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Mostrando postagens de Maio 23, 2014

Bancários em ‘extinção’

A reportagem é da Agência Brasil: O sistema financeiro fechou 2.567 postos de trabalho de janeiro a abril de 2014, mostra a Pesquisa de Emprego Bancário, da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), divulgada nessa quinta-feira (22). Enquanto os bancos privados e o Banco do Brasil cortaram postos de trabalho, a Caixa Econômica Federal abriu 1.256 vagas no mesmo período. Para a Contraf-CUT, a redução de empregos nos bancos contraria o movimento da economia brasileira, que gerou 458.145 novos empregos formais no primeiro quadrimestre do ano. Segundo o estudo, além da diminuição de vagas, a rotatividade permaneceu alta no período. Os bancos brasileiros contrataram 11.080 funcionários e desligaram 13.647. Um total de 15 estados apresentaram saldos negativos de emprego. Os maiores cortes ocorreram em São Paulo, no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e em Minas Gerais, com 1.301, 381, 362 e 251 cortes, respectivamente. O estado com maior saldo positivo

Os problemas de Dilma

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Por Josias de Souza: Se a última pesquisa do Ibope revelou alguma coisa foi que o Brasil da sucessão presidencial de 2014 continua sendo aquilo que Nelson Rodrigues chamava de “elefante geográfico”. Falta-lhe um rajá, isto é, um líder que o monte. A boa notícia para Dilma é que ela conseguiu segurar nas orelhas do bicho. Mas sua estabilidade ainda é frágil. Beneficiada pelo medo que a propaganda de João Santana instilou no pedaço do eleitorado que ainda se deixa assustar pelos “fantasmas do passado”, Dilma subiu de 37% para 40%. Mas seus antagonistas também subiram. Em um mês, Aécio Neves saltou de 14% para 20%. E Eduardo Campos pulou de 6% para 11%. A vantagem da presidente sobre a soma de seus rivais é de escassos quatro pontos. Para quem sonha em prevalecer no primeiro turno, é pouco. Apesar de toda a esperteza marqueteira da propaganda petista, o Ibope ficou muito parecido com o Datafolha do início de maio. Nessa sondagem, feita antes do comercial do pânico, Dilma tinha