26 de dezembro de 2014

Polícia Federal descobre R$ 800 mil da JBS em contas de ‘fantasma’ de doleiro da Lava Jato

Valores foram repassados para Gilson Transporte ME, com capital social de R$ 20 mil; grupo que doou R$ 73 milhões para campanha de Dilma nega ilícitos

Ricardo Brandt, Valmar Hupssel Filho e Fausto Macedo

A Polícia Federal descobriu duas contas bancárias em nome de uma empresa fantasma ligada a um dos doleiros da Operação Lava Jato, Carlos Habib Chater, que receberam depósitos no valor global de R$ 800 mil da JBS, a Friboi, maior processadora de carne bovina do mundo.

As contas estão em nome de Gilson M. Ferreira Transporte ME, cujo “sócio” foi identificado como Gilson Mar Ferreira, estabelecido na periferia do município de São José dos Pinhais (PR), com capital social declarado de R$ 20 mil.

Trabalhador pode simular rendimentos do FGTS em página da internet

acesso_internetO Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) criou um página na internet que permite ao trabalhador simular os rendimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O site faz parte da campanha do ministério #meufgts, lançada nas redes sociais para esclarecer a população sobre os recursos do fundo.
A página tira dúvidas sobre o fundo e disponibiliza uma lista dos questionamentos mais comuns, como direitos e condições para utilizar os recursos para aquisição da casa própria, por exemplo.

PT disponibiliza site sobre posse de Dilma

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No próximo dia 1º a presidente da República, Dilma Rousseff, tomará posse para o segundo mandato. O PT disponibilizou na internet o portal www.possedadilma.com.br. A página trás detalhes sobre a cerimônia, agenda cultural da festa e um mapa com o roteiro passo-a-passo.

STJ nega liberdade a envolvidos na operação Lava Jato

20140531063858_cv_martelo_gdeO presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Francisco Falcão, negou hoje (26) pedido de liberdade feito pelos advogados do empresário Fernando Soares, conhecido com Fernando Baiano, e de mais dois presos ligados à empreiteira OAS. Além de não encontrar ilegalidade na decretação das prisões, o ministro entendeu que, conforme jurispridência do STJ, a gravidade do modus operandi dos investigados justifica a prisão cautelar.
Todos foram presos na Operação Lava Jato e estão na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba. Além do empresário, tiveram pedido de liberdade negado o presidente da OAS, José Aldelmário Filho, e Mateus Coutinho de Sá Oliveira, funcionário da empreiteira. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), a OAS e outras empresas investigadas na Operação Lava Jato participavam de um “clube” para acertar quem venceria licitações com a Petrobras. Seis pessoas ligadas à OAS já se tornaram réus em ações penais na Justiça Federal em Curitiba.

Lorena Maria Rosa é achada estuprada e morta em Campinápolis


O corpo de uma adolescente de 16 anos foi encontrado pelo pai dela, no corredor de uma casa, localizado no terreno de uma igreja, na cidade de Campinápolis (658 km a leste da Capital – próximo à Água Boa na região Leste). A jovem estava seminua e com ferimentos na cabeça e pescoço.

Indícios apontam para o fato de ela ter sido abusada sexualmente durante o ataque.

Lorena Maria Rosa da Silva foi encontrada pelo pai, na manhã desta quinta-feira (25). Na noite anterior, ela tinha saído de casa para se conectar à internet sem fio, em um local próximo à residência e, desde então, não foi mais vista.

Desesperado, o pai da jovem acionou a Polícia Militar, que passou a fazer buscas por toda a cidade. Já pela manhã, ele encontrou o corpo da filha, com um ferimento na cabeça, outro no pescoço, além de marcas de mordidas em uma das orelhas.

Um homem que já tem passagem por violência doméstica e outros crimes e passou várias vezes nas proximidades do local do crime chegou a ser detido, suspeito da morte da jovem. Ele negou participação na morte de Lorena e acabou liberado por falta de provas.
A Polícia Civil vai investigar o caso, que chocou a pacata cidade, que não registrava um homicídio há mais de um ano.



Fonte: Rádio Pioneira com Gazeta

Insatisfação de partidos dificulta conclusão de reforma do ministério

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A presidente Dilma Rousseff, que embarcou nesta quinta-feira (25) para um breve recesso na Base Naval de Aratu, na Bahia, ainda enfrenta dificuldades para acertar com os partidos aliados a composição da equipe ministerial do segundo mandato. Segundo a Folha de São Paulo, Dilma ainda não encontrou solução para demandas apresentadas pelo PR e pelo PDT, além das insatisfações do seu próprio partido, o PT. O PR quer ampliar seu poder na área de transportes. Além de indicar o vereador paulistano Antônio Carlos Rodrigues como novo ministro, o partido quer liberdade para nomear as pessoas que irão administrar empresas e órgãos ligados ao ministério.
A presidente também enfrenta dificuldades para acomodar o PDT, que deseja continuar no Ministério do Trabalho. Ela sugeriu a Previdência Social como opção para o aliado, mas a sigla não recebeu a oferta com entusiasmo. Se atender ao PDT, Dilma irá desagradar setores do PT ligados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu antecessor e padrinho político, que desejam emplacar no comando da pasta um sindicalista ligado à CUT (Central Única dos Trabalhadores).

Apenas 282 das 500 UPAs prometidas por Dilma foram entregues

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A seis dias do fim do ano, a promessa da presidente Dilma Rousseff de entregar 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) até 2014 não será cumprida. Estratégicas para desafogar hospitais, há 382 unidades em funcionamento pelo país. Delas, 282 foram entregues de 2011 até agora.
Segundo o ministério da Saúde, outras 100 haviam sido construídas no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que também havia estabelecido a meta de entregar 500, mas não conseguiu. Incluídas no orçamento do PAC, além das UPAs estão também as Unidades Básicas de Saúde (UBS) — dessas, 7,7 mil foram abertas, de um compromisso de 8 mil centros.

PDT e CUT se engalfinham pelo Ministério do Trabalho

20141225121146_cv_OSSOimagesCAWUP5XP_gdeA presidente Dilma pode passar a noite de Natal sem resolver o último impasse da reforma do governo. diz Ilimar Franco, na sua coluna do jornal O Globo. O PDT — diz o colunista, está disputando com a CUT o Trabalho. O presidente trabalhista, Carlos Lupi, quer manter a pasta e indicou o ex-líder na Câmara André Figueiredo (CE) para o cargo.
Mas para atender ao aliado, a presidente enfrenta enorme pressão da CUT, que quer voltar para o comando do ministério. O candidato da Central é seu ex-presidente Arthur Henriques, que foi tesoureiro da primeira campanha da presidente Dilma (2010).
O problema é que nem CUT nem PDT querem aceitar ir para outra pasta que trata de interesses dos trabalhadores, a Previdência.