24 de dezembro de 2010

Feliz Natal e um 2011 repleto de muita alegria e felicidades

É Natal.

E porque o Natal, é uma das mais importantes datas do nosso calendário cristão, também sendo cristão, aproveito o belo momento para desejar grandes e imensuráveis coisas na vida de todos os amigos e amigas que acompanham nosso trabalho através desta página eletrônica.

Meus votos são para que nossas famílias sejam fortalecidas ainda mais pelos laços do amor e da fraternidade.

Além de fortalecidas por correntes de solidariedade, desejo que todas, indistintamente, sejam também tomadas pela paz e a esperança em dias melhores.

O amor de Cristo nos constrange a desejar o bem até mesmo àquelas pessoas que de alguma forma lutaram para impedir a gente realizar nossos sonhos.

Peço muito ao bom Deus que não deixe faltar comida para as pessoas mais carentes, nesta reta final do ano e no decorrer do próximo.

Então, FELIZ NATAL e Um 2011 repleto de muita alegria e felicidade para todos nós!

DORJIVAL SILVA
FRANCIELE CAROLINE DA SILVA
SUSAN DJILLAS CARLOS SILVA
SOFIA KATARINE DE SILVA

Vereadores teriam avalizado canalização de recursos para Jardim Califórnia

Uma fonte ligada ao legislativo tangaraense confirmou ao Diário de Tangará que de fato houve recentemente uma reunião informal entre os vereadores, oportunidade em que ficou definido que os R$ 300 mil que seriam devolvidos pela Câmara aos cofres da prefeitura, seriam destinados para investimentos no bairro Jardim Califórnia, onde reside o vereador Roque Fritzen (PDT).

A fonte não afirmou que o destino desses recursos para o Califórinia condiciou o voto de Fritzen no candidato a reeleição da Mesa Direitora, Miguel Romanhuk. "Mas pode ter ajudado", disse.

Fato é que Romanhuk, candidato da oposição, foi reeleito também com o voto do vereador do bairro Califórnia. Mas é delicado dizer que Fritzen teria votado por saber que seu bairro seria beneficiado com tamanho recurso ao apagar das luzes de 2010.

Sobre os outros votos que confirmaram a reeleição de Romanhuk quase ninguém tem ousado comentar. No entanto, a fonte disse ao blog que todos eles tiveram algum tipo de interesse próprio.

O vereador Luiz Henrique Matias deu seu voto porque queria ser vice-presidente. José Pereira Filho, porque queria ser primeiro-secretário. O voto de Zedeca teria sido apenas porque ele não votaria jamais numa candidatura avalizada pela situação.

O tempo passa e cada vez mais percebe-se que a eleição de um presidente de Câmara Municipal em qualquer município brasileiro é sempre tomada por jogos de interesses. E sempre ganha quem tem mais habilidade para se articular.

Miguel ganhou porque soube se "rebolar".

PAC sofre corte profundo

O Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), a menina dos olhos da presidente eleita Dilma Rousseff, sofreu um corte de R$ 3,368 bilhões no projeto de lei do Orçamento de 2011, aprovado na noite de ontem na Comissão Mista de Orçamento (CMO). Com isso, o programa ficará com R$ 40.150 bilhões.

Disque 100 passa a receber outros tipos de denúncias

O Disque 100 passará a atender moradores de rua; lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros (LGBT) e idosos. Criado desde 2004, o serviço presta informações, recebe e encaminha denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes. O serviço é gratuito e atende 24 horas.

TSE investirá R$ 143 milhões na compra de urnas eletrônicas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou a compra de 117.835 urnas eletrônicas, que serão usadas nas eleições municipais de 2012. O modelo, com leitor biométrico é o mesmo usado em 60 municípios no pleito eleitoral deste ano. O custo será de R$ 143 milhões.

Gastos nas campanhas eleitorais

As campanhas eleitorais deste ano para a Presidência da República e governos estaduais somaram gastos de R$ 3,23 bilhões, incluindo as despesas referentes ao segundo turno para presidente e para governador de oito estados e do Distrito Federal. Os dois principais candidatos à Presidência da República - Dilma Rousseff e José Serra - gastaram R$ 264,75 milhões.

Saúde

O Conselho Federal de Medicina (CFM) e o futuro ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendem a aprovação da lei que fixa os percentuais mínimos a serem investidos anualmente em saúde pela União, por estados e municípios.