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Mostrando postagens de Julho 8, 2015

Como os brasileiros estão cuidando da aparência

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CCJ da Câmara aprova PEC que torna obrigatória execução de emendas coletivas

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou hoje (8) a proposta de emenda à Constituição (PEC) 2/15 que torna obrigatória a execução de emendas coletivas propostas pelas bancadas estaduais e comissões permanentes ao projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA). A PEC torna obrigatória a execução por parte da União de emendas coletivas em pelo menos 1% da receita corrente liquida (RCL) realizada no ano anterior, com base no que determina a emenda que estabeleceu o Orçamento Impositivo. A estimativa é que, para este ano, representaria o valor mínimo de R$ 8,075 bilhões. De acordo como o relator da proposta, deputado Elmar Nascimento (DEM-BA), seria uma forma de evitar o “contingenciamento total, pelo Poder Executivo, das dotações orçamentárias indicadas pelas bancadas estaduais e pelas comissões do Congresso Nacional, apenas porque estas têm origem no Parlamento”. Com a aprovação da admissibilidade da PEC pela CCJ, o texto deverá ser analisado por uma comi

Partidos políticos são as organizações menos confiáveis entre os brasileiros, indica pesquisa

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Os partidos políticos, o Congresso Nacional, a Presidência da República e os ministérios são, nesta ordem, as instituições menos confiáveis entre os brasileiros. A informação faz parte de pesquisa do Instituto Datafolha, encomendada pela Ordem dos Advogados do Brasil para avaliar o grau de credibilidade de 14 instituições. O resultado do levantamento, , ocorre em meio ao escândalo da Operação Lava Jato, A pesquisa entrevistou 2.125 pessoas de 135 municípios de todas as regiões do País entre 9 e 13 de junho e tem margem de erro de dois pontos porcentuais. No outro extremo da tabela, as Forças Armadas e o Conselho Federal da OAB são as instituições mais confiáveis entre os brasileiros. Veja o ranking Forças Armadas:  149 Conselho Federal da OAB:  139 Igreja Católica:  124 Poder Judiciário:  116 Imprensa: 112 Sindicato dos Trabalhadores:  112 Ministério Público:  111 Polícia:  93 Bancos e financeiras:  81 Empresas estatais:  69 Igreja Universal do Reino de Deus:  64 Presidência da

Câmara aprova, em segundo turno, texto principal da reforma política

A Câmara dos Deputados aprovou, em segundo turno, na noite desta terça-feira (7) o texto principal da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma política. O texto foi aprovado por um placar de 420 votos a favor, 30 contrários e uma uma abstenção.Os parlamentares decidiram deixar para a próxima semana a análise de sugestões de mudança na proposta, que tratam justamente de algumas das questões mais polêmicas da reforma.  A sessão desta quarta-feira (8) será dedicada à votação de um projeto de lei que inclui pontos que não alteram a Constituição, como a duração de campanha. Entre os pontos questionados do texto e que deverão ser alvo de debate na próxima terça-feira estão financiamento de campanha, reeleição, duração do mandato e a “janela de infidelidade”, que é um prazo para o parlamentar se desfiliar do partido sem perder o mandato.

Presidente da Câmara ficou irado com a pesquisa da OAB

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O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, reagiu irado à pesquisa que a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) divulgou e que revela que 74% das pessoas rejeitam doações de empresas para campanhas eleitorais. “A OAB não tem muita credibilidade há muito tempo”, disse. A mesma sondagem, no entanto, mostra que o índice de confiança na OAB subiu 14 pontos no ano, chegando a 139. Na lista de 12 instituições apresentada aos entrevistados, a OAB ficou em segundo lugar, atrás apenas das Forças Armadas. Já o Congresso Nacional ficou em penúltimo. A pesquisa foi realizada pelo Datafolha

O que mais assombra Lula e o PT

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Assim é se lhe parece: a presidente Dilma Rousseff fez bem em rodar a baiana na entrevista que concedeu à Folha de S. Paulo. Cada vez mais isolada, inclusive pelo seu próprio partido, o PT, ela saiu em defesa dela mesma e do seu governo. Excedeu-se? É possível. Mas é difícil não se exceder quando o que está em causa é a reputação. E também o futuro. Dilma não suporta mais conviver com a suspeita de que roubou ou de que foi conivente com o roubo, seja nos governos Lula ou nos seus. Quando é de honra que se trata, como alguém que se sente injustiçada pode reagir com calma ou frieza? Se ela não viesse a público dizer que terminará seu mandato, pareceria acuada. Ou então resignada com as ameaças que pesam sobre ela. Ou então assim é se lhe parece: a presidente Dilma Rousseff deu um tiro no pé ao dizer o que disse em entrevista à Folha de S. Paulo. O impeachment dela era uma ideia estacionada na Praça dos Três Poderes, em Brasília, tendo de um lado o Congresso e do outro a estátua