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Mostrando postagens de Agosto 4, 2011

Prefeitura cumpre integralmente TAC com o Distrito São Joaquim

Redação - Centro Oeste Valeu apena lutar. Reivindicar. Apelar à Promotoria de Justiça para que fizesse, por força de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a prefeitura de Tangará da Serra acabar com os problemas infraestruturais do Distrito São Joaquim. O assunto está resolvido. Sob a gestão do prefeito em exercício Miguel Romanhuk (DEM), o município completou o cumprimento de todas as cláusulas acordadas entre prefeitura, Associação de Moradores do Distrito e Promotoria de Justiça. A luta dos moradores da comunidade para que São Joaquim ganhasse do poder público, os benefícios que lhes foram negados havia anos, estava travada há mais de seis meses. Foi um período em que inúmeros ofícios foram protocolizados na Câmara de Vereadores, que, por conseguinte se transformaram em Indicações.   Foram incontáveis as vezes que o presidente da Associação de Moradores, professor Dorjival Silva, quase numa luta solitária, esteve de gabinete em gabinete dos vereadores gritando por socorro

O medo tomou conta do PT

Os senadores petistas ficaram apreensivos com a tentativa frustrada da oposição de criar uma CPI. A Comissão foi inviabilizada, mas integrantes da bancada consideram que ela apenas não virou realidade porque ninguém quer transformar o PR num alvo, diz o jornalista Ilimar Franco, de O Globo. Entre os petistas há uma avaliação de que os aliados vão criar uma CPI na primeira denúncia que envolver um ministério comandado pelo PT. Um deles chega a dizer: “a crise foi adiada”. Os petistas desconfiam do PMDB, que acusam estar interessado em acuar o partido e a presidente Dilma. Com a fragilidade da oposição, o embate político principal se dá na base aliada.

Instituição não educacional não pode ter pós-graduação

Agência Brasil O Ministério da Educação (MEC) publica nesta quinta-feira (4) novas regras que restringem a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu (curta duração). A partir de agora, instituições não educacionais – como sindicatos, organizações não governamentais (ONGs), conselhos de classe, universidades corporativas e hospitais –, que antes eram autorizadas a oferecer especialização, não receberão mais o reconhecimento do ministério. Cerca de 400 instituições não educacionais tinham esses cursos e 134 esperavam autorização do MEC para funcionar. A resolução que determinou as mudanças foi elaborada pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e homologada pelo ministro Fernando Haddad.