18 de dezembro de 2015

Foto perdida comprovaria que Hitler viveu no Brasil no pós-Guerra



Adolf Hitler morreu em 30 de abril de 1945, certo? Bem, uma teoria que circula na internet diz que não. Mais do que isso, diz que viveu até 1984 e passou o resto de sua vida depois da Segunda Guerra em uma pacata cidade do interior do… Brasil! Isso mesmo.

De acordo com o britânico Express, uma série de pessoas garantem que o principal nome do nazismo fugiu da Alemanha ao ver que ia perder a guerra e veio para o Brasil. Aqui, teria se casado e vivido pacatamente em Nossa Senhora do Livramento, no Mato Grosso.

Segundo a reportagem do tabloide britânico, uma foto em questão (veja abaixo) provaria a teoria. A qualidade da imagem, no entanto, não permite que se faça uma identificação decente das pessoas que nela estão. O jornal, então, entrevistou a autora de um livro sobre a temática. E ela foi enfática.

“Eu também ri quando ouvi essa história pela primeira vez, acreditava que era uma piada. Todos acham isso. Mas hoje estou convencida de que é verdade e e Adolf Hitler realmente viveu essa história no Brasil”, afirma Simoni Renee Guerreiro Dias, autora do livro “Hitler no Brasil - Sua vida e morte”.

As informações que Simoni traz dão conta de que o líder nazista deixou a Alemanha com direção à Argentina, entrou no Paraguai e conseguiu se estabelecer no Brasil. Na região, diversas pessoas falam sobre o assunto, que para muitas delas é tratado como verdade absoluta.

Se Hitler morou ou não no Brasil, será impossível saber apenas com essa foto. Em caso de fuga para nosso país, o líder nazista teria sido o segundo grande nome do Nazismo a morrer por aqui. Josef Mengele, um dos médicos mais conhecidos de Hitler, morreu em Bertioga, litoral de São Paulo, em 1979 — cinco anos antes do suposto Hitler de Mato Grosso. 

Por: YAHOO

TRE reprova contas, PR deve devolver R$ 2 mi à União e fundo está cortado

PR tem contas 2010 reprovadas. À época partido era comandado por Wellington
O Tribunal Regional Eleitoral reprovou as contas anuais do exercício de 2010 do diretório regional do PR, à época sob o comando de Wellington Fagundes. Com a decisão, o PR terá que devolver à União quase R$ 2 milhões e ainda não receberá as cotas do fundo partidário pelo prazo de 1 ano.
Dentre as irregularidades identificadas pela Coordenadoria de Controle Interno e Auditoria do Tribunal, está o recebimento de recursos de fonte proibida: doações por meio de consignação em folha de pagamento, no valor de R$ 1,9 milhão.
Houve ainda transferências de recursos a diretórios de diversos partidos de Mato Grosso, no valor de R$ 360,5 mil possivelmente repasse de contribuições dos filiados, contudo, sem o devido esclarecimento, sendo caracterizado, assim, como de origem não identificada.
O relator das contas, juiz membro Flávio Alexandre Martins Bertin, explicou que os documentos constantes nos autos provam que de janeiro a dezembro de 2010 foram realizados débitos nas contas bancárias de servidores comissionados do Poder Executivo estadual, em favor do diretório regional do PR, prática considerada ilícita pela lei que rege os partidos.
“As provas trazidas nos autos nos remetem às seguintes informações: todos os servidores/doadores eram correntistas do Banco do Brasil (responsável à época pela folha de pagamento do funcionalismo público estadual); os débitos automáticos coincidiam com as datas dos créditos de salários nas contas correntes; os valores das “contribuições” correspondiam ao percentual médio de 3% sobre o subsídio do cargo comissionado e por fim, havia um formulário de contribuição padronizado e em quase a sua totalidade possuía a indicação do órgão de lotação do “doador” (manuscrito)”, relata o parecer.
O juiz membro ressalta que o TSE já pacificou o entendimento de que a contribuição sobre a remuneração de detentores de cargos ou funções de confiança em favor de alguma agremiação partidária configura abuso de autoridade e de poder econômico.
Penalidade
De acordo com o Pleno, o PR terá prazo de 30 dias, a contar da publicação, para devolver ao Tesouro Nacional R$ 1,9 milhão, devidamente corrigidos até a data da efetiva devolução.
A Corte determinou que uma cópia do processo fosse encaminhada ao Ministério Público Estadual para que seja analisado se o PR praticou atos de improbidade administrativa.
Reincidência
O relator registrou que o PR tem utilizado de forma reiterada a prática do que se convencionou de “dízimo partidário”, que é o recebimento de “doações” de servidores comissionados. No julgamento das contas de 2007, 2008 e 2009, o PR/MT foi condenado, respectivamente, a recolher ao Tesouro Nacional, os seguintes valores (cálculo aproximado): R$ 608 mil, R$ 1,7 milhões e R$ 1,9 milhões. (Com Assessoria)

Ministro nega liberdade e Silval Barbosa continua na cadeia até 2016

Ministro nega liberdade e Silval Barbosa continua na cadeia até 2016
 O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, negou pedido de liberdade em Habeas Corpus do ex-governador de Mato Grosso, Silval da Cunha Barbosa. A decisão, datada desta sexta-feira (18), praticamente encerra as possibilidades do político ser liberado ainda em 2015: no dia 20 de dezembro será iniciado o recesso do Judiciário, perdurando até o dia 6 de janeiro, assim, prazo para interposição de um novo habeas corpus pode restar insuficiente. 

Mato Grosso fecha 20 mil postos de trabalho em 12 meses; novembro demissões somaram 77,6% a mais que outubro

Agropecuária liderou, após sucessivos saldos positivos, as demissões no mês de novembro
Agropecuária liderou, após sucessivos saldos positivos, as demissões no mês de novembro
 Os setores da agropecuária e construção civil foram os grandes vilões de novembro quanto às demissões em Mato Grosso. No estado 7.587 pessoas perderam o emprego em novembro. O resultado é 77,6% maior que 4.270 demissões constatadas em outubro. Em novembro de 2014 haviam sido 6.201 desligamentos. No ano Mato Grosso fechou 868 postos de trabalho e no acumulado dos 12 meses 20.710 vagas.

O salto negativo é considerado o terceiro pior da série histórica apresentada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio do Cadastro Geral de Empregos e Desempregos (Caged). Em novembro de 2005 haviam sido registrados 8.086 desligamentos a mais que contratações em Mato Grosso e em 2008 os registros eram de 8.025 demissões.

Presidente da Câmara e líderes partidários discutem rito do impeachment na segunda

camara federal
Os líderes partidários se reúnem na tarde de segunda-feira (21) com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, para discutir assuntos como o rito do impeachment e a possível realização de sessão de votações na terça-feira (22).
Em entrevista na quinta-feira (17), Cunha afirmou que, após a reunião, serão anunciadas eventuais medidas da Câmara sobre as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) relacionadas ao rito de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Entre outros pontos, o STF decidiu contra a eleição secreta e a existência de candidaturas avulsas na comissão especial do impeachment da Câmara. Essa decisão invalida a eleição do último dia 8, quando venceu a chapa formada por partidos de oposição e por dissidentes da base governista.

Juiz nega pedido de liberdade ao amigão do Lula

bumlaiO juiz federal Sérgio Moro negou hoje (18) pedido de liberdade feito pela defesa do empresário e pecuarista José Carlos Bumlai, denunciado na terça-feira com mais dez investigados na Operação Passe Livre, a 21ª fase da Lava Jato, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
De acordo com a acusação, Bumlai usou contratos firmados com a Petrobras para quitar empréstimos com o Banco Schahin. Segundo os procuradores, depoimentos de investigados que assinaram acordos de delação premiada revelam que o empréstimo de R$ 12 milhões se destinava ao PT e foi pago mediante a contratação da Construtora Schahin como operadora do navio-sonda Vitória 10.000, da Petrobras, em 2009.

Dilma troca comando no ministério da Fazenda

A presidenta Dilma Rousseff decidiu tirar Joaquim Levy do Ministério da Fazenda e substituí-lo pelo atual ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. Para o lugar de Barbosa, Dilma nomeou o ministro da Controladoria Geral da União (CGU), Valdir Simão.
A troca no comando da equipe econômica foi anunciada na tarde de hoje (18) pelo Palácio do Planalto, por meio de nota à imprensa, e ocorre após uma semana conturbada no Congresso Nacional, onde estiveram em votação a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o Plano Pluriananual (PPA) e o Orçamento de 2016. De acordo com o comunicado, Dilma agradeceu Levy e elogiou o trabalho do ministro.