13 de julho de 2009

José Pereira Filho usa "bisturi" para cortar gasto de mais de R$ 1 milhão dos cofres públicos

UM MILHÃO E DUZENTOS MIL REAIS EM APENAS UM ANO

Esse montante absurdo pode ter saído dos cofres públicos da prefeitura de Tangará da Serra, ano passado, apenas para cobrir despesas com licenças médicas para professores da rede municipal.

A fonte é o próprio prefeito José Pereira Filho (PT).

Insatisfeito com esse quadro resolver comprar uma briga – vantajosa para o Município, horrível para a “galerinha” que por qualquer motivo, adora tirar uns 'diazinhos' de repouso.

A partir do mês passado, o prefeito Pereira determinou que qualquer profissional da Educação que tirar licença por apenas 15 dias consecutivos, vai arcar com o pagamento do professor substituto. E aquele que tiver licença com prazo de 30 dias acima, será remunerado pela Previdência Social.

O “bisturi” afiado do prefeito fez um corte tão bem dado, que durante todo o mês de junho, apenas uma alma penada entrou com pedido de licença.

Viu o que se pode fazer para poupar o dinheiro do contribuinte? Basta determinação e coragem.

A medida é impopular? Claro que sim. Uma minoria, certamente, não gostou nem um “tiquinho” do que fez o prefeito. Mas, eu e mais umas 60 mil pessoas aplaudimos o gesto.

Chegando novo patrocinador

Êpa!

Chegando patrocinador de peso no Diário de Tangará.

Amanhã, você verá!

Antecipadamente agradeço o apoio publicitário que esse órgão passa a dar ao nosso suado trabalho.

Trabalhar de domingo à domingo, sem direito a férias, não é moleza não.

Este espaço é assim.

Todo dia tem novidades.

O Editor

José Pereira Filho Participa da XII Marcha dos Prefeitos

O prefeito de Tangará da Serra, José Pereira Filho (PT), viaja ainda hoje, para Brasília. O principal motivo da viagem do chefe do executivo tangaraense a capital brasileira, é a sua participação na XII marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, evento que visa fortalecer o movimento municipalista brasileiro.

Só um grupo petista participa do governo Maggi

O presidente do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) de Várzea Grande (MT), Lázaro Donizete, disse neste final de semana que dos muitos grupos petistas hoje no Estado, somente o grupo ligado ao deputado federal Carlos Abicalil, o deputado estadual Alexandre Cesar e do secretário de Estado de Educação, Ságuas Moraes, participa do governo.

Ele frisou que ninguém da militância geral é sequer convidado pra nada. Outro ponto citado por Lázaro foi que até agora não se viu interesse da direção petista estadual em alavancar candidatura proporcionais, ou majoritária.

Êita!

Maggi leva Mendes para os EUA para prepará-lo para ser candidato do PR

Deu no site 24 Horas News que o PR terá candidato próprio ao governo do Estado na eleição de 3 de outubro de 2010. E não será um político de carreira.

E o partido já dá sinais de que não vai mais apoiar a candidatura do vice-governador Silval Barbosa, que nesta interinidade no governo – o governador Blairo Maggi está em férias nos Estados Unidos -, vem se esforçando ao máximo para mostrar serviço e condições de pleitear o cargo.

O interesse em ter uma candidatura própria é grande no PR. Tanto assim, que integrantes da turma da botinas – assessores mais próximos do governador -, deixaram vazar a notícia de que Maggi não viajou apenas com sua esposa, Terezinha Maggi para os Estados Unidos.

Ele foi acompanhado do presidente da Fiemt, Mauro Mendes, que no ano passado deu trabalho para Wilson Santos (PSDB), ao levar a eleição para a Prefeitura de Cuiabá para o segundo turno.

Charge do Dia

Autor: Pelicano (Bom Dia - SP)

Senadores usam gabinetes para acomodações políticas

De cada 10 funcionários dos gabinetes do Senado, 8 são indicações políticas sem concurso público. Fazem parte desta legião ex-prefeitos, deputados e vereadores que não se reelegeram, candidatos derrotados e integrantes das máquinas partidárias.

Rejeitados nas urnas, são transformados em assessores parlamentares. Os servidores comissionados (sem concurso público), muitos com perfil político, representam 83% dos funcionários lotados em gabinetes, aponta levantamento feito pela Folha de São Paulo com base em dados do Senado na internet.

Eles são hoje a principal explicação para o inchaço na folha de pagamento. O aparelhamento inclui a Mesa Diretora, órgão que dirige a Casa. E inclui funcionários que dão expediente fora de Brasília, embora não haja qualquer atividade da Mesa que não seja na capital, e isso vá contra a orientação da área jurídica do próprio Senado Federal.

A Folha identificou casos de aparelhamento político em gabinetes de senadores de seis partidos: PT, PSDB, PMDB, DEM, PTB e PDT.

Se você é assinante do UOL ou Folha de São Paulo veja AQUI a íntegra da reportagem sob o título "Senadores inflam gabinetes com seus afilhados políticos".

Assim penso

"O caos gera vida. A ordem gera o hábito".

Henry Adams