28 de agosto de 2015

População brasileira supera os 204 milhões

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A população brasileira superou a marca dos 204 milhões de habitantes neste ano. Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas hoje (28) no Diário Oficial da União, o país tinha, em 1° de julho deste ano, 204.450.649 habitantes. No ano passado, a população estimada era 202.768.562.
O IBGE também divulgou as populações estimadas das 27 unidades da Federação e dos municípios brasileiros. O estado mais populoso do país, São Paulo, tem 44,4 milhões de pessoas. Mais cinco estados têm populações que superam os 10 milhões de habitantes: Minas Gerais (20,87 milhões), Rio de Janeiro (16,55 milhões), Bahia (15,2 milhões), Rio Grande do Sul (11,25 milhões) e Paraná (11,16 milhões).
Três estados têm populações menores do que 1 milhão: Roraima (505,7 mil), Amapá (766,7 mil) e Acre (803,5 mil). As demais unidades da Federação têm as seguintes populações: Pernambuco (9,34 milhões), Ceará (8,9 milhões), Pará (8,17 milhões), Maranhão (6,9 milhões), Santa Catarina (6,82 milhões), Goiás (6,61 milhões), Paraíba (3,97 milhões), Amazonas (3,94 milhões), Espírito Santo (3,93 milhões), Rio Grande do Norte (3,44 milhões), Alagoas (3,34 milhões), Mato Grosso (3,26 milhões), Piauí (3,2 milhões), Distrito Federal (2,91 milhões), Mato Grosso do Sul (2,65 milhões), Sergipe (2,24 milhões), Rondônia (1,77 milhão) e Tocantins (1,51 milhão).

CPMF incentiva ‘projeto impeachment de Dilma’, diz Temer

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A intenção do Planalto de recriar a CPMF surpreendeu e irritou Michel Temer. Alheio à discussão dentro do governo sobre a volta do tributo, o vice-presidente deixou claro à equipe que não vai se empenhar por sua aprovação no Congresso. Temer estava especialmente contrariado porque seria cobrado pela ideia em jantar com empresários nesta quinta-feira, em São Paulo. Aliados que conversaram com o vice batizaram a proposta de “projeto impeachment” de Dilma Rousseff.
Deu na Folha

Empregado doméstico demitido sem justa causa já pode pedir seguro-desemprego

martelo-juiz1A resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) que regulamenta a concessão do seguro-desemprego ao empregado doméstico dispensado sem justa causa foi publicada na edição de hoje (28) do Diário Oficial da União. O benefício pago será de um salário mínimo por, no máximo, três meses. Para ter direito ao benefício, o empregado doméstico precisa ter trabalhado pelo menos 15 meses nos últimos 24 meses.
O acesso ao benefício já consta em lei complementar e, com a publicação da resolução, os trabalhadores domésticos já podem requerê-lo. O empregado que for demitido por justa causa não terá acesso ao benefício.
O requerimento precisa ser apresentado às unidades de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego ou aos órgãos autorizados, no prazo de 7 a 90 dias contados da data da dispensa. É preciso levar a carteira de trabalho, termo de rescisão do contrato de trabalho atestando a dispensa sem justa causa, declaração de que não recebe benefício de prestação continuada – exceto auxílio-acidente e pensão por morte – e também declaração de que não tem renda suficiente para manter a família.

Doleiro Alberto Yousseff diz que Kassab está envolvido em propina

Consórcio Sehab contratado pela prefeitura de São Paulo em 2010 para revitalização de Favela Real Parque, durante a gestão de Gilberto Kassab, atual ministro das Cidades, foi utilizado para pagar propinas, contou o doleiro Alberto Youssef a investigadores da Polícia Federal. Segundo o doleiro, ele recebeu R$ 431 mil do consórcio que eram, na verdade, propinas para o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e para o Partido Progressista.

Dilma diz que país irá superar crise sem ‘nadinha’ de amargura e ódio

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (28), durante evento em Caucaia (CE), que o país irá superar a crise sem “nadinha” de amargura e ódio. Ao participar da cerimônia de entrega de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, ela também pediu “muito amor no coração” para o Brasil vencer as dificuldades.
Em meio a uma crise econômica, Dilma tem dito em eventos dos quais participa que as dificuldades enfrentadas pelo Brasil são “momentâneas” e que o governo tem adotado medidas para superá-las. Ao considerar 2015 um ano de “travessia” no cenário econômico, a presidente tem declarado que nos próximos anos será possível retomar o crescimento e a geração de empregos com redução da inflação.
“O Brasil, hoje, é um país democrático e um país que sabe superar suas dificuldades. Como todos os países do mundo, nós temos a garra de superar as nossas dificuldades. Mas tem uma característica especial: nós superamos isso com muita esperaça e muito amor no coração, e com nadinha de amargura ou de ódio. Nós somos um país tolerante, que respeita os outros e que quer ver seus filhos e filhas sendo criados em um mundo de paz”, declarou.
G1

Boneco inflável do ex-presidente Lula é montado no viaduto

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Um boneco inflável gigante do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com roupa de presidiário foi montado na tarde desta sexta-feira na frente da Prefeitura de São Paulo, no Viaduto do Chá, na região central de São Paulo. Pela manhã, o boneco foi montado na Ponte Octávio Frias de Oliveira, a Ponte Estaiada, na Zona Sul.
Segundo Ricardo Costa, líder nacional e coordenador nacional do Vem Pra Rua, a ação é realizada por movimentos de combate à corrupção.  Ele mantém segredo sobre os locais onde o boneco será montado.
Procurado pelo G1, o Instituto Lula não quis comentar o ato.
Segundo Costa, o boneco chamado popularmente de “Lula Inflado” tem 15 metros de altura, 100 kg quando está vazio e 500 kg quando fica cheio de ar. A alegoria foi idealizada por Ricardo Honorato, do Movimento Brasil, e há uma congregação de forças com o Vem pra Rua para essa ação. O boneco apareceu pela primeira vez nas manifestações do dia 16 em Brasília.

Quase 40% dos senadores têm pendências criminais

Quase 40% dos senadores estão sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF). Dos 81 integrantes do Senado, pelo menos 30 respondem a inquéritos ou ações penais na mais alta corte do país. As suspeitas vão de crimes de corrupção, contra a Lei de Licitações e eleitorais até delitos de menor gravidade, como os chamados crimes de opinião.
Entre os investigados, 12 são alvos da Operação Lava Jato, como o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o ex-presidente da República Fernando Collor (PTB-AL), único senador denunciado até agora pela Procuradoria-Geral da República.

Prefeitos petistas começam a deixar sigla

O presidente do Diretório Estadual do PT de São Paulo, Emídio de Souza, revelou nesta quinta-feira, 27, que 14 dos 68 prefeitos que o partido tem no Estado comunicaram que deixarão a legenda.
De acordo com Emídio, os prefeitos alegam “desgaste” da sigla em São Paulo, medo de perder as eleições em 2016 por serem petistas e também por serem “mal atendidos” pelo governo federal no recebimento de recursos para as prefeituras.
Ele reclamou da atuação “intensa” do vice-governador e presidente do Diretório Estadual do PSB, Márcio França, em “cooptar” prefeitos petistas. “O Márcio França, virou especialidade dele hoje fazer essa pescaria em aquário”, disse à revista Exame.

Com a pior audiência da história no horário, ‘Babilônia’ termina hoje (28)

Com a pior audiência da história no horário, 'Babilônia' termina com duelo entre vilãs
Ao longo dos cinco meses em que ficou no ar. A história, assinada por Gilberto Braga, João Ximenes Braga e Ricardo Linhares, foi tão mal que acabou encurtada pela emissora, fechando com média prévia de 25 pontos no Ibope (registrados até o começo de agosto) -cada um equivale a 67 mil domicílios na Grande SP.
A marca é 8 pontos inferior à de sua estreia (33 pontos), em março. Ou seja, após declinar no Ibope, a produção chega ao fim com o título de pior audiência da história do horário das 21h. Nos últimos meses, “Babilônia” perdeu até para “I Love Paraisópolis”, trama das 19h do canal, o que é considerado vexatório para um folhetim da faixa
nobre.
Os motivos são muitos, a começar pelas mudanças que ocorreram na sinopse original, após a rejeição do público à abordagem de temas polêmicos -entre eles, o romance homossexual de duas mulheres mais velhas e a compulsão sexual da vilã. Além disso, especialistas em TV citam como agravantes a falta de carisma dos mocinhos e a expectativa gerada por sua antecessora, a impactante “Império”.
“‘Babilônia’ não foi de todo ruim, mas também não foi boa. As tramas paralelas não causaram identificação. O enredo principal, de Gloria Pires e Adriana Esteves, só não foi um fiasco por causa das atrizes. E a mocinha [Regina, de Camila Pitanga] foi muito chata”, afirma Claudino Mayer, doutor em teledramaturgia pela USP (Universidade de São Paulo).

Bar usa mulheres nuas como bandeja

Bar é criticado por colocar mulheres nuas em balcão de estabalecimento (Foto: Reprodução/Twitter/Melanie James)
Colocar mulheres nuas para serem usadas como bandeja em um bar na Austrália rendeu a um estabelecimento uma onda de críticas na internet pela atitude machista. O ‘Cruise Bar’, que fica em Sydney, gerou revolta nas redes sociais ao colocar jovens em um balcão cobertas apenas por frutas.
O evento com tema tropical realizado na quarta-feira (26) não foi bem visto por objetificar as mulheres. “Obrigada, Cruise Bar, por mostrar abertamente o seu conceito de mulher e contribuir para a nojenta visão de que o corpo feminino é apenas um objeto. Não irei ao sei estabelecimento quando sair à noite”, disse a internauta Jane Oakley em um comentário no Facebook.

Proposta de alíquota para nova CPMF deve ficar em 0,38%

20141201032101_cv_CPMFCPiotti_cpmf_thumb1_gdeA proposta de recriar a CPMF para reforçar o caixa da União em estudo no governo prevê que a alíquota do tributo fique em 0,38%. Esse foi o percentual que vigorou de 1999 até o final de 2007, quando a contribuição foi extinta.
Para tornar a medida mais palatável e aumentar suas chances de aprovação no Congresso, a ideia do governo também é propor que a CPMF passe a ser partilhada com estados e municípios e não fique mais exclusivamente nas mãos da União.

Se a eleição presidencial em 1º turno fosse hoje, Lula perderia para Aécio ou Alckmin ou Serra ou Marina

pesquisa_eleitoral_09Se o segundo turno da eleição para presidente da República fosse hoje, e os candidatos Aécio Neves e Lula, quem ganharia? – perguntou o Instituto Paraná de Pesquisas entre a última segunda-feira e ontem a 2.060 eleitores de 154 municípios de todos os Estados, mais o Distrito Federal.
Aécio venceria Lula com o quase o dobro das intenções de voto dele – 54,7% a 28,3%. 8,5% não sabem em quem votariam. 8,5% em nenhum.
A mesma pergunta fora feita pelo instituto ao mesmo número de eleitores em março último. Resultado: Aécio, 51,5%, Lula 27,2%. Ambos, portanto, cresceram – Lula dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Aécio acima da margem de erro.
Em um eventual segundo turno, Aécio derrotaria Marina Silva por 49,2% das intenções de voto contra 35,2%.
A pesquisa simulou uma eleição em primeiro turno trocando o nome do candidato do PSDB e, em um dos cenários, acrescentando o nome de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados.
Cenário 1
Aécio – 36,2%
Marina – 20,4%
Lula – 19,6%
Bolsonaro – 4,6%
Caiado – 1,3%.
Não sabem ou nenhum deles, 14,6%.
Somente no Nordeste, Lula empata com Aécio e vence Marina.
Cenário 2
Marina – 26,6%
Alckmin – 25.4%
Lula – 20.5%
Bolsonaro – 5,1%
Eduardo Cunha – 3,9%
Caiado – 1,5%
Não sabem ou nenhum deles, 17%.
Cenário 3
Serra – 27,2%
Marina – 26,2%
Lula – 20,1%
Bolsonaro – 5%
Eduardo Cunha – 3,3%
Caiado – 1,5%
Não sabem ou nenhum deles, 16,6%.
A pesquisa perguntou: “Qual destes candidatos do PSDB teria mais chance de ganhar hoje o seu voto para presidente da República?”
Aécio – 38,4%
Serra – 13,2%
Alckimin – 12,8%
Fernando Henrique Cardoso – 9,3%
Álvaro Dias – 5,3%
Não sabem ou nenhum deles, 21,1%.
Piorou a avaliação da administração da presidente Dilma Rousseff. Em março último, era desaprovada por 74% dos entrevistados. Agora, por 83,6%. Em março último, era aprovada por 20,5%. Agora, só por 13,7%.
Dilma conseguirá terminar o mandato em 2018 ou será afastada do cargo antes?
Será afastada antes, responderam 48,8%.
Conseguirá terminar, responderam 48,7%.
Não sabem ou não responderam, 2,5%.
Em caso de afastamento, o que em sua opinião irá acontecer?
Uma nova eleição, segundo 41,5% dos entrevistados.
O vice-presidente assumirá, segundo 37,3%.
Assumirá o segundo colocado na eleição do ano passado – 9,9%.
Não souberam responder: 4%.
Os demais disseram que assumiria o presidente da Câmara ou do Supremo Tribunal Federal ou do Senado.
A pesquisa perguntou: Nos últimos 6 meses, a sua situação econômica e a de sua família:
Melhorou muito – 0,8%
Melhorou – 6,3%
Nem melhorou, nem piorou – 24%
Piorou – 48,9%
Piorou muito – 19,5%
O resto não soube responder.
Outra pergunta: Pensando no Brasil, em relação ao seu futuro e o de sua família, o senhor ou senhora diria que está:
Muito otimista – 1,6%
Otimista – 37,3%
Nem uma coisa nem outra – 12,3%
Pessimista – 39,8%
Muito pessimista – 8,4%
Não souberam responder – 0,6%
Mais uma pergunta: Entre a situação econômica e os escândalos de corrupção, o que afeta mais o senhor sua família atualmente?
A situação econômica – 49,2%
Escândalos de corrupção – 47,1%
Não sabem – 0,6%
Nada afeta mais – 3,1%.
Última pergunta da pesquisa: De quem é a maior responsabilidade/ou culpa pela crise econômica pela qual o Brasil passa?
Governo Dilma – 42,4%
Governo Lula – 27,3%
Governo FHC – 19,6%
Não é de ninguém – 4,3%
Prefeito – 2,8%
Governador do Estado – 2%.

ONG ligada ao MST desvia dinheiro público

Reportagem do Canal Rural, que contou com pesquisas do Contas Abertas junto ao Sistema Integrado de Administração Financeira da Secretaria do Tesouro Nacional (Siafi), revelou que verba direcionada para a promoção de uma feira agroecológica em São Paulo foi utilizada em assistência ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Após denúncia, parlamentares pretendem abrir CPI para investigar os repasses para o movimento.
MSTA ONG Associação Estadual de Cooperação Agrícola de São Paulo (Aesca) recebeu R$ 277.958,00 do Ministério do Desenvolvimento Agrário para realização de evento que não aconteceu. Os recursos eram destinados à prestação de assistência técnica e promoção da Feira Estadual de Produtos Agroecológicos da Economia Feminina, com mulheres assentadas de Pontal do Paranapanema, Vale do Ribeira e sudoeste de São Paulo.
O convênio foi encerrado no último dia 30 de junho. A data da feira estava marcada para os dias 7 e 8 de março deste ano no Mercado Municipal de São Paulo. Questionados, os trabalhadores do local afirmam que não houve evento deste tipo na data. No convênio assinado com o ministério, o endereço registrado pela ONG, no centro de São Paulo,não corresponde à sede da entidade.

Reforma ministerial da presidente Dilma deve ser superficial

dilma TVA reforma administrativa e ministerial prometida pela presidente Dilma Rousseff será meramente paliativa. Por ora, a discussão se limita a duas frentes: tirar o status de ministério de secretarias subordinadas à Presidência e fundir algumas pastas com orçamento modesto em relação a outras, sem diminuição expressiva de custos. Tudo será feito com cuidado para não melindrar os movimentos sociais ligados ao PT.
Embora ainda estejam na prancheta do Ministério do Planejamento — que não divulgou estimativa de quanto será economizado —, os cenários mais otimistas mostram uma redução com pouca capacidade para gerar economia ao país. Dos 39 órgãos, 10 devem ser alvo da reengenharia palaciana.

CPMF, o “Projeto Impeachment” de Dilma

sinovaldo_para_0612_2014_cmyk-511469A intenção do Planalto de recriar a CPMF surpreendeu e irritou Michel Temer. Alheio à discussão dentro do governo sobre a volta do tributo, o vice-presidente deixou claro à equipe que não vai se empenhar por sua aprovação no Congresso. Temer estava especialmente contrariado porque seria cobrado pela ideia em jantar com empresários nesta quinta-feira, em São Paulo.
Aliados que conversaram com o vice batizaram a proposta de “projeto impeachment” de Dilma Rousseff. Temer aceitou convite de Rosângela Lyra, do Acorda Brasil – movimento de oposição à presidente –, para encontro na quinta-feira, 3 de setembro.