7 de setembro de 2015

Residência é destruída pelo fogo no centro de Brasnorte

POR DORJIVAL SILVA

Uma residência em alvenaria localizada na Rua Rotary Internacional, centro de Brasnorte, pegou fogo por volta das 13h desta segunda-feira (07). Até o momento ninguém sabe informar se o sinistro foi criminoso ou acidental. O proprietário do imóvel, segundo informações de vizinhos, havia saído para uma pescaria nos rios da região.

Um caminhão pipa da Secretaria de Obras esteve no local para tentar evitar maiores prejuízos. Em vão. O fogo danificou completamente a residência e ainda ameaçou se expandir para a vizinhança.

Dezenas de populares também contribuíram significantemente jogando água com baldes na tentativa de debelar as chamas que subiram mais de 4 metros.

A Polícia Militar de Brasnorte esteve no local para acompanhar o trabalho dos que lutaram contra o fogo. A Polícia Civil deverá investigar o assunto. VEJA COBERTURA COMPLETA. IMAGENS DE DORJIVAL SILVA































Desvalorização do real passa de 70%

real-okA escalada do dólar tem sido firme e constante. Nos 12 meses encerrados na sexta-feira, a desvalorização do real em relação à moeda americana chegou a 71,57%. Uma perda maior para o mesmo período só ocorreu em março de 1999, de acordo com cálculos da consultoria Tendências. No ano em que o país abandonou a âncora cambial, a moeda brasileira desvalorizou 91,6%.
A mudança de patamar do câmbio está provocando uma desorganização momentânea da economia e impactando diretamente o cotidiano das pessoas e das empresas. Espera-se, por exemplo, que a desvalorização do real seja um caminho para o Brasil sair da atual recessão, por meio do impulso nas exportações e pela consequente melhora do setor externo. “Quanto mais depreciado o câmbio, mais competitivos vão estar os produtos tanto para a exportação como domesticamente”, afirma o economista Bruno Lavieri ao Estadão.

Tucanos costuram acordo com Temer para 2018

temer reforma
Inebriados com declarações de Michel Temer, parlamentares tucanos resolveram concentrar esforços no impeachment de Dilma na Câmara. A ideia é retirar o processo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pede a cassação da chapa Dilma-Temer eleita em 2014. Com apoio do PMDB, a oposição pedirá o impeachment de Dilma. Assim, Temer assumiria, mas com compromisso de abrir mão da reeleição em 2018.
MÍNIMOS DETALHES
Pela estratégia, tucanos desistirão até de desagravo ao ministro Gilmar Mendes, que pediu para investigar a gráfica VTPB na campanha do PT.
APOSTA NA CÂMARA
A oposição aposta na bancada peemedebista da Câmara, cuja maioria apoia o rompimento com o governo e tem Cunha como maior aliado.
DIFÍCIL RESISTIR
Temer disse a empresários esta semana que “é difícil” Dilma resistir até o fim do mandato com popularidade baixa, hoje em 7%.

Baixo astral de Dirceu impressiona aliados

jose_dirceuO colunista Ilimar Franco, d’O Globo, destaca que o líder do governo no Congresso, senador José Pimentel, lamentou, em reunião da bancada do PT, o abatimento mostrado pelo ex-ministro José Dirceu na sessão da CPI da Petrobras, na última terça-feira. Ele disse que “doía a alma” vê-lo daquele jeito. Outros senadores concordaram. Condenado no mensalão, Dirceu foi preso na Lava-Jato.
A descrença virou a marca da CPI do BNDES. São muitos interesses empresariais envolvidos. E doadores de campanha de vários partidos. Uma dessas empresas, a JBS, financiou cerca de 20 (governo e oposição) de seus integrantes. Os deputados aprovaram uma janela para troca de partido em sua PEC da reforma política. Os senadores colocaram a PEC na gaveta. Ela está embrulhada sem relator na CCJ. Eles queriam que a Câmara ampliasse seus mandatos para 10 anos

Grupos antigoverno preparam ‘colheraço’ para ato em Brasília

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Grupos contra o governo e pró-impeachment convocaram manifestantes a vestirem preto, em vez do já comum verde e amarelo, e levarem colheres de pau à Esplanada dos Ministérios hoje (7). No local, a presidente Dilma Rousseff irá assistir ao desfile de Sete de Setembro.
A ideia é fazer um “colheraço” nas placas de aço que foram instaladas para isolar as autoridades de possíveis manifestações. A presidente não irá fazer pronunciamento em rádio e TV para evitar panelaços; sua fala deve ser divulgada apenas na internet.
A região da Esplanada dos Ministérios deve concentrar maior parte dos protestos contra Dilma no Dia da Independência. Pelo menos sete carros de som devem ser usados. O Pixuleco, boneco inflável que retrata o ex-presidente Lula como presidiário, chegou à capital do Brasil, depois de passar por Curitiba e São Paulo, onde foi “esfaqueado” por uma simpatizante petista.

07 de setembro: Dia da Independência do Brasil

independencia
A Independência do Brasil é celebrada em todo dia 07 de setembro. Essa comemoração acontece desde a época do Primeiro Império, que, a cada ano, rememorava a ocasião em que o país se tornou independente de Portugal no ano de 1822. O processo de independência do Brasil teve como principais atores históricos, além do príncipe regente D. Pedro (que se tornou o imperador D. Pedro I), alguns representantes da elite interessada na ruptura entre Brasil e Portugal. Entre esses representantes, encontrava-se aquele que também se tornou um dos maiores articuladores do Império, José Bonifácio de Andrada e Silva.
De certa forma, a possibilidade de um “Brasil independente” remonta à época da vinda da família real para o Brasil em 1808, acontecimento que inaugurou em nosso país o chamado Período Joanino. D. João VI veio com sua corte para o Brasil por ter se recusado a ser conivente com a política do Bloqueio Continental, imposta por Napoleão Bonaparte contra o Reino Unido. Como Portugal possuía importantes acordos econômicos com os ingleses, D. João VI achou por bem desobedecer às ordens do imperador francês e abandonar a Península Ibérica, sendo escoltado por navios ingleses até a costa brasileira.
Nessa época, o Brasil foi alçado à condição de Reino Unido, junto a Portugal e Algarves, deixando assim a condição de ser colônia. Muitas das ações empreendidas por D. João VI no Brasil durante o período em que aqui esteve (1808-1821) colaboraram para que o país ganhasse uma relevância que ainda não possuía. Essa relevância tinha dimensões econômicas, políticas e culturais. Entretanto, nos anos que seguiram após o fim da Era Napoleônica (1799-1815), Portugal passou por intensas turbulências políticas. Essa situação exigiu a volta do rei D. João VI com sua corte em 1821.
O rei português deixou no Brasil como seu representante D. Pedro, seu filho, que recebeu o título de príncipe regente. Durante o ano de 1821 e até os primeiros dias do mês de setembro de 1822, as turbulências políticas de Portugal fizeram-se refletir também no Brasil. As assembleias que ocorriam em Lisboa (que contavam também com representantes brasileiros) ganhavam pautas que defendiam o retorno de Portugal como o centro político do referido Reino Unido e, por consequência, a submissão do Brasil à sua posição.
Ao mesmo tempo, em terras brasileiras, o príncipe regente, orientado por representantes das elites políticas locais, promovia uma série de reformas que desagradavam as elites lusitanas. As ações de de D. Pedro mobilizaram a corte portuguesa a pedir a sua volta imediata para Portugal no início de 1822. D. Pedro recusou-se a abandonar o Brasil e, em 09 de janeiro, optou pela sua permanência no país. Esse dia ficou conhecido como Dia do Fico.
As indisposições entre Portugal e Brasil continuaram ao longo do primeiro semestre de 1822. Esse período de intensas discussões e propostas direcionadas à efetivação da independência foi exaustivamente estudado por muitos historiadores, tanto portugueses quanto brasileiros. No Brasil, destacam-se os nomes de Oliveira Lima e Nelson Werneck Sodré. No mês de setembro, as cortes portuguesas deram um ultimato para D. Pedro voltar para Portugal, sob ameaça de ataque militar. O príncipe que estava em viagem ao estado de São Paulo recebeu a notícia e, antecipando uma decisão que já estava quase nas “vias de fato”, declarou o país independente às marges do rio Ipiranga, no dia 07.

OAB cobra fim de financiamento empresarial para 2016

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) protocolou uma ação cautelar no Supremo Tribunal Federal (STF) para proibir o financiamento empresarial de campanha já nas eleições municipais de 2016. Segundo a ordem, o objetivo é garantir a aplicação do entendimento da maioria dos ministros do STF – de proibir o financiamento empresarial das campanhas – já na escolha de prefeitos e vereadores no ano que vem.
Embora seis ministros tenham votado pela inconstitucionalidade, a discussão sobre financiamento de partidos e políticos está suspensa na Corte desde abril do ano passado, por um pedido de vista (mais tempo para análise) do ministro Gilmar Mendes. Para o presidente da Ordem, Marcus Vinícius Furtado Coêlho, a ação proposta não visa “atropelar” o direito de vista de Gilmar Mendes, mas dar efetividade ao entendimento da maioria da Suprema Corte.

Quase 800 milhões de pessoas não têm acesso à água no mundo

semaguaQuase 800 milhões de pessoas não têm acesso a água no mundo e uma das principais saídas para a crise hídrica é estimular a população a economizar. Esse é o tema da terceira reportagem de Tonico Ferreira na série “Água – Planeta em Crise”. Em países como os Estados Unidos e a Austrália, o governo chega a dar incentivos financeiros para quem está disposto a evitar o desperdício. A série é uma parceria do Jornal da Globo com o Globo Natureza.
Com um açude bem no centro da cidade, Campina Grande, na Paraíba, dá a impressão de que tem água sobrando, mas não. O açude está poluído por esgoto. Resta para a cidade o reservatório Boqueirão, a 45 km do centro, que está com menos de 18% da capacidade.Resultado: os 400 mil habitantes de Campina Grande estão submetidos a um rodízio de água rigoroso. O fornecimento é interrompido às 5 da tarde de sábado e só volta às 5 da manhã de terça-feira.

Sem mostrar a cara hoje, PT se infiltra no Grito

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Os petistas, em baixa no mercado político, optaram por reforçar sua presença no 21º Grito dos Excluídos. Patrocinado pela CNBB, presidida pelo bispo Dom Sérgio da Rocha, ele ocorre todos os anos no dia 7 de setembro. Agrada aos petistas o lema adotado pela CNBB para este ano: “Que país é este que mata gente, que a mídia mente e nos consome?”.
O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, não gosta do uso da palavra “aecista”. Seus aliados dizem que a expressão passa a imagem de que se trata do “pensamento do Aécio”. Alegam que ela (aecista) nem sempre retrata suas posições.
O PSDB deu uma guinada temporária. Ele não abandonou suas esperanças no TCU e no TSE. Os desdobramentos da crise moral continuam no horizonte. Mas sua aposta do momento é a crise econômica, potencializada pelos movimentos erráticos do governo e do PT em torno da linha adotada pelo ministro Joaquim