10 de maio de 2014

Procurador-geral da República diz que metade do Congresso tem pendências criminais

janot globo
Em 2004, o Congresso em Foco foi pioneiro no levantamento das acusações criminais contra parlamentares no Supremo Tribunal Federal (STF). De lá para cá, este site se especializou no acompanhamento das pendências judiciais de deputados e senadores.
O último levantamento, divulgado em setembro do ano passado, mostrava que 224 congressistas respondiam a 542 acusações na mais alta corte do país. Mas, segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot Monteiro de Barros, este número hoje é ainda maior. “É um pouco menos de 300”, disse em trecho da entrevista exclusiva à Revista Congresso em Foco.
Na conta do procurador-geral, entram casos novos, mas também aqueles cuja existência é mantida sob sigilo pelo STF. Ou seja, praticamente metade dos 594 parlamentares federais é alvo de inquérito ou ação penal no Supremo.

Aprovação de Dilma tem padrão Itamar Franco, diz Datafolha


Nem Lula nem Fernando Henrique Cardoso. A atual taxa de popularidade da presidente Dilma Rousseff é mais parecida com a média do mandato de Itamar Franco, o vice que governou o Brasil do impeachment de Fernando Collor, em 1992, até 1994.
Já a média da avaliação de Dilma –um cálculo que contabiliza todas as pesquisas feitas desde sua posse – mostra que, pelo menos até agora, ela só não foi mais popular que Lula durante seu segundo mandato (2007-2010). Para chegar a essas conclusões, o Datafolha criou um índice simplificado de avaliação dos presidentes. Um cálculo que sintetiza a popularidade de cada mandatário num só número.