4 de agosto de 2009

Assis endurece ações contra crimes e aplica a lei que pune vadiagem

Uma cidade do interior de São Paulo levou às últimas consequências a tolerância zero contra o crime e está aplicando para valer uma lei meio esquecida, a que pune vadiagem.

Veja o site do Jornal da Globo. Um homem que andava na rua sem documentos foi abordado pela polícia e levado para uma delegacia. "Eu não aprontei, eu estou quietinho aí", disse.

Agora em Assis, no interior de São Paulo, é assim. Por causa do aumento da criminalidade, o comando das polícias civil e militar foi trocado na cidade.

Desde que o programa entrou em vigor, mais de 130 pessoas foram presas, 80 motos foram multadas, equipamentos de som de 21 carros apreendidos e 150 quilos de drogas encontrados.

Mas a ação que provocou mais controvérsia é a que recupera uma lei meio esquecida no restante do país: a que pune vadiagem.

O programa de combate à criminalidade tem alguns pontos polêmicos.

Quem for parado em uma blitz da polícia e não tiver ocupação profissional será fichado em uma das delegacias da cidade.

Está no artigo 59 da Lei de Contravenções Penais. Ficar sem fazer nada, sendo apto para o trabalho, é considerado vadiagem. A pena para esse tipo de contravenção é prisão de 15 dias a três meses. Fonte: Jornal O Globo

Assim penso

"Lealdade não é acreditar em tudo que o outro diz, ou que ele está sempre certo. Lealdade é ter um ideal em comum, e apesar das diferenças lutar por ele, confiando na boa vontade de seu parceiro".

Karl Menninger

Município entrega mais de 500 quilos de alimentos a Casa do Idoso

Imagem: Cedida

Nelli Tirelli
REPÓRTER DO BLOG

Recentemente funcionários da secretaria municipal de Assistência Social e também o secretário da pasta, Arielzo da Guia e Cruz, visitaram a Casa do Idoso, na MT 358, próximo a Unemat.

O objetivo da visita foi fazer a doação de diversos alimentos a casa, entre eles, 100 kg carne moída; 100 kg carne em pedaços; 100 kg frango; 100 kg açúcar; 100 kg macarrão e 100 kg sabão em pó.

PMDB – Como toda moeda, de dois lados

Renato Gama
REPÓRTER DO BLOG

Falar da história de lutas do PMDB é dispensável.

Quem viveu a década de 70 sabe o que representou para o Estado Brasileiro figuras saudosas como Ulysses Guimarães e Tancredo Neves.

Os anos se passaram, o grande PMDB acabou crescendo muito. Hoje, é conhecido como o maior partido político brasileiro.

Mas como toda jóia de valor está sujeita a ter seu brilho ofuscado por marcas do tempo, arranhões e amassados, o PMDB vive hoje uma lamentável polarização.

Uma ala encabeçada pelos Senadores Sarney e Renan Calheiros, comprometida com a estabilidade do Governo Lula, vale-se do apoio compartilhado para tomar medidas como os atos secretos, sem ser incomodado pela esmagadora base de apoio.

No outro pólo, sufocados encontram-se os Senadores Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos, lutando contra a maré do fisiologismo, buscando resgatar o brilho da imparcialidade, atualmente ofuscada pelas atitudes de alguns outros.

Há quem diga que a motivação de Jarbas e Simon não seja lá tão imparcial, e que a onda de denúncias (uma delas para a Revista Veja) e falas ásperas na tribuna seriam meras manobras buscando uma candidatura própria para 2010.

O Senado e o PMDB continua sendo um fiel retrato do Brasil. A vitrine do que há de melhor e do que há de pior em nossa nação.

E fica bem claro que estão do mesmo lado da vitrine as respeitadas figuras de Simon (PMDB), Jarbas (PMDB), Cristovam Buarque (PDT) e por que não dizer, o saudoso Jéferson Perez (PDT).

Renato Gama
2º. Suplente de Vereador - PMDB em Tangará da Serra