7 de fevereiro de 2010

Pregador morre no púlpito da Igreja Batista Nacional de Tangará da Serra

Hoje, faz oito dias que um evangélico identificado por Mário, 42 anos, morreu quando procedia a introdução do sermão que pregaria, no púlpito da Igreja Batista Nacional de Tangará da Serra.


Conforme o pastor Orlando, titular da denominação no município, Mário não passou mais que cinco minutos em pé, depois que foi anunciado como o pregador da celebração religiosa dominical.


“Foi algo que nunca havia presenciado em toda a minha vida. Nem mesmo tive conhecimento de alguém que tenha sofrido um ataque cardíaco no momento da pregação” disse o pastor.


Fato é que à hora do incidente a Igreja estava lotada por mais de 200 pessoas, dentre elas, crianças, jovens, adultos e visitantes.


“Quando o irmão caiu sobre os aparelhos de sons que ficam no púlpito, inicialmente não cri no que poderia ter ocorrido. Mas, de imediato chamamos o pessoal do SAMU que chegou e passou mais de 30 minutos tentando reanimá-lo sem sucesso”, contou Orlando.


Mário ainda foi levado para o pronto socorro onde deu entrada já sem vida. Ele era casado, tinha filhos e era considerado um cristão fervoroso na comunidade.

Tá reclamando de quê?

Tá reclamando do Lula? do Wellington Salgado? do Sarney? do Collor? Do Renan? do Palocci? da Dilma? do Jucá? do sapo barbudo? Brasileiro reclama de Quê?

O brasileiro é assim:

1 - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas;
2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas;
3 - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração;
4 - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura;
5 - Fala ao celular enquanto dirige;
6 - Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento;
7 - Para em filas duplas, triplas em frente às escolas;
8 - Viola a lei do silêncio;
9 - Dirige após consumir bebida alcoólica;
10 - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas;
11 - Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas;
12 - Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho;
13 - Faz gato de luz, de água e de TV a cabo;
14 - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos;
15 - Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto;
16 - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas;
17 - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20;
18 - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes;
19. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes;
20 - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado;
21 - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são piratas;
22 - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca;
23 - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem;
24 - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA;
25 - Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho;
26 - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse furto;
27 - Comercializa vale-transporte e vale-refeição que recebe das empresas onde trabalha;
28; - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado;
29 - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem;
30 - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.

E quer que os políticos sejam honestos?

Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo ou não?

Brasileiro reclama de quê, afinal?

E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!

Vamos dar o bom exemplo! Espalhe essa idéia!

"Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos..."

Autor Desconhecido

* Texto que circula em e-mails em massa pela Internet, que o Blog entende ser interessante e capaz de provocar o bom debate e a reflexão.

A quem interessar possa

"O homem que não tem vida interior é escravo de seus arredores."

Pesquisa revela que bater não é a melhor forma de educar os filhos

Por Dorjival Silva


Punir os filhos com tapas, chineladas ou puxões de orelhas é um hábito considerado cultural em nossa sociedade. Apesar de já ter sido condenado por inúmeros profissionais que lidam com a infância, como colegas pedagogos e psicólogos, essa realidade ainda acontece em muitos lares.Um estudo realizado pelo Instituto Promundo, uma organização não-governamental brasileira, ouviu pais e crianças para compreender melhor como eles veem o fenômeno dos castigos físicos e humilhantes.

O trabalho denominado Crianças Sujeitos de Direitos apontou que as crianças relataram como piores castigos a palmada no braço; ficar de castigo no banheiro; ficar de castigo no quarto; tapa na cabeça; paulada; puxão de orelha e chinelada. Já cerca de 63% dos entrevistados afirmaram também que "crianças que não apanham ficam sem limites".

Apesar de a população estar mais esclarecida quanto à diferença entre punir e educar, muitos pais continuam agredindo seus filhos. O número de casos em que os pais agridem os filhos não tem diminuído, ao contrário disso, ainda é muito grande. Hoje com os órgãos de denúncia fica ainda mais fácil tomar conhecimento desses casos.

Durante a pesquisa, as crianças entrevistadas admitiram sentir medo, tristeza e raiva quando eram submetidas a esse tipo de punição. Os profissionais que participaram do trabalho também notaram a presença de sensações como rejeição, menosprezo e marginalização. Elas relataram humilhação e impotência pelo fato de não poderem revidar o que foi sofrido.

Existem duas consequências principais desse tipo de agressão. A primeira é física, muitas machucam, deixam marcas e até deformam as crianças. A segunda consequência é psicológica e emocional; as crianças ficam com pavor, medo, pânico do agressor, pai ou mãe. Não existe uma relação de carinho entre essa criança e quem agride. Como consequência disso, a criança pode ter depressão, baixa autoestima e baixo rendimento escolar.

Em outro relato das crianças, elas contam se sentirem ressentidas nos momentos em que sentem que seus pais não os escutam nem levam seus desejos em consideração. Há também uma carência por mais demonstrações de afeto e uma escuta atenta por parte de pai e mãe. Os pais acreditam que a criança é uma propriedade; eles se aproveitam que a criança é um ser indefeso e usam como propriedade. A melhor forma para educar os filhos ainda é o diálogo.

Para os pais existem outras alternativas de punir os filhos sem coerção física ou psicológica. Quando percebe-se uma criança mau comportada, chama-se a família, pois muitas vezes isso é reflexo do que acontece em casa. Primeiro, os pais devem conversar e mostrar por que ela está errada e não deve agir desta forma. Se essa atitude não surtir efeitos no comportamento do filho, os pais devem buscar outros métodos.

Se o filho gosta muito de jogar videogame, mas não está correspondendo com as notas ou no comportamento, os pais devem proibir o jogo até que ele dê uma resposta positiva. Mas, é claro, que tudo isso deve ser feito de forma justificada, dizendo ao filho que ele não está cumprindo com sua parte. Ele precisa sempre de um porquê. No caso de crianças, os pais devem conversar com elas na mesma linha do seu olhar; você deve se abaixar e conversar com elas. Essa é a melhor forma de conseguir resultados.

As próprias crianças que participaram da pesquisa deram como alternativa para substituir os castigos físicos o pedido para que elas não repetissem mais o comportamento que desagradou os pais. Segundo relatou a pesquisa, o castigo físico, quando aplicado por um longo período, não surte mais o efeito desejado pelos adultos, ou seja, o comportamento infantil indesejado segue acontecendo. O que as crianças afirmam é que não lembram o motivo pelo qual foram castigadas.

Os pais e mães ouvidos na pesquisa acreditam que estão batendo para educar, mas se esquecem que estão utilizando a mesma justificativa para conter ou punir a violência das crianças quando estas apresentam comportamento agressivo.Essa contribuição negativa reforça a ideia de que a violência é um método educacional aceitável e a constante exposição à agressão faz com que os pequenos recorram mais facilmente a ela no trato com as outras pessoas.


DORJIVAL SILVA - Jornalista, Teólogo e Pedagogo. Especialista em Pedagogia Empresarial. Professor de Filosofia e Pedagogia em Tangará da Serra - MT.