27 de fevereiro de 2011

Deficientes ainda são "excluídos" no mercado mato-grossense

Deu em A Gazeta:

Das 10.086 vagas oferecidas no maior concurso público de Mato Grosso em 2010, apenas 222 pessoas com deficiência foram aprovadas (2,2%) e somente 182 foram classificadas (1,8%).

Este dado reflete a utopia que representa na prática a lei de cotas para inserção de deficientes no mercado de trabalho.

A lei federal prevê que empresas com mais de 100 funcionários tem a obrigação de manter em seus quadros 5% de pessoas com deficiência (física ou mental).

No serviço público estadual, uma lei Complementar de novembro de 2002 ampliou para 10% a reserva de vagas para deficientes em concursos públicos.

Se a busca por um lugar no competitivo mercado de trabalho faz parte da vida do ser humano estes números confirmam que é muito mais frustrante para quem apresenta alguma limitação.

Educação mais pobre

Do corte de R$ 50 bilhões no Orçamento Geral da União anunciado pela equipe econômica, R$ 1 bilhão deverá ser do Ministério da Educação. O órgão ainda não definiu quais dos seus programas perderão recursos, mas avalia que uma parte da conta ficará para as universidades federais.

Supersimples deve ser votado ainda neste semestre

A Câmara Federal deverá votar ainda neste semestre a proposta que amplia o limite de enquadramento de micro e pequenas empresas no Supersimples. A proposta que eleva para R$ 360 mil o limite de faturamento anual da microempresa e para R$ 3,6 milhões o teto para as empresas de pequeno porte.

Mais campanhas para divulgar o Disque 100

No intuito de convocar a sociedade para uma ação conjunta que ajude a reduzir os casos de violência sexual contra o público infantojuvenil, a Secretaria de Direitos Humanos realiza a Campanha Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescente. Ao longo do ano, especialmente em datas festivas, serão realizadas mobilizações e distribuição de peças com a arte da campanha divulgando o Disque 100.

Lotéricas e correios estão autorizados a fazer operações de câmbio

As casas lotéricas e agências dos Correios estão autorizadas a fazer operações de câmbio manual e transferências de pequenos valores, ambas de, no máximo, US$ 3 mil. A permissão, aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), visa a aumentar a possibilidade de se fazer transações cambiais.