5 de abril de 2015

CAMPO NOVO DO PARECIS: Empresário flagra funcionário praticando roubo de combustível

Um empresário de Campo Novo do Parecis flagrou na manhã da última quinta-feira (02), um de seus funcionários roubando combustível de um veículo que estava estacionado no galpão da empresa. Segundo a vítima, essa não é a primeira vez que a empresa é roubada pelo agora ex-funcionário.
Desconfiado de que desde a contratação do suspeito, há mais de um ano, materiais da empresa eram roubados com frequência, o empresário ficou de tocaia a fim de fazer o flagrante.
O empresário relatou que havia dispensado todos os funcionários no dia, véspera de feriado e esperava que o suspeito agisse. Não demorou muito para que o ele aparecesse com três galões para roubar cerca de 100 litros de óleo diesel do caminhão da empresa.

Protesto contra Dilma será domingo; organização espera 50 mil pessoas em Cuiabá

Tarso Nunes

Está marcada para o próximo domingo (12) a segunda manifestação contra o governo Federal, em todo país. Em Cuiabá, o protesto vai ter início na Praça Ipiranga, às 16h, seguindo pela avenida da Prainha, com chegada à avenida Mato Grosso. São esperadas mais de 50 mil pessoas pela organização Movimento Muda Brasil, que realiza o protesto juntamente com movimento nacional Vem pra Rua. Conforme uma das organizadoras, Alcimar Moretti, a mudança do local ocorreu em razão do maior número de pessoas que é esperado. “É um local mais amplo, com ruas mais largas”, afirma Alcimar após reunião com a Segurança Pública.

Após o arrocho de sangue frio, governo Taques começa a esquentar com obras

 
Com três meses de administração, Pedro Taques tem se revelado na prática um bom exemplo na vida pública. De dar orgulho a Mato Grosso e ao país, ao menos por enquanto. Foi assim no Senado. Está na mesma linha como chefe do Executivo. E bem na onda nacional que pede mudanças na condução da coisa pública. Com decisões duras e corajosas, planejamento e metas, já conseguiu romper alguns paradigmas. Algo nunca feito por um governador nos últimos 40 anos, de Garcia Neto para cá.
Montou o primeiro escalão com jovens técnicos, dando de ombros para as indicações políticas. Isso jamais havia acontecido. Aliás, o perfil dos últimos governadores foi  mais político do que técnico. E Taques só conseguiu se impor pela credibilidade. Houve choradeira silenciosa dos 13 partidos aliados. Mas logo enxugaram as lágrimas porque se deram conta de que não teriam espaço para fazer política dentro do Executivo.
A senha veio com os secretários em apuros para conseguir cumprir metas. Lideranças de olho em cargos recolheram-se. Esperam chances de participar do loteamento em postos de terceiro e quarto escalões. Restam poucos. Dentro da reforma administrativa, entraram no facão 1,5 mil dos cerca de 5 mil DAS da estrutura da máquina.
Veio devassa nas contas. O que se descobriu foi de arrepiar. Déficit orçamentário de quase R$ 1,7 bilhão deixado pela gestão Silval Barbosa para um governo que trabalha hoje com orçamento anual de R$ 13 bilhões. Além disso, mais R$ 8 bilhões de restos a pagar. São passivos e dívidas financiadas para obras da Copa, como VLT, e programas, como o MT Integrado. E 23% delas em dólar e sem a preocupação de fazer o hedge, proteção contra oscilações inesperadas nos preços.
José Medeiros
pedro taques analise
O governador Pedro Taques, no gabinete no Palácio Paiaguás, impõe controle extremo dos gastos públicos
Na reorganização da máquina, Taques se viu forçado a esticar o elástico para alcançar toda a engrenagem. Ainda está na fase de segurar receitas para ter caixa. Posterga investimentos. Sem esse combustível,  parte da máquina parou. A área de infraestrutura é a que mais sofre. Contratos e obras foram interrompidos em todo o Estado. Fornecedores ávidos por pagamento estão na fila. Uns quebraram.
O Palácio Paiaguás alega que, em nome da legalidade, precisa checar tudo antes de religar o botão da máquina. E que neste mês as máquinas na terra e no asfalto vão roncar. Aos poucos, o gigante adormecido chamado Estado vai acordando do pesadelo que foi a gestão passada.

Maggi diz em entrevista que não se aliaria mais a um candidato do PT à Presidência

Um maiores produtores de soja do mundo, o senador Blairo Maggi (PR)criticou a situação econômica do país, em entrevista que o jornal O Estado de S. Paulo publica neste domingo (5). Integrante da base aliada da presidente Dilma Rousseff (PT), o senador mato-grossense acha que 2015 é um ano "perdido". Para ele, a situação seria mais favorável se a presidente tivesse adotado uma postura diferente, descentralizando suas decisões e promovendo "um amplo enxugamento da máquina administrativa".

Na entrevista, Maggi cobra a redução da burocracia federal, que "atrapalha o crescimento do Brasil". “O governo é um paquiderme, um elefante que não se mexe”, afirmou. O senador foi um dos grandes apoiadores da campanha de Dilma à reeleição, mas, na entrevista ao Estadão, afirma que hoje não se aliaria novamente a um candidato do PT à Presidência. 

OCULTAÇÃO DE BENS: Justiça “caça” R$ 100 milhões de Eder, mas só acha R$ 1 mil

CAMILA RIBEIRO

Delegado Marco Aurélio Faveri diz que até
 R$ 100 milhões devem ser apreendidos das contas de Eder
Alvo de determinações judiciais para bloqueio de até R$ 100 milhões em bens, o ex-secretário de Fazenda, Eder Moraes, e sua esposa, Lauda Tereza da Costa Dias tiveram, até o momento, apenas R$ 1 mil bloqueados de suas contas.

A informação é do delegado de Combate ao Crime Organizado, da Polícia Federal, Marco Aurélio Faveri, um dos coordenadores da ação que deflagrou a sétima fase da Operação Ararath e que resultou em uma nova prisão do ex-secretário.

“Cerca de R$ 100 milhões devem ser apreendidos das contas de Eder, valores esses que serão utilizados para ressarcir o erário público, por conta de crimes cometidos por ele. Mas, até o momento, foi bloqueado R$ 0 da conta de Eder e R$ 1 mil da conta de sua esposa”, afirmou Faveri.

Delegados querem que PF se torne independente do governo

PF carroNa onda do combate à corrupção e do sucesso da Operação Lava-Jato, delegados da Polícia Federal se mobilizam para tentar aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 412, que prevê a autonomia administrativa e financeira da corporação, hoje vinculada ao Ministério da Justiça.
E os federais já puseram o bloco na rua, iniciando um corpo a corpo com os deputados para aprovar o texto, que tramita na Casa desde 2009, sem despertar interesse até agora. Para chamar a atenção, está marcada para terça e quarta-feira uma mobilização da categoria em Brasília, além de visita ao Congresso e ainda uma campanha na internet, rádio e televisão. Além disso, disponibilizaram uma petição pública na internet para colher assinatura dos cidadãos.

100 dias de problemas no governo Dilma Rousseff

dilmapresidente
Um governo que não começou. São exatos 100 dias, completados na próxima sexta-feira, e a presidente Dilma Rousseff (PT) não conseguiu sair das cordas. A face mais visível da nova gestão nesses três primeiros meses, diante dos escândalos de corrupção que parecem não ter fim, é a paralisia. Pior: o desemprego bate na porta dos brasileiros e as projeções de crescimento para 2015 são as piores possíveis. O país do “governo novo, ideias novas”, vendido durante a campanha eleitoral, não conseguiu espantar o fantasma da inflação. Medidas impopulares foram tomadas diante da necessidade de ajuste urgente das contas.
Com o cinto mais apertado, as ruas, inflamadas pela oposição, já começaram a mandar o recado.

Senadora quer criar cota para menores de 30 anos em eleições

20120906101144_cv_urna_gdeReservar 20% das vagas nas candidaturas de vereadores e deputados para pessoas com até 29 anos de idade. Proposta com esse objetivo foi apresentada pela senadora Lídice da Mata, do PSB da Bahia, que quer estimular a renovação de parlamentares.
“Finalmente o meu projeto também para que nós possamos garantir uma cota de pessoas jovens, sempre a participar do processo político eleitoral. O objetivo é estimular a juventude à participação político-eleitoral. É estimular a renovação política nas cadeiras do parlamento”, disse.

O que fazer quando o seu celular fica lento?

celular internetO que fazer quando o celular está tão lento que demora até para realizar as tarefas mais simples, como enviar uma mensagem de texto? Independentemente do sistema operacional do aparelho, é possível adotar algumas medidas que ajudam o celular a funcionar mais rápido. A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, compilou algumas delas:
Apagar, apagar, apagar
Pode não ser fácil, mas apagar arquivos – fotos, vídeos, músicas, mensagens de texto e voz, longas conversas registradas no WhatsApp, downloads feitos nos últimos meses (ou anos) – é um primeiro passo para agilizar o celular. Aplicativos que não estão sendo usados também se incluem neste grupo. Muitas vezes instalamos apps, usamos uma ou duas vezes e esquecemos deles, mas eles ocupam espaço.
Reiniciar
Outra ação simples é reiniciar o aparelho. Se ele funciona com o sistema Android, a reiniciação pode ser feita com o mesmo botão usado para ligar e desligar. No sistema iOS, é preciso desligar o celular pressionanto o botão no canto superior direito e voltar a ligá-lo.
Fechar apps que não estão sendo usados
Por esquecimento ou praticidade, muitas vezes deixamos os aplicativos abertos, mesmo sem usá-los. Quando vários estão abertos, às vezes por dias ou semanas seguidas, o celular fica mais lento. Tanto nos celulares iOS como nos Android, isso pode ser corrigido com um toque na tela sobre o aplicativo a ser fechado para, então, deslizar o dedo.

Unificação de eleições e fim da reeleição entram na pauta do Congresso Nacional

Um dos pontos da reforma política que o Congresso Nacional promete aprovar ainda este ano pode alterar significativamente a vida política brasileira, marcada pela alternância das eleições e a possibilidade de exercer dois mandatos. De acordo com uma proposta de emenda à Constituição em tramitação, os pleitos municipais e os das esferas estadual e federal passariam a ocorrer ao mesmo tempo a partir de 2018, o que acabaria com a rotina dos eleitores de irem às urnas de dois em dois anos, e a reeleição seria vedada. Apesar de o assunto ainda não ser consenso, as chances de ela sair do papel são grandes, pois o projeto conta com o apoio das maiores bancadas.

Cerca de 65% dos gastos com cartão corporativo não são transparentes

Cartao_corporativoNos dois primeiros meses do ano, o Governo Federal gastou R$ 6,3 milhões em pagamentos realizados por meio do cartão corporativo. Quase 50% dos pagamentos foram feitos de maneira sigilosa, isto é, não é permitido ao cidadão comum conferir em que R$ 3,1 milhões dos cofres públicos foram aplicados.
Além disso, mais de R$ 1 milhão dos gastos realizados com o cartão são inacessíveis ao conhecimento público. Isto porque os recursos foram sacados e não foram identificados para que o “dinheiro vivo” foi utilizado. Sendo assim, na realidade, R$ 4,1 milhões (65%) foram executados, por meio do cartão, sem descriminação do bem adquirido ou do serviço prestado.
Quanto aos gastos caracterizados como sigilosos, a Presidência da República, como costuma acontecer todos os anos, sai em disparada: foi R$ 1,8 milhão no período. As maiores despesas foram realizadas pela Secretaria de Administração da Presidência, as quais somam R$ 877,1 mil.
O Ministério da Justiça é o segundo que mais gastou de forma secreta, com pagamentos que somam R$ 1,3 milhão. O Dispêndio de maior relevância, de R$ 491,8 mil, foi efetuado por órgão vinculado ao Departamento da Polícia Federal, chamado Coordenação de Administração.