4 de agosto de 2014

Candidato ao governo quer dividir Goiás e criar novo Estado

DO TERRA NOTICIAS

candidato ao governo pelo PSDC, Alexandre Magalhães, tem como uma de suas propostas lutar pela divisão do Estado de Goiás para a criação de uma nova unidade federativa, o Estado do Planalto Central. Segundo Magalhães, o novo Estado abrangeria basicamente a região do entorno do Distrito Federal, como forma de ajudar a resolver os problemas sociais da população de lá.

“O nosso projeto é simples: já existe ali a Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride), que são 26 municípios do Estado de Goiás, 12 cidades satélites e mais 3 municípios pertencentes a Minas Gerais, o que somaria 41 municípios”, disse o candidato, justificativa sua idéia. “Brasília seria apenas o Plano Piloto, a asa norte e a asa sul, com um governador nomeado pelo presidente da República. O nome seria aprovado pelo Congresso”, acrescentou.

Às vésperas da campanha na TV, denúncias marcam a corrida eleitoral

El País - A campanha eleitoral brasileira começa a se preparar para a etapa midiática que terá início dentro de 15 dias, quando a propaganda oficial de cada partido vai invadir a televisão brasileira, em horário gratuito e obrigatório. É nesse momento que 20 milhões de indecisos, dos 142.467.862 de eleitores deste ano, vão começar a flertar com os candidatos a futuro presidente do Brasil. Eles já estão nos estúdios, ensaiando seus discursos na TV.
Mas, enquanto os programas não começam, a batalha eleitoral se concentra na arena das denúncias, com notícias sobre a conduta de cada candidatura chegando como petardos nos comitês das campanhas. A primeira vítima do chumbo trocado foi Aécio Neves, do PSDB, com a descoberta de um aeroporto construído na cidade mineira de Cláudio, a seis quilômetros de uma fazenda da sua família. A obra foi financiada com dinheiro público quando Neves era governador. O candidato argumentou que o terminal respondia às necessidades da comunidade e depois admitiu ter usado a pista, que ainda não tinha a autorização da Agência Nacional de Aviação Civil para funcionar.

Empresários vão reduzir doações a parlamentares nas eleições deste ano

dinheiro (2)Em reuniões recentes de análise do cenário eleitoral, empresários de setores vitais da economia definiram a estratégia geral para doações de campanha em 2014. Segundo suas palavras, serão mais restritivos e seletivos, cortando o valor das contribuições para candidatos ao Congresso e mantendo o que é destinado a presidenciáveis no mesmo patamar do pleito de 2010.
A Folha de São Paulo conversou, nas duas últimas semanas, sobre doações de campanha com pelo menos dez empresários de grande e médio portes de bancos, empreiteiras, mineradoras, construção civil e indústria de transformação. Reservadamente, todos repetem a intenção de reduzir não só o valor, mas também o número de pretendentes a deputados federais e senadores financiados.
No caso dos principais presidenciáveis, dizem que haverá dinheiro, mas não na proporção que os candidatos desejam. Pelo menos três empresários revelaram ter participado de reuniões conjuntas para discutir o tema, nas quais foram listados os motivos para reduzir o valor das doações:
1) O caixa das empresas está baixo por causa do ritmo fraco da economia;
2) A ordem é cortar das listas os chamados “traidores”, que são financiados, mas depois não votam com o setor privado nos principais temas;
3) A crescente “criminalização”, como chamam, de contribuições legais.

DEM perde força e luta para não virar nanico

Do UOL- Em março de 2007, o então PFL deixava de existir e se remodelava para se transformar no DEM (Democratas). A mudança de nome marcou, porém, uma queda vertiginosa de força e número de candidatos do partido, como pode ser vista nas bancadas e quantidade de candidatos nas eleições 2014. Em 2014, o DEM registrou 657 candidatos a todos os cargos (2,6% do total) em disputa, quase um terço a menos que o número de inscritos em 2010, quando 863 nomes estavam na disputa.
Os dados de 2014 ainda não são definitivos, já que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ainda segue incluindo informações de candidatos, mas os números devem sofrer poucas alterações. O número de candidaturas a governador entre 2010 e 2014 caiu pela metade: de quatro para duas. O partido possui 25 deputados federais, ou seja, menos de 5% do total da casa. Em 2010, o partido chegou a eleger 76 deputados federais –40 a menos que o antigo PFL, em 2006.