8 de fevereiro de 2016

Qualidade de vida: todo mundo quer, mas o que isso significa?

O termo qualidade de vida engloba
 a satisfação psicológica, a saúde física
 e o bem-estar familiar
Qualidade de vida era um termo usado quase exclusivamente por profissionais de saúde. Agora, todo mundo se preocupa com isso, de economistas a executivos de publicidade. Para empresas que desejam atrair funcionários com uma boa formação, ser capaz de oferecer uma boa qualidade de vida aos funcionários potenciais está se tornando cada vez mais importante.


Porém, o que isso quer dizer na verdade e como empresários e médicos podem ajudar a melhorá-la, caso alguém seja capaz de definir claramente o que é? Marta Elvira, Barbara Barcaccia, Giuseppe Esposito, Maria Matarese, Marta Bertolaso e Maria Grazia De Marinis tentam resumir esse conceito no artigo "Defining Quality of Life" (Definindo a qualidade de vida), publicado na edição atual da revista Europe's Journal of Psychology.

Os autores analisam como a qualidade de vida foi interpretada e definida para fins de pesquisa ao longo de duas décadas, considerando as dificuldades envolvidas em mensurá-la.
"Quando terminam as minhas funções do dia, assisto ao meu seriado do momento para relaxar dando boas risadas. Reservo para estas ocasiões só os de comédia, assim eu consigo ir dormir sorrindo" - Danielle Winits, atriz Divulgação

À medida que avanços médicos ajudam a aumentar a longevidade, nosso objetivo mudou da quantidade de vida para a qualidade de vida. Embora os cientistas possam recorrer a escalas de pontuação para mensurar a dor ou quantificar limitações físicas, os autores acreditam que tentar mensurar a qualidade de vida dessa maneira seja ir longe demais.

O que significa, afinal?
A qualidade de vida é um termo subjetivo e multidimensional que engloba características positivas e negativas da vida. É uma condição dinâmica que reflete os eventos da vida: a perda de um emprego, uma doença ou algum problema podem mudar a definição de qualidade de vida de forma rápida e drástica.

Ainda que mensurá-la seja difícil, a clareza é extremamente importante, especialmente para médicos que precisam levar a qualidade de vida em conta ao considerar o uso de intervenções para a manutenção da vida de pacientes gravemente doentes. Sob essas circunstâncias, criar uma definição distinta é eticamente importante e não um detalhe subjetivo.

Uma análise de estudos científicos dos últimos 20 anos mostra que ainda estamos longe de encontrar uma definição precisa, clara e compartilhada do conceito. Com frequência, os pesquisadores nem mesmo tentam definir qualidade de vida, utilizando-a apenas como um indicador.

A qualidade de vida engloba:
- A satisfação com a vida, que é subjetiva e pode mudar.

- Fatores multidimensionais que incluem saúde física, satisfação psicológica, independência pessoal, bem-estar familiar, educação, crença religiosa, senso de otimismo, serviços e transporte local, emprego, relacionamentos sociais, moradia e o ambiente em que se vive. fonte: Iese Insight - The New York Times News Service

Campanha contra a abstenção eleitoral será lançada neste carnaval

tituloPor iniciativa do ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), uma campanha contra a abstenção eleitoral será lançada neste carnaval, em um trio elétrico em Salvador (BA). A realização é do recém-criado Instituto Uniceub de Cidadania (IUC), presidido pelo ministro, que também já foi por três vezes presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Batizada de #VOTABRASIL, a incitativa contará com uma música-tema, de mesmo nome, que será apresentada pelo cantor Durval Lelys. A campanha também será veiculada na TV Justiça e na Rádio Justiça.
A proposta é direcionada ao estímulo do voto entre jovens eleitores, e para incentivar aqueles com idade entre 16 e 18 anos a tirar o título de eleitor. No primeiro turno das eleições de 2014, a abstenção somada a votos nulos e brancos chegou a totalizar 27,17% do total. O ministro Marco Aurélio destaca que a iniciativa procura afirmar um direito, que num país onde o voto é obrigatório, é visto como um dever. A campanha procura tomar a iniciativa para levar a população às urnas. “Não adianta só reclamar”, afirma.

Eleição terá maior uso da máquina pública, diz cientista político

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Faltando oito meses para as eleições municipais os partidos políticos já se organizam para o processo eleitoral deste ano que terá novas regras. Será a primeira campanha sem doações de empresas privadas prevendo estruturas menores e um peso ainda maior das máquinas governamentais no processo eleitoral.
Pré-candidatos a prefeito acreditam que os gestores que estão com a máquina pública nas mãos, sairão na frente. Eles avaliam que como não há cultura de doação por pessoas físicas e o dinheiro do Fundo Partidário é pouco para cobrir os custos, a disputa nas cidades será com muito improviso e criatividade.

Medo do zika vírus não atrapalha carnaval Brasil afora

Milhões de pessoas em todo o Brasil foram às ruas celebrar o carnaval neste fim de semana, apesar dos temores com o surto do zika vírus. Em Recife, a cidade mais afetada pela doença, mais de um milhão de pessoas participaram da festa. Em Salvador, que também sofre com a epidemia, o carnaval não foi prejudicado. No Rio de Janeiro, multidões lotaram a Sapucaí para acompanhar os desfiles ou foram às ruas da cidade para participar dos mais de 500 blocos.
Nos últimos dias, autoridades nacionais e internacionais fizeram recomendações sobre a zika para toda a população, mas especialmente para casais esperando bebês, já que o vírus está ligado à epidemia de microcefalia no País.
Em um dos blocos cariocas, no entanto, várias famílias e foliãs grávidas participavam da festa. Uma delas disse que estava, sim, preocupada com o surto e que estava usando repelente. “Mas a vida não pode parar. É carnaval.” Muitas pessoas inclusive usaram fantasias do Aedes aegypti, mosquito que transmite o zika vírus, a dengue e a chikungunya.
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Marido processa mulher por não preparar a comida e não limpar a casa

pratosLuta por igualdade de gêneros? Esqueça. Na Itália, se uma mulher não limpar a casa e cozinhar para o marido, o caso pode ir parar no tribunal – não por separação do casal, mas porque ela pode ser julgada por “violência doméstica”. Dá pra acreditar?
Uma mulher de 40 anos está sendo processada pelo marido por “abuso na família” e pode pegar de dois a seis anos de prisão. Isso porque, segundo alega o homem, sete anos mais velho que ela, a atual esposa o obriga a dormir em outra cama, não prepara a comida para ele e deixa a casa imunda. Além disso, ele diz se sentir insultado por essa negligência em casa.
O caso ocorreu em Sonnino, pequena cidade da província de Latina, na Itália. O processo foi encaminhado para julgamento, que deve ocorrer em 12 de outubro deste ano. Segundo um jornal de lá, o Repubblica, promotor do caso afirmou que as evidências devem servir, sim, para que ela seja presa.

PT agora deseja nivelar Lula a FHC. Por baixo!

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Josias de Souza destaca que, sob o título “O certo e o errado”, Fernando Henrique Cardoso escreveu em artigo veiculado neste domingo de Carnaval: “O castelo de areia das grandezas do lulopetismo está desabando ao sopro da crise econômica e da Lava Jato…” Na falta de uma boa defesa para as suspeitas que rondam Lula, o PT reúne munição para o ataque. Tentará atrair FHC para os seus escombros, nivelando-o a Lula no quesito ‘relações promíscuas com a plutocracia’.
Como que antevendo o que está por vir, FHC escreveu em seu artigo: “Em meio ao desmoronamento, o lulopetismo procura embaçar a vista de quem assiste à sua queda dizendo que tudo não passa de uma trama ‘da direita’ para desacreditá-lo por ser ‘de esquerda’.” Valendo-se de sua infantaria na internet e de sua tropa no Congresso, o PT recordará que FHC reuniu 12 barões do empresariado no Alvorada, em 2002, a poucos dias de passar a faixa para Lula.
Convidados para o jantar, os empresários foram mordidos por FHC em algo como R$ 7 milhões, em cifras da época. Alegou-se que o então presidente tucano precisava do dinheiro para compor um fundo que custearia o Instituto Fernando Henrique, fundado por ele depois que deixou o governo.
A lista de convidados de FHC incluía representantes de empreiteiras enroladas na Lava Jato. Entre elas, por exemplo, a Odebrecht —hoje uma cliente do palestrante Lula e co-financiadora da reforma do sítio que o morubixaba petista frequenta em Atibaia.
A poucos dias do depoimento que Lula terá de prestar em 17 de fevereiro ao Ministério Público de São Paulo sobre o triplex do Guarujá, o PT difundirá a insinuação de que FHC adquiriu do banqueiro Edmundo Safdié, ex-proprietário do Banco Cidade, um apartamento que estaria acima de suas possibilidades. Fica na Rua Rio de Janeiro, a mais valorizada do bairro paulistano de Higienópolis.
Sem argumentos para salvar o mito Lula de tornar-se, aos olhos do eleitorado, mais um político reles, o partido tenta nivelá-lo ao rival FHC –por baixo. Isso irrita o tucanato. Mas não livra Lula da necessidade de explicar as reformas que empreiteiras fizeram no triplex que ele diz não possuir, no Guarujá, e no sítio que ele utiliza mesmo alegando não ser o dono, em Atibaia.

Com brecha em emenda, Câmara terá troca-troca partidário após o Carnaval

congresso_votoParalelamente à votação de propostas do ajuste fiscal e à retomada do rito do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, um tema tem concentrado a atenção dos deputados federais no início do ano legislativo: as negociações para o “mês do troca­troca” partidário, que terá início no próximo dia 18.
O Congresso Nacional marcou para essa data a promulgação de emenda à Constituição que abre uma janela de 30 dias para que qualquer detentor de mandato eletivo troque de legenda sem risco de ser cassado por infidelidade partidária.
Na Câmara dos Deputados as negociações se intensificaram no início deste mês e continuarão até março, quando se fecha a janela. Um dos principais objetivos de quem negocia sair de sua legenda é, segundo a Folha de São Paulo apurou, assumir o comando da nova sigla em seu Estado e, consequentemente, controlar uma maior fatia dos recursos públicos do Fundo Partidário.

Boxeador Popó é roubado no Carnaval da Bahia, mas persegue ladrão e recupera joia

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Um ladrão tentou assaltar o boxeador Acelino Popó Freitas, mas acabou se dando mal. O fato ocorreu na madrugada da última sexta-feira, no Circuito Barra Ondina, um dos pontos mais movimentados do Carnaval de Salvador. De acordo com o portal Itambé Agora, Popó caminhava no meio da multidão com a sua esposa, quando foi agredido por um assaltante, que roubou a sua corrente e correu em direção ao Rio Vermelho. O pugilista perseguiu o criminoso e conseguiu alcançá-lo próximo a um camarote. Ao ver a cena, a polícia baiana prendeu o assaltante em flagrante.
Segundo o GloboEsporte.com, Popó recorreu às redes sociais para desabafar sobre o caso. Ele lembrou que “campeão que é campeão tem sempre um último fôlego” e revelou que não precisou agredir o assaltante, já que a única coisa que ele queria era ter a sua corrente de volta. O boxeador divulgou uma foto do criminoso. – Achou que iria passar “barroto”, tentou assaltar a pessoa errada – postou o quatro vezes campeão mundial de boxe. Aos 40 anos, Popó segue em atividade na carreira, mesmo tendo ficado sem lutar entre 2007 e 2012. Sua última luta foi no dia 15 de agosto de 2015, em Santos, quando nocauteou o argentino Mateo Veron.

Tijuca canta a agricultura com colheitadeira de ala e ‘supermilhos’- Homenagem a Sorriso

Sem título
Última escola a desfilar no 1º dia do Grupo Especial, a escola do Morro do Borel celebrou a terra e o agronegócio, apostando mais uma vez em alegorias humanas ou vivas – com encenações e coreografias nos carros – para tentar brigar mais uma vez pelo título do carnaval do Rio de Janeiro.
Em 2015, a escola ficou na quarta colocação. A escola foi campeã em 1936, 2010, 2012 e 2014. O enredo “Semeando Sorriso, a Tijuca festeja o solo sagrado”, uma homenagem à cidade de Sorriso, no Mato Grosso, conhecida como capital da soja, abordou da criação do homem através do barro ao desenvolvimento da agricultura.e vida no campo.
Uma equipe da escola até passeou uma semana pela cidade de Sorriso, mas o patrocínio não veio. Em tempos de aridez financeira, a saída encontrada pelos carnavalescos Mauro Quintaes, Annik Salmon, Hélcio Paim e Marcus Paulo foi apostar na criatividade e no capricho das fantasias para falar da vida no campo.