10 de novembro de 2014

Entenda a zona na Petrobras


» Em março, a Polícia Federal prendeu, durante a Operação Lava a Jato, o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Ele era acusado de ter envolvimento com o doleiro Alberto Youssef (foto), que teria desviado R$ 10 bilhões. Ele foi acusado de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

» Costa, à época, era investigado pelo Ministério Público Federal pela compra da refinaria de Pasadena, no Texas, negócio que teria causado prejuízo de R$ 1 bilhão à estatal. Quando foi preso em casa, ele tentava destruir prova de seus negócios com o doleiro por meio de um empresa de consultoria que montou cinco meses depois de deixar a Petrobras. Na casa do ex-diretor da Petrobras foram apreendidos R$ 700 mil e US$ 200 mil em espécie.

» Entre os primeiros alvos da investigação estavam o superfaturamento nas obras de construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, em mais de R$ 400 milhões, e a compra da refinaria de Pasadena,
nos Eua.

» Em abril, com o aprofundamento das investigações, a Polícia Federal fez uma investida também nos nomes da mulher e dos filhos de Costa. De acordo com documentos apreendidos, a família, incluindo os genros, gastou mais de R$ 10 milhões em imóveis e em uma lancha de alto padrão, nos últimos cinco anos.

» Em agosto, incomodado com a investida dos federais nos negócios de sua família e diante da troca de seu advogado, o ex-dirigente negociou com o Ministério Público Federal a delação premiada. Para isso, teria que apresentar fatos novos e prova das acusações.

» As sessões de depoimento para a delação tiveram início no dia 25 de agosto e foram acompanhadas por representantes do Ministério Público Federal, PF e o advogado de Costa. Neles, o ex-diretor da Petrobras disse que políticos dos partidos PP, PT, PMDB e PSB recebiam propina de 3% do valor de contratos da estatal para financiar suas campanhas.

» Segundo a revista Veja, Costa denunciou que participavam do esquema empreiteiras, o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão (PMDB-MA), os governadores e ex-governadores Eduardo Campos (PSB-PE), Roseana Sarney (PMDB-MA) e Sérgio Cabral (PMDB-RJ), além dos deputados Cândido Vaccarezza (PT-SP), Henrique Eduardo Alves (PMDB- RN), João Pizzolatti (PP-SC), Mário Negromonte (PP-BA), Ciro Nogueira (PP-PI), Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR). Afirmou ainda que o intermediário das transações era o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto (SP).

» Na primeira semana de agosto, os depoimentos de Paulo Roberto Costa (foto), que foram todos gravados e criptografados, foram remetidos ao ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavasck, para análise. Até ser concedido o benefício da delação premiada, todas as acusações do ex-dirigente terão que ser investigadas pela PF. Caso se comprovem, Costa pode cumprir uma pena, que chegaria a 50 anos, em liberdade, com o simples uso de tornozeleiras.

» Em 30 de setembro, o ministro Teori Zavascki – relator do processo da Operação Lava a Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), em razão do envolvimento de políticos com foro privilegiado – referenda o processo de delação premiada de Costa e determina que ele passe a cumprir prisão domiciliar. No mesmo dia, o ex-diretor deixou a carceragem da PF em Curitiba com destino ao Rio de Janeiro.

» Em outubro, o juiz federal do Paraná, Sérgio Moro, que preside a instrução do processo resultante da Operação Lava a Jato, divulgou depoimentos de Costa sob a alegação de que o caso não corria em segredo de Justiça, confirmando o pagamento de propina dos contratos superfaturados a agentes políticos e empreiteiras. No entanto, em razão do foro privilegiado, os nomes dos políticos, num total de 28, não foram divulgados. 

Friboi rescindiu contrato com Roberto Carlos

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O grupo Friboi rescindiu o contrato firmado em fevereiro com o cantor Roberto Carlos, garoto-propaganda da marca de carnes e produtos Swift. O grupo, pertencente à holding J&F, alega que a aposta na publicidade com o cantor foi “ousada”, mas não deu certo. A escolha por Roberto Carlos, segundo executivos da JBS, dona das marcas, se deu porque souberam que o cantor, vegetariano, havia voltado a comer carne depois de quase 30 anos. Nos comerciais da Friboi, o cantor aparecia em uma mesa de restaurante e contava a amigos que pediu um prato com carne porque havia deixado de ser vegetariano.
Pouco tempo depois de o primeiro comercial ir ao ar, Roberto Carlos se pronunciou a jornalistas sobre o assunto e disse que não foi vegetariano, só não comia carne vermelha, “mas comia peixe e frango”. O rompimento do acordo, avaliado em 45 milhões de reais, levou a JBS e o cantor a uma briga na Justiça em torno da indenização a ser paga em caso de cancelamento do contrato, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Roberto Carlos pede uma multa de 7 milhões de reais pela rescisão, enquanto o JBS só aceita pagar 3,2 milhões de reais.

Mais de seis pessoas morrem por dia por policiais no Brasil, mostra Anuário

armadoAs polícias brasileiras mataram, durante o serviço, 2.212 pessoas em 2013, apontam dados da oitava edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, produzido pela organização não governamental Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Em média, são 6,11 mortos por dia. O número é menor do que o verificado no ano anterior, quando 2.332 pessoas foram mortas pela polícia no Brasil. A íntegra do documento será apresentada amanhã (11) na capital paulista.
Apesar da queda, o FBSP avalia que a diferença não indica uma melhora ou tendência de mudança. A organização aponta que é preciso rever o padrão de atuação das forças policiais. O fórum foi criado em 2006 com objetivo de construir um ambiente de cooperação técnica na área de atividade policial e na gestão de segurança pública. O anuário apresenta dados sobre custo da violência, gastos de segurança pública, estatísticas de crimes e violência, efetivo de polícias e população prisional.
O levantamento releva ainda que, nos últimos cinco anos, a polícia matou 9.691 pessoas. O número é cinco vezes maior do que o verificado nos Estados Unidos, onde 7.584 pessoas foram mortas pela ação policial nos últimos 20 anos. Se forem somados os casos em que os policiais agiram também fora de serviço, o total chega a 11.197. Os dados norte-americanos apontam 11.090 mortes em 30 anos.

STF concede prisão em regime aberto para mais um mensaleiro

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu hoje (10) regime aberto de prisão domiciliar ao ex-deputado federal Valdemar Costa Neto, condenado a sete anos e dez meses de prisão na Ação Penal 470, o processo do mensalão. Com a decisão, Valdemar vai cumprir o resto da pena em casa.
De acordo com o Código Penal, o regime aberto deve ser cumprido em uma casa de albergado, para onde os presos retornam somente para dormir. No Distrito Federal, pela inexistência do estabelecimento no sistema prisional, os juízes determinam que o preso fique em casa e cumpra algumas regras, como horário para chegar ao domicílio, não sair da cidade sem autorização da Justiça e manter endereço fixo.
Barroso entendeu que o ex-parlamentar tem direito ao benefício por ter cumprido um sexto da pena, requisito exigido pela Lei de Execução Penal. De acordo com informações da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, Costa Neto já cumpriu 11 meses e seis dias no semiaberto. Além disso, tem 155 dias remidos – descontados da pena inicial, em função dos dias trabalhados em um restaurante industrial e das horas de estudo.

MÉDICO CHAMA NORDESTINOS DE “ANTAS” E MINEIROS DE “BURROS”


Profissional de Poços de Caldas, Walter de Abreu postou em seu Facebook uma agressão aos eleitores da presidente Dilma Rousseff: “GRANDE DESCOBERTA: nordestino votou na Dilma, porque no NORDESTE, anta anda de jegue e não paga gasolina e burro de minas também”

247 – Profissional de Poços de Caldas, um médico chamado Walter de Abreu postou em seu Facebook uma agressão aos eleitores da presidente Dilma Rousseff.

Abreu faz uma postagem em que chama nordestinos de “antas” e mineiros de “burros”. A mensagem causou revolta na rede social. Leia os posts:
“GRANDE DESCOBERTA: nordestino votou na Dilma, porque no NORDESTE, anta anda de jegue e não paga gasolina e burro de minas também.”


“Devem estar mamando em bolsa família ou porta de cadeia kkkkkkkk ou no dinheiro de quem trabalha. Estou cansado de trabalhar dia e noite pra dar bolsa salário pra presidio, bolsa família e etc. Quer dinheiro trabalhe vagabundos. Meu pai ganhava salário mínimo.”

FONTE: BRASIL 247

A bancada dos eleitos e ‘sob suspeita’ no Congresso

CONGRESSO EM FOCO


Dos quase 300 deputados e senadores que renovaram o mandato no Parlamento, 73 estão sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF). Nenhum partido na Câmara, por exemplo, elegeu bancada tão numerosa. Com a manutenção dos cargos, eles continuarão a ser investigados e julgados apenas pela suprema corte do país, onde tramitam as apurações envolvendo congressistas e outras autoridades federais. É para lá que serão enviados também os rolos judiciais dos eleitos que chegarão para o primeiro mandato ou daqueles que retornam ao Legislativo.
A situação é mais delicada para 23 reeleitos, que terão de conciliar as atividades em plenário e nas comissões com suas defesas no Supremo para não terem o mesmo destino de seus ex-colegas condenados. Esses deputados já são réus em ações penais. Nesses casos, os ministros abriram processo por entender que há indícios de que os parlamentares cometeram os crimes atribuídos a eles pelo Ministério Público. Os outros 50 reeleitos são alvos de inquérito, investigação preliminar que pode resultar ou não na abertura da ação penal.
Suspeitas recorrentes

Megaempresário Eraí Maggi gasta R$ 2 milhões na campanha

DOUGLAS TRIELLI


O megaprodutor Eraí Maggi Scheffer (PP), conhecido como “Rei da Soja”, doou um total de R$ 1,897 milhão para 13 candidatos dos Estados de Mato Grosso e Rio Grande do Sul e do Distrito Federal.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destes, seis candidatos saíram derrotados nas urnas.

O maior beneficiado foi o governador eleito Pedro Taques (PDT), que recebeu um montante de R$ 1.014.380.00, divididos em 10 repasses feitos ao longo da campanha do pedetista.

O deputado estadual eleito Oscar Bezerra (PSB) recebeu de Eraí um total de R$200 mil.

Já o presidente regional do PP, deputado federal eleito Ezequiel Fonseca, recebeu três repasses, que juntos somam R$140.980,00.

Outros deputados eleitos que receberam investimento financeiro de Eraí foram Adilton Sachetti (PSB), Wilson Santos (PSDB) e Guilherme Maluf (PSDB).

O único a ter uma “doação simbólica” foi o candidato derrotado ao Senado, Rogério Salles (PSDB), que recebeu R$ 2 mil.

Outros investimentos

O Rei da Soja também fez doações para candidatos fora de Mato Grosso.

Ele doou um total de R$ 15 mil para o deputado estadual eleito do Rio Grande do Sul, Enio Bacci (PDT).

O maior investimento fora do Estado foi ao candidato derrotado a deputado distrital Claudenir Brito (PDT), que recebeu um montante de R$ 50 mil.


Confira a relação de candidatos que receberam doações de Eraí Maggi acessando: http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=1&cid=215642




Jovens não temem a AIDS e se deixam contaminar, diz estudo

Jovens de classe média contaminados pelo vírus da AIDS em baladas regadas a muito álcool e drogas têm se tornado figuras frequentes nos consultórios dos infectologistas. A probabilidade de um jovem praticar sexo inseguro é cinco vezes maior se ele tiver bebido demais. De acordo com os dados do Ministério da Saúde, as infecções pelo HIV entre rapazes e moças de 15 a 24 anos cresceu cerca de 25% entre 2003 e 2012. Na pesquisa Atitude Abril – Aids, 8% dos jovens até 24 anos declararam não usar camisinha. Outros levantamentos, no entanto, revelam dados mais assustadores. Segundo pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), divulgada no início do ano, um terço dos rapazes e moças de 15 a 24 anos dispensa a proteção. Os especialistas são unânimes em afirmar que, na realidade, esse número deve ser ainda maior.
O projeto Atitude Abril – Aids traz um dado revelador dessa realidade. Apenas um em cada quatro jovens associa a palavra medo à doença. A juventude do século XXI não testemunhou o horror dos primórdios da epidemia de aids. No início dos anos 80, quando não havia os remédios antirretrovirais, a infecção pelo HIV representava uma sentença de morte. Entre o diagnóstico e a fase terminal, transcorriam, em média, cinco meses. No fim da década de 90, com a criação do coquetel anti AIDS, foi possível prolongar, com qualidade, a vida dos portadores por tempo indeterminado.
É comum também o jovem dispensar a camisinha à noite e, no dia seguinte, recorrer ao uso profilático do coquetel. Administrados até 72 horas depois da exposição ao vírus, os medicamentos podem conter a proliferação do HIV. A maioria não leva em conta, no entanto, a extensa e dolorosa lista das reações adversas dos antirretrovirais — depressão, diarreia, anemia e gastrite, entre outras. No levantamento Atitude Abril – Aids, 36% dos entrevistados não acreditam nos graves efeitos colaterais dos medicamentos anti AIDS ou os desconhecem.

Base aliada recebeu 60% das doações na campanha

dinheiro 2Os deputados federais de partidos aliados à presidente Dilma Rousseff (PT) ficaram com 60% das doações feitas por empresas aos eleitos para a próxima legislatura, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) levantados pela Folha de São Paulo. Esses congressistas receberam, ao todo, R$ 440,5 milhões. Já os eleitos por partidos da coligação do principal adversário da presidente no pleito, o senador tucano Aécio Neves (MG), receberam R$ 229 milhões de empresas durante a campanha.
Se considerados também os partidos que declararam apoio ao presidenciável no segundo turno – inclusive o PSB da terceira colocada na disputa, a ex-senadora Marina Silva (AC), o valor sobe para R$ 289 milhões. Por outro lado, olhando as receitas de cada partido individualmente, os deputados eleitos pelo PSDB foram os que mais arrecadaram. Ao todo, os 54 tucanos eleitos para a Câmara dos Deputados arrecadaram R$ 109 milhões. Na sequência, os 66 parlamentares do PMDB reuniram R$ 104 milhões. Já os 70 deputados do PT, sigla que terá a maior bancada da Câmara na próxima legislatura, receberam R$ 97 milhões em doações de campanha.

Veja quem são as figuras históricas da política que deixam o Senado Brasileiro

simon senado
O Correio Braziliense destaca que Eduardo Suplicy (PT-SP), Pedro Simon (PMDB-RS), José Sarney (PMDB-AP) e Casildo Maldaner (PMDB-SC) estão entre os senadores com mais de 10 anos de Casa que não renovaram os mandatos para 2015. Alguns por vontade própria, como Sarney, Maldaner e outros 10 parlamentares que preferiram não disputar as eleições deste ano. Outros cinco — entre eles, Simon e Suplicy — não foram reeleitos. Assim, passado o primeiro turno das eleições, vários desses personagens têm ocupado a tribuna do Senado nos momentos de pouca atividade e baixo quórum para se despedirem da instituição e da vida pública. Alguns chegaram a se emocionar, como Suplicy, que soma mais de 20 anos na Casa. Afinal, o Senado, como definiu o antropólogo, educador e ex-senador Darcy Ribeiro (1922-1997), “(…) é melhor do que o céu, pois nem é preciso morrer para estar nele”.
Simon escolheu a segunda semana após o primeiro turno das eleições para dizer adeus. Era uma quarta-feira, 15 de outubro, na qual se comemorava o Dia do Professor, e o plenário estava praticamente vazio. No microfone, se revezavam os senadores Casildo Maldaner, Cristovam Buarque (PDT-DF) e Ana Amélia (PP-RS), que perdeu a disputa pelo governo gaúcho. Derrotado por José Serra (PSDB-SP) dias antes, Suplicy presidia a sessão. “Como para Vossa Excelência, senador, também para mim não vai ser fácil mudar os 30 anos, os 32 anos de convivência nesta Casa”, disse-lhe Simon ao tomar a palavra. Juntos, os dois somam mais de 60 anos de Senado. “Já antes da eleição, eu tinha me despedido, comunicando aos meus irmãos que, aos 84 anos — completando 85 exatamente em 31 de janeiro, quando encerro meus 32 anos de Senador —, acho que a missão nesta Casa estava cumprida”, lembrou Simon.

Mato Grosso investiu pouco mais de 9% em segurança pública de 2012 para 2013

Dados do Anuário de Segurança Pública mostram que gastos com as consequências da criminalidade chegaram a R$ 258 bilhões. Em 2013, o investimento público em segurança cresceu 8,65% (patamar superior ao aumento da inflação e ao crescimento da economia) em relação ao ano anterior. O gasto dos governos federal, estaduais e municipais com o setor no ano passado representou 1,26% do PIB. As informações foram publicadas no jornal O Globo, desta segunda-feira (10).
Entre os estados, São Paulo foi o que mais investiu em segurança pública em 2013: R$ 9,27 bilhões.Mas, se for considerada a população, o estado que mais investiu no setor foi o Acre, com R$ 486 por habitante. São Paulo gastou apenas R$ 212 per capita. Na contramão, seis estados colocaram menos dinheiro no setor em 2013, em comparação com o ano anterior. São eles Ceará, Bahia, Sergipe, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte e Piauí – o que mais retirou recursos da segurança pública, com uma redução de 61,72%.

EUA investigam Petrobras, diz Financial Times

20141110125114_cv_PETROBRAS129_2329-alt-petrobras-sede-rj_gdeO Departamento de Justiça Americano abriu uma investigação criminal sobre a Petrobras para identificar se houve pagamento de propina para funcionários da empresa, segundo o jornal ‘Financial Times’.  A SEC (Securities Exchange Commission, órgão regulador do mercado de capitais americano) também está investigando, de acordo com o jornal.
As autoridades americanas querem saber se a Petrobras ou algum de seus empregados, intermediários ou contratados, violaram a FCPA (Foreign Corrupt Practices Act), lei americana de combate à corrupção praticada no exterior por empresas americanas ou que negociam ações nas bolsas de valores dos Estados Unidos. A petrolífera negocia títulos na NYSE (Bolsa de Nova York).  A lei torna ilegal subornar oficiais estrangeiros para ganhar ou reter negócios.

Após Lei Seca mais rigorosa, mortes caem no trânsito

acidente carnavalAs mortes em acidentes de trânsito caíram 10% em todo o país no ano passado, segundo dados do governo federal. A redução interrompe uma sequência de aumento da violência no trânsito, que durava havia três anos, e também representa a queda mais expressiva desde 1998, quando as mortes diminuíram em 13%.Apesar disso, os números estão longe dos registrados em países desenvolvidos.
Dados preliminares do SUS (Sistema Único de Saúde) apontam que foram 40,5 mil vítimas em 2013, ante 44,8 mil no ano anterior. A estatística coincide com o primeiro ano de vigência da Lei Seca mais rigorosa, que dobrou o valor das multas. Também passaram a ser aceitos novos meios de provar a ingestão de álcool, além do bafômetro, e a classificação do crime de trânsito por dirigir embriagado ficou menos rígida –ou seja, ficou mais fácil para o infrator ser enquadrado como criminoso.