19 de dezembro de 2011

Educação no século XXI



Em um cenário onde pensamos na inserção da tecnologia na educação, o que deve ser repensado? Alteram-se os parâmetros com que a educação deve ser pensada? Que tipo de reflexão deve ter o profesor e que tipo de questionamento cabe a ele instigar em seu aluno?

Professor, autor?


Essa palestra será focada no professor e partirá da seguinte questão: professor é ou não é autor? E o que falta para ele ser autor? Que postura deve assumir o professor autor? E o que ganha a Educação com o professore autor?
Será realizado um debate no formato aquário, no qual os professores tomam parte da atividade e exerçam um papel de protagonista. Nelson Pretto conduzirá o evento, com perguntas e provocações, incitando a discussão do papel do professor em relação ao material educativo.

Desafios da mobilidade - uso de laptops, tablets e celulares na educação



Conforme a 4ª Pesquisa sobre o uso das Tecnologias da Informação no Brasil (TIC Domicílios 2008), realizada pela Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), cada vez mais no Brasil utiliza-se do celular para enviar ou receber imagens, acessar músicas ou vídeos. O celular, os laptops e os tablets, querendo ou não, já se tornaram ferramentas educacionais. Ao professor, resta o desafio: como inserí-las no cotidiano escolar de maneira proveitosa e frutífera para o aprendizado? Esse será o tópico do bate-papo dos nossos convidados para essa atividade, todos com experiências bem-sucedidas em ferramentas educacionais que envolvem mobilidade. Serão abordados os principais desafios da inclusão das mesmas no cotidiano escolar.

7 de dezembro de 2011

Instituto Procede estreia em janeiro com pesquisa política em Tangará da Serra

O recém fundado Instituto Procede realiza em janeiro de 2012 sua primeira pesquisa de opinião na cidade de Tangará da Serra.

Nossos pesquisadores vão descobrir quem é quem na corrida eleitoral rumo ao Palácio Tangará, atualmente ocupado pelo tucano Saturnino Masson.

A pesquisa (totalmente amparada pelas leis brasileiras) buscará descobrir também quais nomes estarão em melhor evidência na corrida por cadeiras na Câmara de Vereadores.

Posição social, sexo, idade e grau de escolaridade também serão revelados do quadro pesquisado.

Aguarde!

O país das corporações

"Foi só o STF declarar a inconstitucionalidade da exigência do diploma de jornalista para o exercício da profissão que muitos políticos de todos os naipes se articularam para reintroduzí-la, dessa vez via emenda constitucional. Se a proposta que tramita no Senado for em frente, o mais provável é que volte a ser analisada pela corte com boa chance de ser derrubada outra vez. A insistência com que se volta ao tema, porém, é reveladora de um dos grandes problemas do Brasil: assombrados por um espírito levemente fascista, não nos vemos como cidadãos de uma República, mas como representantes de uma determinada categoria profissional ou segmento social que seria detentor de "direitos naturais". Nesse esquema, a ação política consiste em inscrever em lei as reivindicações oriundas desses direitos e esperar que o Estado as implemente. Viramos o país das corporações".
(autor: Hélio Schwartsman - Folha de S. Paulo - edição de 06.12.2011). 

BARAFUNDA
E segue o autor acima: "A dificuldade é que, como todo mundo faz o mesmo, o arcabouço legislativo se torna uma barafunda de reivindicações sindicais promovidas a norma geral. Elas são tantas que fatalmente se chocam. É nesse contexto que se inscrevem as guerras entre médicos e enfermeiros em torno das casas de parto ou entre psiquiatras e psicólogos pelo direito de diagnosticar. Pior para os parentes e para a sociedade".
PROJETOS
"Para provar que não exagero, uma rápida consulta a base de dados do Congresso revela dezenas de projetos de regulamentação de ofícios. Apesar da Constituição afirmar que a regra geral é a do livre exercício de profissões, legisladores buscam regular (e portanto restringir) as carreiras de modelo de passarelas., filósofo, detetive, babá, escritor, cerimonialista, depilador, etc. Já resvalando no reino da fantasia, busca-se também disciplinar a ocupação de astrólogo e terapeuta naturista".
PAPAI NOEL
E o autor acima encerra o seu escrito de forma contundente: "Pergunto-me como os nossos parlamentares puderam esquecer de Papai Noel e das indispensáveis fadas". (Pela transcrição).

PARCERIA

Para combater os entraves que impedem a plena eficácia da Lei Maria da Penha, Executivo e Judiciário assinaram ontem um acordo de cooperação técnica em que se comprometeram a adotar medidas em favor da lei. Dados da Secretaria de Políticas das Mulheres demonstram que, apenas em 2011, 42 mil mulheres foram assassinadas, 70% delas em casa.

5 de dezembro de 2011

Traficante chegando primeiro que o educador

Com base em tudo quanto tenho lido, estudado e escutado eu sempre afirmo que o móvel da quase totalidade dos crimes nos dias de hoje tem a droga por trás deles.

Nos últimos tempos esses índices de criminalidade estão num crescendo em nosso meio que chega a impressionar o mais incauto dos cidadãos.

Tanto houve uma incidência maior dos pequenos crimes como também daqueles grandes atos de violência.

E as nossas autoridades até agora têm se mantido, senão imobilizadas, no mínimo paralisadas sem ação porque não sabem o que fazer ou sem saber como agir.

Muitas das famílias ficam mesmo sem ação diante dessa mesma criminalidade sempre temerosas de que as drogas roubem os seus filhos para sempre.

Li recentemente um artigo de um político que dizia que estamos diante de uma situação de alta vulnerabilidade, onde o traficante de drogas chega primeiro que o educador.

Hoje a gente pode observar claramente que o uso da droga se aliou ao crime organizado. Por isso, mais do que nunca estamos necessitados de uma política pública de prevenção ao uso de entorpecentes pelos nossos jovens.

As drogas hoje, como diz o parlamentar, é a química que pode intoxicar o corpo e a alma dos nossos filhos.

AUTORA: Franciele Caroline Silva
Licenciada e Bacharelada em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT).

FinaL de semana violento deixou duas mortes em Tangará da Serra

Final de semana tenebroso em Tangará da Serra. O resultado dos muitos acidentes automobilísticos deixou dois homens sem vida, ambos de 39 anos de idade. Um deles caiu de sua motocicleta numa rotatória da avenida Tancredo Neves. Faleceu no local. A outra vítima capotou o veículo que pilotava na MT 240 entre Tangará da Serra e Santo Afonso.

Lupi: vai tarde demais


Conforme prometido na sexta-feira, a presidente Dilma Rousseff resolveu a situação de Carlos Lupi (PDT) tão logo chegou da Venezuela. Ontem, pela manhã, ela recebeu um e-mail do então ministro do Trabalho com a carta de demissão. Em seguida, ele telefonou para Dilma e os dois se encontraram no Palácio da Alvorada no início da noite, quando Lupi entregou pessoalmente a carta de demissão que já havia preparado no sábado.

O gesto selou a separação depois de uma série de denúncias (veja quadro) e bravatas do ministro, como o “Dilma eu te amo”. O ministério agora fica a cargo do secretário executivo, Paulo Roberto Santos Pinto, interinamente, enquanto não vem reforma ministerial de janeiro. Até lá, a guerra nos bastidores pelo Ministério do Trabalho promete ser grande, uma vez que Dilma não deu qualquer garantia de que manterá o cargo com o PDT.

As declarações de Dilma na Venezuela foram o tiro de misericórdia, ou “a bala de prata”, que levou Lupi a entender que não havia saída: ou ele pedia demissão ou Dilma o demitiria hoje, depois da reunião de coordenação do governo — aquela em que a presidente avalia a semana com os ministros do Palácio do Planalto. O PDT considerou que Dilma tinha sido muito clara ao dizer que não era propriamente uma pessoa “romântica”. Ela falou ainda que era dada a análises objetivas e que resolveria o assunto quando voltasse da viagem.

Para bons entendedores, o recado estava dado. “O que vale é o que diz a presidenta”, comentou com Lupi o presidente da Fundação Leonel Brizola Alberto Pasqualini, Manoel Dias, um dos que tentou convencer o ministro de que a situação estava difícil. Lupi, então, partiu para escrever a carta: “Tendo em vista a perseguição política e pessoal da mídia que venho sofrendo há dois meses sem direito de defesa e sem provas; levando em conta a divulgação do parecer da Comissão de Ética da Presidência da República — que também me condenou sumariamente com base neste mesmo noticiário sem me dar direito de defesa — decidi pedir demissão do cargo que ocupo, em caráter irrevogável”, disse Lupi, na carta. “Faço isso para que o ódio das forças conservadoras e reacionárias deste país contra o trabalhismo não contagie outros setores do governo”, completou.

No fim da noite, foi a vez de Dilma. Nota da secretaria de Imprensa e Divulgação do Planalto afirmava que a presidente agradecia “a colaboração, empenho e dedicação” do ministro e que “tem certeza de que ele continuará dando a sua contribuição ao país. No mesmo texto, ela confirmava a indicação do secretário-executivo, Paulo Roberto Santos Pinto, “interinamente”.

A conversa entre Dilma e Lupi foi seca e rápida, uma vez que não havia muito mais o que dizer. Afinal, na quinta-feira, quando o ministro esteve coma presidente no Planalto, ele já havia feito toda uma defesa a respeito das acusações, muitas das quais o governo deu os ombros. Lupi dissera inclusive que não sabia que era proibido acumular cargos de assessoria, como fez, sendo um na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro e outro em Brasília, na Câmara Federal.

Com a saída de Carlos Lupi, o PDT espera recuperar fôlego e, assim, evitar que o Ministério do Trabalho caia nas mãos de representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT). A cada denúncia nova sobre Lupi crescia o nome de José Feijó, ex-vice-presidente da entidade, que, em abril, foi convidado para trabalhar com o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Nos bastidores há quem diga que, se a presidente Dilma entregar o ministério para a CUT, a Força Sindical pode reunir as demais centrais e começar a bagunçar a vida no governo com manifestações por todo o país.

ILEGAL

O montante de apreensões de produtos falsos, contrabandeados e piratas triplicou nos últimos seis anos no Brasil, de acordo com o Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP). Somente em 2010, o governo apreendeu R$ 1,27 bilhão em mercadoria. Em Mossoró, é forte o comércio, sobretudo de CDs e DVDs piratas, em lugares públicos.

A queda de Lupi e o instinto de Dilma

Embora tenha ficado irritada com a decisão da Comissão de Ética da Presidência da República, que deveria reportar diretamente a ela, Dilma Rousseff tem outros motivos para manter, por enquanto, bem entendido, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, no cargo. Dilma não gostou da publicidade dada ao caso, antes mesmo que ela fosse oficialmente comunicada da decisão do colegiado. Tanto que ganhou tempo, pediu mais detalhes e explicações e embarcou para sua viagem programada à Venezuela. Deixou a crise para trás, correndo o risco calculado de ficar com o ônus de cumplicidade com o ministro por mais tempo. Na volta, a carta de demissão de Lupi já deve estar sobre sua mesa ou a caminho.

A presidente pretendia deixar para demitir Lupi junto com a reforma ministerial, para não ser obrigada a manter um pedetista na pasta do trabalho. Arranjava outro ministério para abrigar o partido e não deixava ninguém melindrado. Carlos Lupi sai da equipe de Dilma, mas não cai no ostracismo. Volta à presidência do partido e terá a insatisfação de boa parte da bancada na Câmara dos Deputados e de mais da metade do Senado a seu favor. Tudo pode começar com uma declaração de independência, como fez o PR do senador Alfredo Nascimento. E pode virar oposição, de olho em 2014.

Por isso Dilma teve tanta paciência, além é claro de saber que Lupi se abrir a boca vai fazer estrago grande. Na opinião de um pedetista de alto escalão, Dilma tinha que tratar Lupi com carinho, se tirá-lo do governo, tirar carinhosamente. Foi o que ela fez. Se o próprio Lupi realmente deixar o governo, terá dividendos políticos por ter seguido seu instinto. Talvez o instinto de mãe, quem sabe o de avó. E diziam que era Lula o instintivo.

Cérebro insensível é mais vulnerável à corrupção, dizem pesquisadores

Uma pessoa que não tem medo diante de ameaças e que não sente indignação está mais vulnerável ao comportamento corrupto.
A hipótese, baseada na análise de imagens do cérebro captadas por meio de ressonâncias magnéticas funcionais e em exames que detectam as descargas de adrenalina do sistema nervoso, foi apresentada hoje no congresso Cérebro, Comportamento e Emoções, em Gramado, pelo neurologista André Palmini, da PUC do Rio Grande do Sul.

Palmini explicou que há um senso de justiça presente no cérebro de quase todas as pessoas. Quando presenciamos a justiça sendo feita, sentimos uma identificação com isso, uma empatia. Se vemos uma injustiça, sentimos nojo. "Quando sentimos nojo, ativamos a ínsula, região do cérebro essencial para o comportamento moral", disse o médico. Daí vem a sensação de indignação que normalmente surge diante da corrupção. Mas, como cada cérebro é diferente, há quem tenha reações diferentes.

De acordo com as pesquisas citadas pelo médico, é possível observar as conexões entre as regiões morais do cérebro: o cíngulo anterior e a ínsula. Assim como cada região do cérebro tem funções específicas, essas conexões também desempenham seus próprios papéis.

Nesses estudos, foram aplicadas escalas para medir o nível de empatia das pessoas em relação à sociedade. Quanto menor a conexão entre essas duas regiões emocionais e morais do cérebro, menor a capacidade que o indivíduo tem de funcionar socialmente. Em pessoas com conexões mais fortes, havia maior capacidade de indignação e entendimento da moral.

"O status dessas redes neurais influenciam a maneira como valorizamos os estímulos do ambiente. Isso varia muito entre as pessoas e é a base de como sentimos o mundo e como tomamos decisões", disse Palmini.

Em outro estudo, que media a reação de adrenalina em pessoas submetidas a situações de estresse, por meio da condutividade elétrica da pele, algumas não reagiam às ameaças. De acordo com o neurologista, isso indica que elas eram insensíveis. "Essa condição leva à tomada de decisão inadequada, porque a pessoa fica vulnerável a correr riscos desnecessários."

Crianças que apresentaram essa falta de reação aos três anos não respondiam a punições verbais. Aos oito, elas já tinham comportamentos agressivos. Elas não eram sensíveis ao meio, não mobilizavam seu "cérebro emocional".

"Quem não se condicionava, não tinha medo, tinha mais risco de cometer crimes mais tarde, aos 20 anos", afirmou Palmini.

Um cérebro que amadurece nessas condições fica mais predisposto a ter uma personalidade psicopata, segundo o médico. A ausência do medo da punição facilita o comportamento corrupto, aliada aos fatores ambientais, como a oportunidade de cometer delitos.

CORRUPTOS LESADOS

O pesquisador Antoine Bechara, da Universidade de Iowa, também apresentou sua explicação para esses comportamentos desviantes.

A ausência de moral do corrupto, segundo Bechara, é similar àquela apresentada pelos psicopatas, que não se preocupam com o outro. "Em pessoas normais, os valores morais e os riscos são ligados. Não há por que violar as regras", disse o neurologista.

O pesquisador afirma que há duas explicações para o cérebro corrupto. Ou há uma lesão cerebral, por motivos genéticos ou traumas sofridos na infância, ou a pessoa não tem lesão alguma, mas cresceu em um ambiente onde a corrupção não é punida.

O primeiro grupo não tem como aprender a diferenciar certo e errado, mesmo que sofra punições. Já o segundo pode conseguir se ajustar, se houver mudanças no ambiente.

De acordo com Bechara, pessoas com anormalidades no córtex pré-frontal repetem os erros, ainda que tenham uma alta capacidade intelectual. "Elas podem até ser mais bem sucedidas do que as pessoas normais, dependendo do meio em que atuam", disse o neurologista.

Ele explica suas conclusões por meio de um teste de jogo chamado Iowa Gambling Test. Nesse exame, são exibidas quatro possibilidades de aposta para o voluntário. Um par dá mais ganhos imediatos, mas leva a perdas maiores a longo prazo. O outro dá menos benefícios imediatos, mas resulta em um ganho grande no final.

Pessoas sem lesões cerebrais, em geral, sabem escolher a opção mais vantajosa a longo prazo. Quando há a lesão no córtex frontal, a pessoa erra mesmo quando já sabe qual é a melhor escolha. "Ainda que elas tenham uma reação negativa em relação à perda, não temem essa punição na hora de tomar a decisão", explicou Bechara.

Além de serem destemidas, essas pessoas não julgam moralmente os outros. Em testes que apresentam aos voluntários uma história de tentativa de homicídio que não dá certo, os normais acham isso um crime. As pessoas com lesão se mostram mais permissivas.

O curioso, segundo o neurologista, é que há pessoas normais que se comportam como se tivessem a lesão cerebral. Talvez, disse ele, elas tenham algum problema cerebral indetectável em exames. "Essas pessoas também são vulneráveis a comportamentos antissociais como a corrupção."

Ao final, Bechara lembrou que os psicopatas não são só os assassinos. "Eles estão na sociedade. Podem ser empresários, políticos, pessoas que não cometem crimes violentos, mas que exploram os outros, são imorais, usam cargos públicos para enriquecer e prejudicar os outros. Está na hora de revisitar as causas cerebrais para estudar o comportamento corrupto."

* http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/749745-cerebro-insensivel-e-mais-vulneravel-a-corrupcao-dizem-pesquisadores.shtml

1 de dezembro de 2011

O que a grande imprensa vem dizendo sobre a robalheira em Tangará da Serra

Fraudes e desvios na saúde continuam após saída de Oscip

24Horas News - ‎há 17 horas‎
Auditoria realizada pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso revelou que novas irregularidades envolvendo recursos da área de saúde, em Tangará da Serra. Segundo o estudo técnico do TCE, as fraudes continuaram mesmo após a ter rompido o contrato ...

Ladeia e Joconias são multados

Diário de Cuiabá - ‎29/11/2011‎
O ex-prefeito de Tangará da Serra, Júlio Cesar Ladeia (PR), eo seu vice, José Jaconias (PT), foram multados em R$ 5,8 mil e R$ 5,2 mil, respectivamente, pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), após ter as contas de gestão do município referentes ao ...

Após fraudes de R$ 6 mi em licitações, ex-prefeitos de Tangará tem ...

O Documento - ‎29/11/2011‎
As contas anuais de 2010 da Prefeitura Municipal de Tangará da Serra foram julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso, em sessão plenária realizada nesta terça-feira. As contas são de responsabilidade dos prefeitos José Jaconias da ...