapa. O que o levou a se tornar um dos maiores opositores a seu governo no Congresso?

Jarbas - Quando Lula foi eleito em 2002, eu vim a Brasília para defender que o PMDB apoiasse o governo, mas sem cargos nem benesses. Era essencial o apoio a Lula, pois ele havia se comprometido com a sociedade a promover reformas e governar com ética. Com o desenrolar do primeiro mandato, diante dos sucessivos escândalos, percebi que Lula não tinha nenhum compromisso com reformas ou com ética. Também não fez reforma tributária, não completou a reforma da Previdência nem a reforma trabalhista. Então eu acho que já foram seis anos perdidos. O mundo passou por uma fase áurea, de bonança, de desenvolvimento, e Lula não conseguiu tirar proveito disso.

Veja - Mas esse presidente que o senhor aponta como medíocre é recordista de popularidade. Em seu estado, Pernambuco, o presidente beira os 100% de aprovação.

Jarbas - O marketing e o assistencialismo de Lula conseguem mexer com o país inteiro. Imagine isso no Nordeste, que é a região mais pobre. Imagine em Pernambuco, que é a terra dele. Ele fez essa opção clara pelo assistencialismo para milhões de famílias, o que é uma chave para a popularidade em um país pobre. O Bolsa Família é o maior programa oficial de compra de votos do mundo.

Veja - Para o senhor, o governo é medíocre e a oposição é medíocre. Então há uma mediocrização geral de toda a classe política?

Jarbas - Isso mesmo. A classe política hoje é totalmente medíocre. E não é só em Brasília. Prefeitos, vereadores, deputados estaduais também fazem o mais fácil, apelam para o clientelismo. Na política brasileira de hoje, em vez de se construir uma estrada, apela-se para o atalho. É mais fácil.

Veja - É possível mudar essa situação?

Jarbas - É possível, mas será um processo longo, não é para esta geração. Não é só mudar nomes, é mudar práticas. A corrupção é um câncer que se impregnou no corpo da política e precisa ser extirpado. Não dá para extirpar tudo de uma vez, mas é preciso começar a encarar o problema.

Nota do Blog - Há tempos não lia algo tão lúcido e consistente sobre a política brasileira. Concordo com praticamente tudo que é asseverado pelo congressista pernambucano. O caminho para a mudança, continuo repetindo, é a instrução, o conhecimento, a educação. Não se trata da farsa da "alfabetização", em que a maioria sabe tão-somente desenhar o nome e não consegue entender quase nada do que lê. Refiro-me à capacidade de discernir, à elevação cidadã, que permite ao indivíduo questionar, fazer escolhas com a mente e não com o estômago.

Assim penso...

"O passado é lição para refletir, não para repetir".

Mário de Andrade

Rondonópolis lança plano de limpeza da cidade, contra a dengue

Em 2009 já foram detectados nove casos de leishmaniose em Rondonópolis.

O coordenador geral do Departamento de Saúde Coletiva do município, Alencar Líbano, esclarece que a única maneira de se combater doenças como leishmaniose e a dengue é envolver toda a sociedade. O prefeito Zé Carlos do Pátio mobilizou diversas secretarias num trabalho conjunto de combate à Leishmaniose.

Trata-se de um mutirão para fazer a limpeza dos terrenos, vistoriar e tratar imóveis com focos, realizar a borrifação perifocal, avaliar sinais e sintomas, coletar lixo e sangue de cães suspeitos de estarem contaminados para posterior análise laboratorial. 24horasnews

Deputado propõe benefícios para interessados em concurso

Depois de terem assegurada a gratuidade da isenção do pagamento de qualquer taxa de inscrição em concursos públicos estaduais, os trabalhadores que percebam até três salários mínimos, ou se encontrem desempregados, podem agora, ficar igualmente isentos do pagamento de taxas estaduais para emissão de certidões negativas criminais e cíveis, exigidas no edital do mesmo concurso.

A proposta está tramitando na Assembleia Legislativa, contida no Projeto de Lei (PL) 20/2009 de José Domingos Fraga (DEM).

O projeto tramita nas comissões permanentes da Casa; configura em uma alteração na Lei 6.156 de 1992 de autoria da então deputada Serys Marli. Da Assessoria

Sérgio Ricardo quer campanha de incentivo à redução do consumo de água

É de autoria do 1° secretário da Assembléia Legislativa, deputado Sérgio Ricardo (PR), um projeto de lei que autoriza o Governo do Estado a instituir campanha permanente de proteção aos recursos hídricos de Mato Grosso e incentivo à redução do consumo de água.

A campanha será implementada pela inclusão de atividades educativas e informativas no âmbito da rede pública de ensino estadual e por meio de convênios com as escolas municipais, através de propaganda a ser inserida nos veículos de comunicação em geral e em parcerias com municípios ou outras entidades públicas e particulares. Da Assessoria

Valtenir Pereira entrega casas do PSH em Jaciara

Cento e oitenta e sete famílias do município de Jaciara (144 km ao Sul de Cuiabá) realizaram o sonho da casa própria no último sábado (14). Em março, serão entregues em cerca de 60 municípios de Mato Grosso outras 3,6 mil residências através o Programa de Subsídio à Habitação (PSH) apresentado pelo deputado federal, Valtenir Pereira, ao governador Blairo Maggi e ao secretário de Infraestrutura, Vilceu Marchetti, no início do ano passado. Da Assessoria

Serys propõe prazos para o encerramento das atividades relacionadas com amianto

Projeto de lei de autoria da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) estabelece prazos para o fim da extração, importação, transporte, armazenamento e industrialização do amianto e outros minérios e rochas que contenham silicatos hidratados, e também para o fim da importação e comercialização de produtos que utilizem esses minérios como matéria-prima. O PLS 30/09 aguarda emendas na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e será ainda será examinado pelas Comissões de Serviços de Infra-estrutura (CI) e de Assuntos Sociais (CAS), onde será votado em decisão terminativa. Da Assessoria

Estado credita a política de incentivos crescimento industrial

Começou na manhã desta segunda-feira o Iº Encontro de Secretários de Indústria e Comércio do Estado, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.

Na abertura da programação, o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, destacou a mudança econômica que o Estado vem sofrendo nos últimos anos, apresentando um significativo crescimento regional.

De acordo com Nadaf, a política de incentivos do Governo é responsável por essa mudança, uma vez que é o principal atrativo da vinda de grandes indústrias para Mato Grosso. Da Assessoria

Começa prazo para justificar ausência nas eleições

O prazo para justificar a ausência nas últimas três eleições começa hoje (16) e vai até 16 de abril deste ano. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 582.528 mil cidadãos podem ter o título eleitoral cancelado, caso não procurem o cartório eleitoral de sua cidade para regularizar a situação.