16 de julho de 2014

Mendes acusa Lúdio de "frases eleitoreiras para enganar"

Mídia News

O prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), saiu em defesa de sua gestão e do aliado Pedro Taques (PDT) e rebateu as críticas do candidato a governador Lúdio Cabral (PT) à saúde pública da Capital. Ele afirmou que todas as esferas de poder têm culpa pelos problemas enfrentados em Cuiabá. 

“A saúde tem muitos problemas no Brasil e eu poderia dizer que é um problema da incompetência da presidenta Dilma (PT). Mas o meu conhecimento da saúde e minha responsabilidade vão além de dizer frases eleitoreiras com objetivo de enganar o eleitor. Certamente todos que estão no poder têm sua parcela de responsabilidade. Não adianta imaginar que um homem só é culpado ou solucionador de todos os males”, disparou Mendes.

Dilma diz que polícias não devem ficar sob controle dos estados

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A presidenta Dilma Rousseff defendeu que os estados tenham menos controle sobre as policias em entrevista à rede de televisão norte-americana CNN exibida na última quarta-feira, 9. Em sua fala, ela afirmou que são necessárias mudanças na Constituição para que a segurança deixe de ser uma atribuição das unidades federativas.
“O combate à criminalidade não pode ser feito com os métodos dos criminosos. Muitas vezes isso ocorre, e nós não podemos também deixar intocada a estrutura prisional brasileira”, disse Dilma, após ser questionada sobre a alta letalidade da Polícia Militar. “Eu acredito que nós teremos de rever a Constituição. Por quê? Porque essa é uma questão que tem de envolver o Executivo federal, o estadual, a Justiça estadual e federal. E porque também há uma quantidade imensa de prisioneiros em situações sub-humanas nos presídios.”

Infecções por HIV aumentam 11% no Brasil em oito anos

laço aidsRelatório divulgado hoje (16) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Aids (Unaids) indica que as novas infecções por HIV no Brasil aumentaram 11% entre 2005 e 2013. No ano passado, o país registrou 47% de todos os novos casos contabilizados na América Latina.
A estimativa do Unaids é que 1,6 milhão de pessoas vivem com HIV na região. A maioria dos casos (75%) se concentra em cinco países – Argentina, Brasil, Colômbia, México e Venezuela. A América Latina registrou queda de 3% nos casos de novas infecções entre 2005 e 2013, mas os índices variam de país para país. O México, por exemplo, registrou queda de 39% e o Peru, de 26%.

11 candidatos disputam o voto de 141 milhões de eleitores brasileiros

p_not_arq53c6b23f87dadNo dia 5 de outubro, 141,8 milhões de eleitores irão às urnas no primeiro turno do pleito geral para a escolha de deputados estaduais, federais, senadores, governadores e do presidente da República. A estimativa é que 24 mil candidatos concorram a todas as vagas em disputa.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), houve crescimento de 4,43% no número de eleitores aptos a votar em outubro. Nas eleições gerais de 2010, 135,8 milhões de cidadãos foram às urnas.  O balanço final com o número do eleitorado e das candidaturas deve ser divulgado no dia 21 de julho.

Comissão aprova fim de horário fixo para “A Voz do Brasil”

a voz do brasilA comissão mista do Congresso que analisa a Medida Provisória 648/2014 aprovou, nesta quarta-feira (16), texto que liberou as emissoras de rádio para transmitir o programa A Voz do Brasil em qualquer horário entre 19 e 22 horas. O texto original, enviado pelo Executivo, flexibilizou o horário do programa apenas durante a Copa do Mundo.
Já o relatório do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), aprovado pelos parlamentares, mantém a flexibilização após a Copa, exceto para as emissoras educativas, que continuariam a transmitir o programa às 19 horas. As emissoras legislativas também ficariam livres para mudar o horário de transmissão em dia de sessão de votação no Plenário. A MP ainda será analisada pelos Plenários da Câmara e do Senado.
Criado em 1935, no governo Getúlio Vargas, o programa mais antigo do mundo vai ao ar obrigatoriamente, de segunda a sexta, às 19 horas. Nele, são transmitidas informações dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. “O mundo mudou, e a necessidade de informação aumentou, sobretudo nas grandes cidades”, afirma o relator.

Mato Grosso é o 9º do país com a campanha mais cara ao governo


Com previsão de gastos de R$ 110 milhões entre cinco candidatos, Mato Grosso vai ter a 9ª eleição mais cara para governador do Estado no país. A cifra milionária coloca o Estado na frente de outros considerados mais influentes na política nacional como Paraná, Maranhão, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Amazonas.

No Centro-Oeste, Mato Grosso perde somente para Goiás, que aparece na 7ª colocação com planejamento de gastos na ordem de R$ 121,4 milhões. O ranking das eleições mais caras do país foi divulgado nesta segunda-feira (14) pelo site nacional G1 com base em dados disponíveis no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Os dados revelam que as eleições mais caras para governador ocorrerão em São Paulo, com estimativa de gastos de R$ 324 milhões para nove candidatos e Rio de Janeiro, onde aparecem sete candidatos, com R$ 185,9 milhões.

Com o número que atinge 2.189.703 eleitores cadastrados em Mato Grosso, a estimativa é que inicialmente o voto de cada eleitor na disputa ao governo do Estado custe R$ 50,25. O candidato com a estimativa mais elevada na disputa ao Palácio Paiaguás é o deputado estadual de quinto mandato José Riva (PSD), com teto de R$ 35 milhões. Em seguida, aparece o senador Pedro Taques (PDT) com R$ 34 milhões. O petista Lúdio Cabral estimou R$ 30 milhões.

A Lei das Eleições prevê que, em todas as disputas, o Congresso deve aprovar até 10 de junho uma outra lei que defina os limites de gastos das campanhas por candidato. Como isso não ocorreu, cada partido fixou internamente o teto das despesas.

Entre os custos previstos na campanha estão propaganda, principalmente na TV, transporte com automóveis ou jatinhos, por exemplo, e pagamento de cabos eleitorais.

Ano eleitoral: investimentos federais crescem R$ 5,6 bilhões e são recorde

dinheiro_sacosOs investimentos federais atingiram a marca de R$ 27,5 bilhões no primeiro semestre de 2014. O valor é R$ 5,6 bilhões maior do que o montante investido no mesmo período do ano passado, quando R$ 21,9 bilhões foram aplicados. Os valores utilizados no levantamento do Contas Abertas estão atualizados e consideram a inflação do período ( IGP-DI da FGV). Os investimentos, orçamentariamente, dizem respeito à aplicação de capital em meios de produção, visando o aumento da capacidade produtiva (instalações, máquinas, transporte, infraestrutura), ou seja, em bens de capital. Sendo assim, as obras e a compra de equipamentos por parte do governo federal estão incluídas nesse valor.
O valor aplicado nos seis primeiros meses de 2014 é o maior desde pelo menos 2006. Em 2012 e 2011, os valores atingiram cerca de R$ 21 bilhões. Em 2010, que também foi ano eleitoral para presidentes, os investimentos foram de R$ 25,1 bilhões no primeiro semestre. Nos anos de 2009, 2008, 2007 e 2006, as aplicações foram de R$ 15,1 bilhões, R$ 13,3 bilhões, R$ 9,9 bilhões e R$ 8,4 bilhões, respectivamente. Quando comparado apenas o crescimento nos anos eleitorais, no entanto, o percentual de 2014 não é o maior. Os investimentos aumentaram 25,6% de 2013 para 2014. De 2009 para 2010, as aplicações no primeiro semestre foram elevadas 66,1%.

Pagot rejeita convite de Riva


Embora o PTB faça parte da coligação “Coragem e Atitude pra Mudar”, que tem o senador Pedro Taques (PDT) como candidato ao comando do Palácio Paiaguás, o deputado estadual José Riva (PSD), que também disputa a cadeira de governador nesta eleição, convidou Luiz Antônio Pagot (PTB) para atuar como coordenador-geral de sua campanha. 


O ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) afirma ter recusado o convite, mas a investida de Riva poderia desbancar parte do palanque de Taques, tido como seu principal adversário no pleito de outubro. 

A possibilidade de saída de Pagot do bloco preocupou a cúpula pedetista, tendo em vista que ele é uma peça importante na campanha. 

Considerado um dos homens-fortes do governo Blairo Maggi (PR), Pagot atuou ativamente nas campanhas do republicano em 2002 e 2006, quando foi coordenador-geral. 

Ministério Público contesta 613 candidaturas às eleições de outubro

O número de candidaturas às eleições de outubro impugnadas pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) subiu para 613, em 20 estados. De acordo com novo balanço parcial divulgado hoje (15) pelo órgão, 289 delas foram rejeitadas com base na Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados pela segunda instância da Justiça. O número de impugnações deve aumentar até o levantamento final. Após o fim do prazo para registro na Justiça Eleitoral, no dia 5 de julho, as procuradorias eleitorais tiveram cinco dias para impugnar as candidaturas que apresentam irregularidades. Em outubro, mais de 24 mil candidatos devem concorrer aos cargos de deputado estadual e federal, senador, governador e presidente da República.
A entrega do registro não garante a participação do político nas eleições. Após parecer do MPE, os pedidos são julgados por um juiz eleitoral, que verifica se todas as formalidades foram cumpridas. Para estar apto a concorrer às eleições de outubro e ter o registro deferido pela Justiça Eleitoral, os candidatos devem apresentar declaração de bens, certidões criminais emitidas pela Justiça, certidão de quitação eleitoral que comprove inexistência de débito de multas aplicadas de forma definitiva, entre outros documentos, como previsto na Lei das Eleições (Lei 9.504/97).