6 de dezembro de 2015

Mega-Sena acumula e vai sortear R$ 125 milhões na quarta

A Mega-Sena acumulou de novo. Na próxima quarta-feira (9), a Caixa Econômica Federal vai sortear R$ 125 milhões. Neste sábado (5), saíram as dezenas 16 – 26 – 35 – 39 – 44 – 45. O sorteio foi feito em Ji-Paraná (RO). A quina teve 84 apostas ganhadoras, que irão levar R$ 65.866,39 cada uma. Outros 7608 bilhetes acertaram a quadra e irão receber R$ 1.038,90 cada um.

Vídeo: Cunha é alvo de protestos em show de Caetano e Gil

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi alvo de protestos durante apresentação dos músicos Caetano Veloso e Gilberto Gil no Circo Voador, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (4).
Os participantes do evento aproveitaram para manifestar oposição ao deputado quando os músicos cantaram a música “Odeio”. No refrão da canção, eles completavam a letra aos gritos de “odeio você, Cunha”.
Ao fim da música, os fãs de Gil e Caetano prosseguiram o manifesto ao coro de “Fora, Cunha!”. Os músicos, durante a manifestação, não aparentaram nenhuma contrariedade e seguiram com o show.

Papa Francisco contrata auditoria para contas da Igreja

papa napoles
O Vaticano contratou um auditor externo para fiscalizar suas demonstrações financeiras, como parte das reformas econômicas. A Santa Sé informou neste sábado que escolheu a PricewaterhouseCoopers (PwC) como a responsável pela auditoria das contas de 2015.
A contratação de um auditor externo coloca o Vaticano, que tem um dos sistemas financeiros mais restritos do mundo, mais em linha com padrões internacionais. O papa Francisco se comprometeu a reformar as práticas financeiras da Santa Sé, bem como erradicar a corrupção e a ineficiência na sede da Igreja Católica.

Crise acelera redução de investimentos e estatais têm pior resultado em oito anos

economia-queda-pib-01A piora do cenário econômico, com disparada do dólar, alta dos juros e maior custo de captação, atingiu em cheio os investimentos das empresas estatais. Puxadas pela Petrobras, as companhias investiram R$ 18,5 bilhões a menos em obras e na compra de equipamentos neste ano. Dessa forma, tiveram o menor desempenho desde 2008.
Nos primeiros dez meses de 2015, R$ 63,7 bilhões foram aplicados pelas 68 empresas estatais brasileiras dos mais diversos setores. No mesmo período do ano passado, em números constantes, isto é, atualizados pelo IPCA, R$ 82,1 milhões chegaram aos projetos das companhias.
Petrobras, principal companhia brasileira, encabeçou a retração dos investimentos das estatais. Imersa em problemas, como a corrupção que fez secar os cofres e o aumento do endividamento, a companhia, que já foi chamada de gigante do petróleo, representa 85% da diminuição das aplicações. Na Eletrobrás, os investimentos das 24 subsidiárias do grupo tiveram o pior desempenho dos últimos 16 anos. – See more at: http://www.contasabertas.

Rede e PSOL decidem não apoiar o impeachment

Partidos de oposição ao governo Dilma Rousseff no Congresso Nacional, a Rede Sustentabilidade e o PSOL não apoiarão o pedido impeachment acolhido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A decisão tem um peso simbólico, já que, juntas, as duas siglas somam apenas dez deputados – ao todo a Casa é composta por 513 parlamentares.
Já o PSB, que conta com 36 deputados federais e indicará quatro integrantes para a comissão que avaliará o impedimento, deve definir sua posição na segunda-feira. A maioria da cúpula do partido e os governadores rechaçam a iniciativa. A posição do líder da bancada, Fernando Bezerra Filho (PE), porém, ainda é uma incógnita. Caberá a ele a palavra final sobre os quatro nomes que representarão o PSB na comissão.

Aliados de Cunha usam carros de som para pressionar ‘vacilões’ do impeachment

somAliados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB­RJ), pretendem pressionar deputados que ainda não se decidiram favoravelmente ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, uma das estratégias de militantes da Força Sindical, entidade ligada ao deputado Paulinho da Força (SD­SP), um dos principais integrantes da tropa de choque do peemedebista, será enviar carros de som para a frente da residência dos parlamentares “que estão vacilando”.
O primeiro alvo da manifestação deve ser o líder do PMDB na Câmara, deputado Leonardo Picciani (RJ), que se aproximou do Palácio do Planalto nos últimos meses, chegando, inclusive, a indicar dois ministros na reforma ministerial de outubro deste ano. Segundo apurou o Estado, um carro de som será levado para frente do condomínio onde o parlamentar carioca mora, localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, na manhã deste domingo.

Força-tarefa da operação Lava Jato avança em novos órgãos

Uma força-tarefa de subprocuradores gerais da República passará a atuar exclusivamente nos processos da operação “Lava Jato” que estão sob o crivo do Superior Tribunal de Justiça. O Conselho Superior do Ministério Público Federal, presidido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, aprovou cinco nomes de subprocuradores-gerais que darão prioridade às ações na corte que envolvem as investigações de esquemas de corrupção que começaram em doleiros, passaram pela Petrobras e agora chegam a outros órgãos.

Política criminosa

A prisão do senador Delcídio Amaral, ordenada pelo Supremo Tribunal Federal, e, depois, confirmada pelo Senado suscita uma série de questões que dizem respeito ao desenlace da atual crise. Agora, um fato novo vem à tona. Ele recoloca com força o problema de um governo que já acabou, embora a presidente relute em reconhecer esse fato que se impõe a todos os que pretendem ver a realidade. Parece que o país petista conseguiu ir além de qualquer limite, como se a impunidade e a corrupção fossem simples “regras” que deveriam ser seguidas.
O que imediatamente salta aos olho é uma imensa crise de valores do mundo político e de setores do empresariado, em franca dissonância com os anseios da sociedade brasileira. O lulopetismo estabeleceu a corrupção como modo mesmo de governar, fazendo da impunidade um tipo de conduta que deveria ser seguido por todos. Os valores estão se esfacelando, como se não fossem mais fatores essenciais de coesão social.