26 de novembro de 2010

População tangaraense se despede de cabeleireiro assassinado

A população tangaraense se despediu com muita tristeza, nesta tarde, do cabeleireiro João Vicente da Costa, morto ontem, no começo da noite, por uma quadrilha formada por 4 jovens, sendo 2 menores.

O profissional morreu de graça.

Segundo relatos, ele estava no interior de sua residência e ao ouvir barulho estranho no seu salão de beleza, anexo à residência, foi até ao local deparando-se com seus filhos, um menino e uma menina, apavorados com uma tentativa de assalto praticada pelo bando.

Querendo saber quem eram os criminosos, saiu à rua e seguiu os indivíduos que se preparavam para empreender fuga numa motocicleta.

Como teria se aproximado deles, um dos maiores sacou da cintura um revólver cabibre 38 e efetuou 2 disparos que puseram fim à vida do cabeleireiro.

João ainda teria caminhado alguns metros, mesmo baleado. Chegou a ser socorrido por familiares até um pronto socorro da cidada, mas não resistindo aos ferimentos, um deles, à altura do coração, veio a falecer.

Muito querido na cidade e dono de uma recheada pasta de clientes de todos os níveis da sociedade local e regional, João até chegou a disputar uma das vagas na Câmara de Vereadores do município. Não obteve êxito.

Mesmo assim, nunca perdeu a alegria e o jeito próprio de contruir boas amizades.

Empresários tangaraenses temem prejuízos com aprovação de Lei

O Jornal da Diário da Serra destaca em capa, na edição desta sexta-feira (26) que se for aprovada a polêmica lei que estabelecerá horários de funcionamento de bares e similares em Tangará da Serra, trará consideráveis prejuízos para proprietários do setor.

O noticioso traduz o pensamento do Sindicato dos Empregados no Comércio de Bares, Restaurantes, Pizzarias, Churrascarias, Lanchonetes, Boates e Similares do Estado de Mato Grosso (Sindecombares), presidido na cidade, pelo empresário Niversino Santana de Almeida.

O líder sindical, à reportagem, declarou que "assassinatos e distribuição de drogas não acontecem nos estabelecimentos de médio e grande porte", como vem acusando até mesmo algumas autoridades locais.

Niversino é favorável que se cuide mais da segurança da população, sem necessariamente regular o horário de funcionamento do comércio noturno.

MP quer devolução de R$ 44 mi

(Laura Nabuco) - O Ministério Público ingressou com uma ação civil pública requerendo a devolução dos R$ 44 milhões empregados na compra de caminhões e tratores pelo Governo do Estado. Quem responde pela acusação de ter superfaturado a licitação é o ex-secretário estadual de Infraestrutura, Vilceu Marchetti. Além dele, o processo cita o nome do ex-superintendente da pasta, Valter Sampaio. A polícia pediu a prisão de ambos. Leia mais AQUI

SOBRE O ASSUNTO, VEJA VÍDEO PRODUZIDO PELA TV CENTRO AMÉRICA

Finalmente, chegou a sexta-feira

Hummm... que delíciaEm algum lugar de Tangará da Serra, hoje, a partir das 20h.

Parabéns doutor Julier

Por Dejair Soares

Em audiência pública que tratou da reforma da lei eleitoral, o juiz federal de Mato Grosso, Julier Sebastião da Silva, propôs em sua palestra rever os dispositivos que permitem a contratação de cabos eleitorais. Para o magistrado, estas contratações apenas legitimam a compra de votos.

O doutor Julier está corretíssimo em defender com muita coragem o fim deste malefício da lei, que serve apenas para legitimar a compra de votos. A Justiça Eleitoral tem conhecimento dessas contratações por serem feitas entre o candidato e os cabos eleitorais. Na prática, quando o doutor Julier defende esta tese, a Justiça Eleitoral está tornando o processo democrático num balcão de compra de votos. Os candidatos que dispõem de mais recurso financeiro podem contratar maior quantidade de cabos eleitorais.

Objetivo dessas contratações é fazer a “divulgação do candidato”, mas na verdade, a sua grande missão está em cadastrar o maior número de eleitores, entre eles os seus familiares e amigos. Eles nada mais são do que a oficialização do boca de urna, sistema em que todos os cabos eleitorais têm uma meta de cadastro e no dia das eleições tem que garantir esses votos para o seu candidato. A grande maioria dos políticos começa as eleições contratando aqueles “líderes de bairros” com maior potencial eleitoral na certeza que farão grandes contratações e terão maior quantidade de votos.

Já no século 19, o pensador liberal John Stuart Mill dizia que o representante é consequência do voto dos eleitores, ou seja, talvez não adiante usar camisetas do tipo "tenho vergonha do Congresso Nacional". O Congresso não está separado de nós. Mesmo que sejamos parte de uma minoria, também integramos a sociedade que conduziu esses políticos aos cargos e pagamos os tributos que os sustentam. Para Fernando Sabino, "democracia é oportunizar a todos o mesmo ponto de partida. Quanto ao ponto de chegada depende de cada um”.

O doutor Julier foi muito feliz quando criticou, na reforma eleitoral, esta legitimidade da compra de votos. No seu ponto de vista jurídico eleitoral ele está defendo o princípio de Fernando Sabino, que é de oportunizar a todos o mesmo ponto de partida. Enquanto uns candidatos têm o poder aquisitivo de fazer mais de 5 mil contratações, com o compromisso de “divulgar a sua campanha”, fato que não passa de pura hipocrisia eleitoral quando alegam estar gerando emprego, na verdade, fortalecem cada vez mais o que disse Bertolt Brecht.

"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, os preços do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio. Dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe, o imbecil, que da sua ignorância política nasce à prostituta, o menor abandonado e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais”

Para muitos brasileiros talvez seja mais fácil não ter posição, submeter-se ao poder, fingir que nada vê e nada ouve. Mas sua postura é uma armadilha perigosa. No fundo, os governantes respeitam mesmo os que militam, por isso, empenham-se tanto em destruí-los. O não militante é como um outdoor velho, perdido na paisagem. Ninguém liga para ele, embora ocupe espaço. É apenas um nome a mais na folha de contratações dos políticos. Um dia após as eleições todos estão demitidos.

O “militante” (de contrato eleitoral) que não tem compromisso costuma fazer o jogo dos outros. Ele vende a sua fala sem se aperceber disso. É um ingênuo porque acredita que está contribuindo para o progresso da sociedade. Torna-se um mero porta-voz de políticos. Muitos desses “militantes”, especialmente os que se proclamam não políticos, sem ideologia, não sintonizados com a verdade e a objetividade, costumam repudiar a verdadeira militância política, como se o compromisso com ideias ou causas fosse um equívoco.

A maioria deles praticam a militância (de contrato eleitoral) mesmo estando neutro. Esta é uma condição absolutamente militante. Não se pode ficar neutro quando se contempla a injustiça social, quando se depara com políticos corruptos e ficha suja. É muito difícil ver e ouvir alguém comentar nas mesas de bares, universidades e até nas vizinhanças, sobre a votação dos projetos de lei, das manobras políticas, nas relações de poder, do trabalho do seu parlamentar e avaliando os chefes dos poderes Executivo estadual e municipal.

O doutor Julier está certo em defender com garra o fim dessas contratações. Mesmo contrariando a classe política, esse assunto é extremamente importante e ignorá-lo é um delito contra a integridade do país onde vivemos. É querer o enfraquecimento da democracia brasileira.

Dejair Soares é publicitário, pós-graduado em gestão pública e ambiental e ex-diretor Comercial da Companhia de Saneamento de Cuiabá (Sanecap)

Deputado descobre a ‘cura’ para o homossexualismo

A melhor maneira de comprovar o bom senso de certos personagens é acreditar que o bom senso não existe.

Tome-se o exemplo de Jair Bolsonaro (PP), que acaba de ser devolvido à Câmara pelo eleitorado do Rio.

O deputado encontrou uma fórmula mágica para “curar” o homossexualismo. Consiste no seguinte:

"Se o filho começa a ficar assim, meio gayzinho, [ele] leva um couro e muda o comportamento dele".

Não acredita que o deputado tenha proferido a tolice? Pois pressione aqui e assista com esses seus olhos que a terra haverá de comer. Do blog de Josias de Souza

O Rio de Janeiro não é o Brasil

Desde o último domingo, a cidade do Rio de Janeiro se tornou um campo de guerra entre polícia e bandidos. Os marginais, que estão perdendo espaço por causa da ocupação da PM nos morros, realizaram vários ataques incendiando carros e ônibus. Várias pessoas foram mortas.

Não é de hoje que o Rio de Janeiro enfrenta essa situação com a criminalidade. O caos é antigo, mas sempre que esse problema volta à tona, com maior densidade, se torna manchete nos jornais do Brasil inteiro. Leia mais AQUI

Justiça libera 43 presos em Tangará da Serra

Repercute negativamente em Tangará da Serra, o fato de a Justiça ter liberado da prisão no início desta semana, 43 indivíduos para passarem o período de Natal em "casa".

Dois desses "liberados" podem estar envolvidos com o latrocínio do cabeleireiro João Vicente, ocorrido nesta quinta-feira (25), por volta das 18h30, na área central da cidade.

A imprensa está alertando a população a manter constante vigilância.

Pesar

Registro com pesar o latrocínio do cabeleireiro tangaraense Jõão Vicente, conhecido como João Mão-de-tesoura, ontem, por volta das 16h30, no seu salão de beleza, localizado numa das ruas mais movimentadas do centro de Tangará da Serra.

Sem quórum, TRE adia sessão que julgaria cassação de Silval

(Sissy Cambuim) - Com a ausência de quatro membros do Pleno, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) teve que adiar a sessão ordinária desta quinta (25). Estava prevista para esta sessão a apreciação das representações contra o governador reeleito, Silval Barbosa (PMDB), que chegou a entrar na pauta desta quarta (24), mas acabou sendo adiada.

Duas representações movidas pela coligação “Mato Grosso Melhor pra Você”, encabeçada pelo empresário Mauro Mendes (PSB), derrotado por Silval, pedem a cassação do mandato do governador, juntamente com o de seu vice, Chico Daltro (PP). Ambas receberam o pedido de vista do juiz membro Jefferson Schneider. Leia mais AQUI

Prefeitos pedem socorro e Silval pode adotar PAC

(SONIA FIORI) - O governador Silval Barbosa (PMDB) deve assumir o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC I) de Cuiabá e Várzea Grande. Numa reunião a portas fechadas, realizada ontem à tarde no Palácio Paiaguás, os prefeitos da Capital, Chico Galindo (PTB) e da cidade vizinha, Murilo Domingos (PR), pediram “socorro” ao Executivo estadual para assegurar a execução do programa que soma aproximadamente R$ 400 milhões entre os dois municípios. Temendo a perda da verba federal, Galindo admitiu que o Estado deve se tornar a principal peça no quebra-cabeça da gestão e execução do PAC. Leia mais AQUI

Antibióticos só com receita médica a partir de domingo

(Raquel Ferreira) - A venda de antibióticos começa a ser controlada nas farmácias e drogarias, conforme determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em combate à automedicação que pode ocasionar resistência de microorganismos, dificultando seu combate.

A exemplo do que ocorreu com a Klebsiella Penumoniae Carbapenemase (KPC), a superbactéria, que fez vítimas em vários estados, inclusive com mortes. Em Cuiabá, ocorreu somente um caso suspeito, mas foi descartado por exames laboratoriais.

A venda controlada começa a valer no domingo para todo o Brasil. A determinação foi publicada no Diário Oficial da União no dia 28 de outubro com prazo de um mês para entrar em vigor.

Na Capital mato-grossense, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), todas as unidades de saúde estão recebendo orientações sobre o procedimento de venda dos antibióticos. E já prevê a dificuldade em colocar em prática as determinações.

As receitas serão emitidas em 2 vias. A primeira via ficará retida no local de venda e a segunda será devolvida ao paciente com carimbo, comprovando o atendimento.

A norma definiu, também, novo prazo de validade para as receitas, que passa a ser de 10 dias, devido às especificidades dos mecanismos de ação.

Maluf é indicado para chefiar a Saúde em MT

(Marcos Lemos) - A Assembleia Legislativa deve indicar nos próximos dias o deputado Guilherme Maluf (PSDB) como futuro secretário de Saúde do governo do Estado, uma das áreas mais problemáticas e onde o Executivo tem encontrado o maior volume de reclamações. A proposta para os deputados teria partido do presidente da CPI da Saúde, Sérgio Ricardo (PR), 1º secretário do Parlamento estadual que explica ser necessário se ter uma pessoa de credibilidade e da área para contornar uma série de questões e entraves, tanto políticos quanto profissionais. Leia mais AQUI

Assim penso

Os vereadores são representantes do povo e têm a responsabilidade de aprovar aquilo que é o melhor para a cidade.

G-5 tangaraense cada vez mais fortalecido

O G-5, grupo formado pela bancada de oposição na Câmara de Vereadores de Tangará da Serra tende a comandar a mesa diretora da casa, no ano vindouro. O presidente seria o democratas Miguel Romanhuk, tendo como seu vice, o petebista Luiz Henrique Matias.

A quem interessar possa

"Acredita que vale a pena viver, e a tua convicção ajudará a criar esse fato".

Sobre as motocicletas

As motos paradas ocupando parcela da via que bem poderia servir para escoar o trânsito estão, pelo contrário, atravancando-o e ameaçando a integridade das pessoas e fatos provocadores de acidentes de grande monta. Alô Tangará, passa da hora de resolvermos esse problema.

Dengue: desafio constante

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, admitiu que a dengue no Brasil é e será um desafio permanente para o país enquanto não existir uma vacina. Ele acredita que a vacina só esteja disponível no prazo mínimo de quatro anos.

Mesários faltosos

Os mesários que não compareceram nos dois turnos da eleição 2010 devem procurar os cartórios eleitorais para justificar a ausência. O prazo de justificativa, para quem não compareceu no dia 31 de outubro vai até a próxima terça-feira, 30.

A multa para o mesário que faltou e não justificou a ausência varia de R$ 17,57 a R$ 35,14. Nos casos em que a mesa receptora deixou de funcionar, devido a ausência do mesário, a multa pode ser de R$ 35,14 a R$ 70,28.