19 de janeiro de 2010

Prefeito interino prepara alteração no primeiro escalão

Lí hoje na coluna do jornalista Diego Soares (Jornal TGA) que o prefeito interino, petista José Jaconias da Silva fará alteração no primeiro escalão do governo.

Não se sabe ainda qual dos secretários municipais será substituído.

Na gestão recente do também petista José Pereira Filho, apenas as secretárias de Administração e Controle Interno e Planejamento sofreram alterações.

Segundo Soares, o Partido dos Trabalhadores sempre entendeu que deveria ocupar mais espaços na Administração. Até hoje, vem ocupando somente a Secretaria de Agricultura.

Também penso que o PT deve ocupar pelo menos mais duas secretarias. Nomes competentes o partido tem de sobra.

Aguardamos pois, para vermos quais serão as futuras mudanças.

Municípios podem concorrer a recursos para modernização de museus

Os governos municipais interessados em obter recursos para a modernização de museus podem elaborar e enviar projetos até o dia 5 de fevereiro.

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) abriu edital para selecionar propostas que concorram a recursos de R$ 100 mil a R$ 200 mil, incluindo contrapartida.

As propostas podem ser enviadas até a data estipulada para a sede do Ibram, em Brasília. O envelope deve conter a seguinte descrição “Edital Modernização de Museus”.

Não serão aceitos projetos fora do prazo. Mais informações pelo telefone: (61) 2024-6207.

Brasil "chegou tarde" nas políticas para a juventude, diz presidente do IPEA

O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Márcio Pochmann, disse que o Brasil “chegou tarde” do ponto de vista das políticas públicas para a juventude. Hoje (19), o instituto lançou a pesquisa Juventude e Políticas Sociais no Brasil, que analisa a situação dessa população em relação ao acesso a diversos direitos, como educação, saúde, cultura e segurança. Leia mais AQUI

Proposta de Eliene isenta professores de IPI na compra de computadores

Os professores da rede pública de ensino do país poderão adquirir computadores a preços mais baixos do que os praticados no mercado, com a isenção do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI).

Essa é a premissa de uma proposta analisada pela Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 6088/09, do deputado Eliene Lima (PP-MT), isenta da cobrança do IPI a aquisição de PCs por professores estaduais.

Segundo o texto, caso os docentes optem por importar os computadores, também haverá isenção do PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Comentário político do dia

Assim penso

"O otimismo é a fé em ação. Nada se pode levar a efeito sem otimismo."

Hellen Keller

O ensino médio continua órfão?

POR ARNALDO NISKIER

É INCRÍVEL, mas verdadeiro, o que se comenta sobre a educação média no Brasil. Cada novo gestor se sente atraído pela ideia de começar tudo de novo, como se ali houvesse uma grande plataforma de experimentação.

O resultado é objetivo: há uma grande deserção no alunado desse ciclo, fato que se agrava pela natural necessidade de inserção dos jovens no mercado de trabalho.

Operando no Centro de Integração Empresa-Escola, que tem mais de 45 anos de experiência na realização de estágios, sente-se como é fácil a estrutura oficial dos cursos de ensino médio, exceção feita para o que acontece nas escolas técnicas federais, que merecem todo o nosso respeito. O nosso sistema privilegia o ensino superior, hoje estagnado, mas é preciso repensar as prioridades nacionais em matéria de educação.

No caso, não se pode acusar o MEC de inércia. Propôs uma série de modificações substanciais para a implantação de um novo modelo de ensino médio. O sistema cansou de tentativas inúteis, como as que marcaram o período FHC. Nunca foi tão oportuna a lembrança do comentário do educador Anísio Teixeira: "No Brasil, o ensino médio é órfão".

Hoje, as ideias são mais claras. Deseja-se uma espécie de ensino médio nacional -e, para isso, o governo criou a lei 11.892/08 e instituiu a portaria 971, de 9 de outubro de 2009. Nasceu a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, com os institutos federais de educação, ciência e tecnologia (são 38 deles, com 311 campi no país).

Para o ensino médio integrado ao técnico ficaram 50% das vagas, nas licenciaturas, 20%, e para os cursos superiores de tecnologia ou bacharelados tecnológicos, 30%, disponibilizando especializações, mestrados e doutorados profissionais. A ascensão ao nível superior tornou-se, assim, mais natural.

À primeira vista, o observador fica meio confuso, sem saber exatamente o que é ensino médio ou o que pertencerá ao terceiro grau, mas entendemos que se trata de uma questão de tempo para a adaptação devida.Há dois aspectos a considerar de imediato: em primeiro lugar, a autonomia estadual dos currículos, que é um dispositivo de lei; em segundo lugar, o que é mais complicado, como se fará a distribuição de recursos.

O próprio ministro Fernando Haddad calculou que o modelo só funcionará bem com a média de investimento por aluno superior a R$ 2.000 (hoje, a média é de R$ 1,4 mil).Deseja-se mudar o modelo federativo, o que exigiria mexidas constitucionais, mas estariam os Estados dispostos a assumir mais esses encargos? O governo federal teria condições de suprir os Estados de acordo com as suas necessidades financeiras? É bonito pensar em regime de cooperação, mas isso não pode representar uma utopia inexequível. Seria mais um sonho frustrante.

É admirável o intuito de quebrar a barreira entre o ensino geral e o ensino técnico para aproximá-los do mercado de trabalho. Mas isso requer tempo e recursos. De toda forma, fazer com que os institutos federais de educação tecnológica, centros de excelência profissionalizante, sejam o modelo a ser expandido é uma boa ideia, para ser adequadamente implementada.

Sendo instituições de educação básica e profissional, pluricurriculares e multicampi, especializadas na oferta de educação profissional e tecnológica, nas diferentes modalidades de ensino, equiparadas por lei às 58 universidades federais, representam uma revolução na condução dos destinos da educação brasileira.

Esse hipotético "ensino médio nacional" deverá se basear numa grande mudança curricular, para o que seria essencial que o MEC e os governos estaduais operassem em perfeita harmonia, sem a mesquinharia da interferência político-partidária.

O modelo, que se encaixa no Plano Nacional de Educação, deve representar considerável expansão de matrículas (o que é muito necessário, hoje), além de tornar a educação média mais atraente e de qualidade para os jovens. Há 2 milhões deles fora do ciclo escolar, muitos talvez por absoluta desmotivação. O ensino médio ainda não encontrou o seu caminho.

ARNALDO NISKIER 74, é doutor em educação, professor de história e filosofia da educação, membro da Academia Brasileira de Letras e presidente do Ciee/RJ (Centro de Integração Empresa- Escola).

Prêmio TIM Lopes

Está aberta a inscrição para a quinta edição do Concurso Tim Lopes de Investigação Jornalista. Pode ser feita até o dia 29 que vem, pelo site www.andi.org.br/timlopes.

Chame os “piratas”

“Lula, o filho do Brasil” não emplacou.

E a trajetória de queda confirmou-se no final de semana, quando apenas 66 mil brasileiros foram às salas de cinema.

Desde a estreia da fita, pouco mais de 640 mil pessoas se dispuseram a vê-lo.

Pelo visto, o filho do Brasil vai ter de liberar os “piratas” para alcançar o povo.

Mais salas de aulas

As aulas da rede municipal de ensino de Tangará da Serra terão início no próximo dia oito de fevereiro.

A boa notícia é que o número de vagas, especialmente, para as criançinhas, aumentou consideravelmente.

Em 2010 teremos cerca de 3 mil vagas preenchidas.

A quem interessar possa

O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente.