6 de junho de 2011

Dorjival: "A greve dos professores não tem consistência"

7 de junho: Dia da Liberdade de Imprensa

A ditadura militar no Brasil durou 21 anos. Neste período, os veículos de comunicação passaram pela vigilância acirrada da censura. A liberdade de imprensa era praticamente inexistente.

Jornalistas foram presos, muitos torturados e até mortos pelos militares. Talvez por isso mesmo o Dia da Liberdade de Imprensa, que no Brasil é comemorado em 7 de junho, não pode ser esquecido.A liberdade de imprensa é um bem da sociedade, conquistado com muito esforço e à custa de muitas vidas.

EDITORIAL: Greve dos educadores começa sem unidade

Professores lotados na Escola Estadual Jonas Lopes da Silva, em Tangará da Serra, trabalham normalmente à manhã desta segunda-feira (06.).

O mesmo ocorre em várias unidades escolares do município.

A greve começou fraca. Furada.

A classe mais uma vez demonstra desunião. Por isso mesmo, não chegará a lugar nenhum nesse momento, como no passado.

Que vergonha! Chega a ser vergonhoso fazer parte de uma classe tão mesquinha como essa.

"BUNDA MOLE" - Poderia muito bem usar esse termo chulo para qualificar os profissionais da educação que não estão aderindo nesse momento ao movimento grevista encetado pelo Sintep. Mas não o farei.

Deixarei que a carapuça recaia sobre "aqueles" que ao invés de partirem para o confronto, preferem a covardia. O medo. A alienação.

Desse jeito vocês não irão a lugar algum. Exceto, para o calabouço do desprezo das autoridades políticas que teimam em vos desrespeitar e tratá-las como ninguém.

Programa Universidade Social

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 924/11, que cria o Programa Universidade Social, vinculado ao Ministério da Educação (MEC). A proposta reserva 15% das vagas dos cursos de graduação em universidades federais para pessoas com renda familiar mensal per capita de até um salário mínimo.

Políticos que quiserem migrar para um novo partido têm prazo de 30 dias

Segundo o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os políticos que quiserem migrar para um novo partido têm o prazo de 30 dias, a contar de sua criação formalizada pela Justiça Eleitoral, para fazê-lo sem que corram o risco de perder o mandato por infidelidade partidária. Conforme a corte, o político que migrar a uma nova sigla "estará acobertado pela justa causa para se desfiliar da legenda pela qual foi eleito", sem que seja considerado infiel.