11 de abril de 2011

A segurança de nossa cidade está nas mãos de cada um de nós

Estou muito preocupado com o nível de violência, que de maneira crescente, vem se apoderando de nossa estimada Tangará da Serra.

Nossas ruas, becos, ruelas e agora, a zona rural, estão ficando cada vez mais ensopada de sangue.

Pior: sangue até de gente inocente. Homens, mulheres e jovens trabalhadores que têm tombado prematuramente deixando enorme vazio em nossa comunidade.

Passamento do soldado Valmir deixa grande lacuna em Tangará da Serra

HERÓI Valmir Bezerra de Jesus
Estou muito triste com o registro de passamento de Valmir Bezerra de Jesus, soldado do Corpo de Bombeiros, lotado na 3ª Companhia de Tangará da Serra.

Nosso herói tangaraense morreu, nesta manhã, na UTI de um hospital particular de Cuiabá. Ele estava internado desde o dia 25 de março, quando passou mal durante uma operação de resgate.

À família enlutada, nossos votos de pesares. Rogamos ao bondoso e eterno Deus que conforte o coração de cada familiar, dos colegas bombeiros e de todos os cidadãos e cidadãs tangaraenses!

O falecimento de Valmir, deixa uma grande lacuna para todos nós que trabalhamos em prol do nosso próximo. Que o Supremo Deus o tenha acolhido com grande atenção!


Ser chique sempre

Por Glória Kalil

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.

Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é quem fala baixo.

Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.

É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais!

Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É "desligar o radar", “o telefone”, quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo...falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos! 

Emendas parlamentares

O governo Dilma Rousseff quer reduzir o valor das emendas parlamentares que deputados e senadores podem incluir no Orçamento em um novo modelo de relacionamento com sua base de apoio. Pela proposta, o limite para essas despesas cairá dos atuais R$ 13 milhões para algo entre R$ 6 milhões e R$ 8 milhões.

Para refletir: O VIOLINISTA PAGANINI

Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era sobrenatural. As notas mágicas que saiam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo.

Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo. A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro foi ovacionado. Mas quando a figura de Paganini surgiu, triunfante, o público delirou. Paganini colocou seu violino no ombro e começou: breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas e voar com o toque daqueles dedos encantados.

De repente, um som estranho interrompe o devaneio da plateia. Uma das cordas do violino de Paganini arrebenta. O maestro parou. A orquestra parou. O público parou. Mas Paganini não parou. Olhando para sua partitura, ele continua a tirar sons deliciosos de um violino com problemas. O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.

Mal o público se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador derruba a atenção dos assistentes. Uma outra corda do violino de Paganini se rompe. O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo, Paganini não parou. Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou tirando sons do impossível.

Todas as pessoas, pasmas, gritaram OOHHH! Que ecoou pela abobadilha daquele auditório. Uma terceira corda do violino de Paganini se quebra. O maestro para. A orquestra para. A respiração do público para. Mas Paganini não para.

Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído. Nenhuma nota foi esquecida. O maestro empolgado se anima. A orquestra se motiva. O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio. Paganini atinge a glória. Seu nome corre através do tempo.

Ele não é apenas um violinista genial. É o símbolo do profissional que continua diante do impossível.