30 de janeiro de 2011

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Brasileiros já pagaram mais de R$100 bilhões em impostos este ano

Findo o primeiro mês do ano, e os brasileiros já pagaram mais de R$100 bilhões em impostos aos governos municipais, estaduais e federal. O cálculo é do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), que destaca que este valor foi atingido no dia 26 passado.

Em 2010, o valor de R$ 100 bilhões foi atingido um dia depois, ou seja, 27 de janeiro. Mas esta marca foi se adiantando cada vez mais nos últimos seis anos. Em 2005, o valor surgiu só em 18 de fevereiro; em 2006, apareceu no dia 14 de fevereiro; em 2007, no dia 9; em 2008 e 2009, no dia 2.

Este tal DPVAT arrebenta proprietários de veículos

O valor do Seguro Obrigatório este ano sofreu um aumento de 7,38%, mas o valor da indenização permanece o mesmo. A taxa será de R$ 101,16 para os proprietários de carros e de R$ 279,27 para motos.

Os riscos das gorduras trans e saturadas

A ingestão de gorduras trans e saturadas aumenta o risco de depressão em até 48%, conclui uma pesquisa recente feita na Espanha. Ambas fazem parte exatamente de várias guloseimas apreciadas pelas crianças: bolachas recheadas e similares.

Hora de cobrar melhorias para vários setores de Tangará da Serra

Queria muito que o Ministério Público do Mato Grosso iniciasse 2011 com "todo o gás" para cobrar melhorias em áreas estruturais nas cidades mato-grossenses. Em Tangará da Serra, por exemplo, pelo menos seis processos precisam ser intensificados cobrando melhorias em vários setores.

As ações do MP poderiam abranger questões como limpeza da cidade, rios e afluentes, faixa de pedestres, especulação imobiliária, reestruturação de escolas, funcionamento do aeródromo municipal, construção do hospital municipal.

Entendo também como necessárias uma série de audiências públicas. A comunidade precisa se vestir também do desejo de ver o exposto acima posto em prática.

Gastos efetivos com prevenção de calamidades no país não chegam a 10%

Estudo técnico feito pela liderança do Partido Verde (PV) na Câmara mostra que os custos destinados à reconstrução de municípios atingidos por desastres naturais no Brasil é, em média, 10 vezes maior do que o dinheiro destinado a ações e políticas de preparação e de prevenção de tragédias. Ainda segundo o levantamento, os gastos efetivos com prevenção de calamidades no país não chegam a 10% dos recursos autorizados no Orçamento Geral da União (UGU).