25 de fevereiro de 2011

Condenado à prisão vereador que agridiu jornalista em Pontes e Lacerda

O vereador cassado Lourivaldo Rodrigues de Morais, conhecido como Kirrarinha, foi condenado à prisão em regime aberto, pela agressão à jornalista Márcia Pache, da TV Centro-Oeste, afiliada do SBT no município de Pontes e Lacerda (MT).

Em junho de 2010, Kirrarinha agrediu a repórter com um forte tapa no rosto, quando a jornalista perguntou se o vereador poderia falar com reportagem.

A imagem da agressão foi gravada pelo cinegrafista e repercutiu no YouTube. Na ocasião, o político havia sido indiciado por esbulho possessório e denunciação caluniosa. Dois meses depois, o vereador teve o mandato cassado, por causa da agressão.

‘Condenado’ a dormir em casa

Na quinta-feira (24/2), o juiz Gerardo Humberto Alves Silva Junior determinou uma pena de 10 meses pela agressão e de mais dois meses pela impossibilidade de defesa da vítima. O vereador cassado não compareceu ao julgamento e seu advogado apresentou um atestado que informava que seu cliente é portador de depressão aguda, informa a coluna de Augusto Nunes, da Veja com.

Na prática, o regime aberto permite a liberdade de ir e vir e proíbe apenas que o condenado passe a madrugada fora da “casa do albergado”. Como a cidade não possui esse tipo de penitenciária noturna, Kirrarinha irá cumprir a ‘pena’ de dormir em sua própria residência.

Falsa placa 'conduziu' engenheiros a ponto turístico inexistente em Tangará da Serra

"Caro redator, Dorjival,

Aconteceu um fato na semana passada em Tangará da Serra que temos que levá-lo ao conhecimento do novo Secretário de Turismo.

Tudo aconteceu quando dois jovens engenheiros filhos de Tangará da Serra, que como muitos, estavam estudando em outro estado.

De volta ao aconchego de seus lares, resolveram visitar nossos pontos turísticos que a tempos não os frequentavam.

Foram ao Salto das Nuvens, Salto Maciel, entre outros, um por final de semana.

Porém, como indica uma placa colocada pelo antigo secretário com os dizeres "Cachoeira Mina Azul", nas proximidade do Distrito de Progresso, lá chegando, foram recepcionado com xingamentos e de forma não amistosa.

Comentaram sobre a indicação da placa à proprietária, que disse-lhes que a mesma foi colocada sem a permissão dela e que já havia solicitado sua retirada ao ex-secretario João Negão.

Depois dessa, como pode alguém falar em Turismo em Tangará da Serra? Estou pensando em colocar outra placa no local com os dizeres. (Cuidado! Não visite esse local).

at.

Edson Cavalari
Empresário tangaraense"

WEBREPÓRTER: Unemat e governo agilizam compra de área para Unemat em Tangará da Serra

A área de 40 hectares anexa ao campus da Universidade do Estado de Mato Grosso em Tangará da Serra está em vias de ser negociada pelo governo do Estado. O secretário de Ciência e Tecnologia, Eliene Lima e o deputado estadual Wagner Ramos estiveram nesta quinta-feira (25) no local conhecendo a estrutura e asseguraram que estarão mobilizados para sanar os trâmites legais a fim de concretizar a negociação.

A compra da área é um sonho antigo da comunidade acadêmica local, além de ser fundamental para garantir o crescimento e a consolidação da estrutura de ensino e pesquisa. O reitor Adriano Aparecido Silva, o vice-reitor Dionei José da Silva, coordenador do campus Sérgio Baldinotti e o pró-reitor de Finanças acompanharam o secretário e deputado durante a visita no local.

Atualmente a Unemat aluga essa área de 40 hectares para garantir a realização de pesquisas experimentos acadêmicos. O local também conta com uma estrutura , além de abrir física já construída, com espaços para lazer e cultura, como o clube campestre, local onde foi realizada a colação de grau, piscinas e o hotel de trânsito que abriga professores, funcionários e pesquisadores. A área total do campus da Unemat é de sete hectares que já está totalmente ocupado sem espaço para novas construções, daí a importância de adquirir área em questão.

O reitor explicou ainda que a aquisição do imóvel vai garantir a possibilidade de expansão e de consolidação de uma cidade universitária no local atendendo cada vez mais e melhor a população.

O secretário Eliene Lima, afirmou que o processo de aquisição da área está na Procuradoria Geral para parecer e que o governo tem interesse em atender a demanda da universidade por entender o papel fundamental que ela desempenha no desenvolvimento do Estado. O deputado Wagner Ramos também empenhou seu esforço para a aquisição do imóvel orçado em R$ 2 milhões. Por Lígia Lima

Classe média negra

André Ramos é um playboy rico e sedutor. Frequenta restaurantes chiques, se diverte nas melhores boates, pega as mulheres mais lindas e desejadas do pedaço. O que isso tem de errado? Nada.

Mas o fato de André Ramos ser negro sugere um amplo debate sobre as mudanças sociais que estão ocorrendo no Brasil. André é o personagem da novela “Insensato Coração”, representado pelo ator baiano Lázaro Ramos, que está dando o que falar.

A edição da semana da revista Época, em reportagem de capa, aproveita a trama global para dissecar esse novo momento. Realmente, é um teste interessante, que desafia discursos conflitantes em torno da discriminação racial e social no Brasil.

A reportagem assinada pelos jornalistas Bruno Segadilha e Martha Mendonça revela a ascenção dos negros a partir da subtração das desigualdades no País. Dados do IBGE, inseridos na matéria, revelam que em 2009, entre os negros, 28% cursavam o ensino superior. Dez anos antes, eram apenas 7,5%.

A Fundação Getúlio Vargas revelou, em pesquisa, que a taxa de crescimento da renda dos negros entre 1998 e 2008 foi o triplo registrada entre os brancos no mesmo período. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) afirma que metade dos negros brasileiros (53,5%) pertence à classe média, tem renda superior a R$ 1.500,00.

O economista Marcelo Néri, da FGV, tem uma explicação: A universalização da educação, desde 1998, criou uma geração mais instruída, portanto, melhor remunerada, independentemente de cor, raça ou religião. Néri fez uma previsão otimista: Nesse ritmo, brancos e negros eliminariam as diferenças sociais em 20 anos.

Mas há controvérsia, diante do fosso que ainda separa as classes sociais no País. “Gente como Pelé e Lázaro Ramos, infelizmente, são casos únicos”, entende o curador do Museu Afro-Brasileiro, Emanoel Araújo.

Ele revela que nos lugares mais ricos de São Paulo e Rio, os negros não passam de 16% e 15%, respectivamente. É verdade. Porém, não há como fechar os olhos para as mudanças. A classe média brasileira se tornou mais negra. Isso é fato. Por Cérsar Santos

WEBREPÓRTER: Atrações inéditas animarão as noites carnavalescas de Campo Novo

Por Carla Londero

Banda Santa Bárbara e Bloco da Rainha Louca são os principais diferenciais do Carnaval 2011.

O Governo Municipal, através da Comissão Organizadora do Carnaval 2011 têm idealizado o IX ParêFolia “Na terra dos Parecis” com muito empenho e dedicação.

No ano de 2011 serão cinco noites de Carnaval, de 04 à 08 de março, na Praça de Eventos, com entrada gratuita e animada pela Banda Santa Bárbara, vinda de Curitiba - PR, escolhida através de processo licitatório, realizado no dia 23 de fevereiro.

O Bloco da Rainha Louca, que contará com, aproximadamente, 60 integrantes, será o principal diferencial do IX ParêFolia. No ano de 2011 o bloco será formado por representantes do Grupo da Melhor Idade Reviver e foliões locais, que desfilarão seus figurinos inusitados e cheios de vida durante as noites carnavalescas.

A criação do Bloco da Rainha Louca deve-se à intenção de criar uma identidade ao carnaval camponovense, que remeta elementos e símbolos da região. A figura central do bloco será a Rainha, que comandará a festa, excluindo-se, neste ano, o Rei Momo.

Venha prestigiar:
O que: IX ParêFolia “Na terra dos Parecis”;
Quando: de 04 à 08 de março, a partir das 21h;
Onde: Praça de Eventos do município de Campo Novo do Parecis – MT;
Matinês: 06 e 08 de março (domingo e terça-feira), com início às 15h, com o tradicional concurso de fantasias infantis, masculino e feminino, onde os vencedores serão premiados com brinquedos e jogos pedagógicos.

Segurança aos criminosos

Por Mauricio Campos de Menezes e
Gustavo Mauricio de Menezes

Recentemente recebi uma mensagem eletrônica versando sobre um texto escrito pelo Sr. Bene Barbosa, bacharel em direito, contendo matéria referente à Portaria Ministerial 4.226/10, editada ao apagar das luzes de 2010, no final do governo Lula, editada pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria Especial de Direitos Humanos.

Em seu texto o autor analisa com algum detalhe a amplitude da Portaria e nos chama a atenção para uma situação no mínimo hilária para não dizer ridícula... “ela visa dar segurança aos criminosos”. Sim é isso mesmo, pasmem! Vários pontos da portaria merecem atenção imediata, não somente por representarem perigo para os policiais, mas também por colocarem em risco a segurança da população.

Para nos situarmos no contexto, num dos trechos da Portaria lê-se: ”Não é legítimo o uso de armas de fogo contra pessoa em fuga que esteja desarmada ou que, mesmo na posse de algum tipo de arma, não represente risco imediato de morte ou de lesão grave aos agentes de segurança pública ou terceiros.” Em outro trecho, mais adiante, consta: ”Não é legítimo o uso de armas de fogo contra veículo que desrespeite bloqueio policial em via pública, a não ser que o ato represente um risco imediato de morte ou lesão grave aos agentes de segurança pública ou terceiros.” Isto quer dizer que, se um bandido estiver com 100 kg de cocaína e nenhuma arma, a policia não poderá usar armamento algum para impedir a sua fuga...!!! Na realidade, as forças policiais serão inibidas de usarem armas e munições que possam causar lesões e riscos injustificados...!!! Traduzindo “desarmamento dos policiais”.

Em determinado trecho o Sr. Bene cita: ”Muitos dirão que a portaria não possui força de lei e, portanto, não é autoaplicável. O problema é que as secretarias de Segurança Pública que não a aplicarem não receberão verba federal. Isso está no fim do documento, quase caindo da última página. Duvido que algum governador queira perder dinheiro; assim, a maioria empurrará as diretrizes goela abaixo de seus policiais e demais agentes de segurança.” E ele tem razão... Difícil de crer, mas está lá no corpo da portaria.

O cenário que se observa, na verdade, vai bem mais além do que um ato administrativo. Haverá reflexos na população, com sérios danos a segurança nacional. E dai vem aquela celebre pregunta: E onde estão os nossos dignos representantes – os políticos? Será que essas questões não os afeta? Será que Brasília é um mar de excelência cujos problemas do restante do País não lhes interessam?

No Brasil, infelizmente, são adotadas políticas públicas de Direitos Humanos, Segurança Pública e de Direito Penal de primeiro mundo, mas parece que os políticos se esquecem da nossa realidade. Não vivemos num Brasil de primeiro mundo e sim num Brasil emergente, mas com sérios hábitos de um País de terceiro mundo, extremamente subdesenvolvido, enquanto que, os nossos representantes vivem a realidade de um primeiro mundo, com um sentimento de segurança que justifica não acharem estranhas estas medidas.

Nós da classe média e com um grau de intelectualidade um pouco mais desenvolvido, nos sentimos viventes num País emergente e sempre assolados pela realidade visceral do subdesenvolvimento, da péssima distribuição de renda e da luta de classe (já explicadas por Marx).

Na outra ponta, resta a classe menos favorecida, que não têm mais para onde fugir. Vivem muitas vezes martirizados e sofrem com ações desproporcionais de alguns, repito, alguns poucos agentes de segurança despreparados e “antigos”, que na teoria também justificariam tais medidas.

Mas esta política de segurança de primeiro mundo colocada para agradar o terceiro, não cabe na nossa realidade, onde grupos de criminosos estão fortemente armados, onde os bandidos não se preocupam e não têm medo da policia, e, tão pouco da população desarmada em virtude de uma Lei Draconiana, o estatuto do Desarmamento.

Então, em meio a tudo isso sobressai inerte e quase omissa a grande classe produtora, responsável pelo crescimento do ex-nosso País. Sim ex-nosso País, pois agora ninguém mais sabe a quem pertence, uma vez que sofremos por sermos roubados pelos bandidos e continuamos sendo pelos governantes. E pensar que o nosso único Super-Herói (o capitão Nascimento da tropa de elite) foi morto pela caneta.

Mauricio Campos de Menezes – Professor/Auditor e Gustavo Mauricio de Menezes – Acadêmico de Direito. E-mail mauriciocmenezes@uol.com.br

"País rico é país sem pobreza"


A presidenta Dilma Rousseff foi quem deu a sentença acima: "país rico é país sem pobreza". E diante dessa constatação fica dificílimo imaginar um país sem pobres sem que o seu povo seja devidamente educado. Para se chegar a tanto, é preciso investir, e muito, com destaque especial para a educação profissionalizante.

Nesse diapasão o que tem de ser criado são as condições reais para oferecer estudo e trabalho para as pessoas pertencentes às classes menos favorecidas. Trata-se de investir pesado na qualificação dessas pessoas e não se preocupar apenas com Bolsa Família, Bolsa Salário, Bolsa Escola ou coisas que o valham.

Nesse caso se insere o resgate da cidadania que exige a criação de condições e a equitativa distribuição de oportunidades de formação humana. O binômio estudo e trabalho termina por gerar riquezas e partilha.

No dizer de dom Aldo Pagotto, arcebispo metropolitano da Paraíba, somente assim alcançaremos o estágio da superação da miséria moral e material. E é ele mesmo que encerra o seu ponto de vista afirmando: - "A superação da miséria é proporcional à oferta de oportunidades de inclusão e justiça social.

Em verdade, o processo educacional brasileiro foi nivelado por baixo. Pouco se observa o esforço na área da educação onde estejam miradas em metas e resultados. São por demais conhecidos os resultados onde adolescentes aparecem cursando o estágio quase final do ensino, mas sem saberem as quatro operações fundamentais da aritmética.

É para esse aspecto que deve se voltar a nossa atenção. É essa realidade brasileira que precisa ser modificada para que todos nós saiamos desse estágio chamado de defasagem na educação. Por Emery Costa

Piso nacional do magistério será de R$ 1.187

O Ministério da Educação (MEC) anunciou o reajuste de 15, 8% no valor do piso nacional do magistério. Com isso, o piso salarial sobe de R$ 1.024 para R$ 1.187 para uma jornada semanal de 40 horas e vale para professores de educação básica da rede pública.

Vila Rica é a cidade mais violenta de Mato Grosso

Localizada a quase 1.300 km de Cuiabá, Vila Rica hoje é considerada a cidade mais violenta de Mato Grosso. De acordo com o Mapa da Violência 2011, a taxa de homicídio do munícipio em 2008 foi de 76,3 por 100 mil habitantes, o que lhe confere a 38ª colocação em nível nacional. Leia mais AQUI

Exportações de soja e carne de frango produzidos em Tangará renderam R$ 2 milhões em janeiro

Até que em fim, uma BOA notícia.

A venda de soja e de carne de frango produzidos em Tangará da Serra ao mercado exterior renderam, em janeiro, pouco mais de R$ 2 milhões em negócios, montante 477,62% superior ao mesmo período do ano passado, quando a balança comercial apontava apenas US$ 357,4 mil, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Do total, 82,73% dos negócios são provenientes apenas da exportação do grão de soja, incluindo os triturados. O percentual eqüivale a US$ 1,7 milhões. Já a venda de pedaços e miudezas comestíveis de galos e galinhas corresponde a 10,31% ( US$ 212,9 mil). Já a venda de carne de frango, cortada em pedaços, fecha a lista, com US$ 143,7 mil.

Cinco países formam a relação de destinos. Reino Unido encabeça a lista, com US$ 905,8 mil. Em seguida, países baixos ( Holanda ), com US$ 802,2 mil. Com Hong Kon, Só Notícias apurou que foram US$ 146 mil em negócios. Com a Bolívia US$ 143,7 mil e o Japão, US$ 66 mil.

No ano passado, as exportações somaram pouco mais de US$ 2 milhões.