10 de março de 2016

Crise provocada pelo PT obrigou o brasileiro a diminuir até compra de papel higiênico

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O brasileiro está economizando até no papel higiênico por causa da crise. Em 12 meses até fevereiro, o preço do papel higiênico subiu 13,20% no varejo, bem acima da inflação geral acumulada no período, de 10,36% segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Com esse avanço significativo de preço de um item tão básico, houve uma redução das compras do produto. Se, em 2014, consumidores das classes A e B compraram papel higiênico 12 vezes, no ano passado essa frequência caiu para 11 vezes, revela pesquisa da Kantar Worldpanel, que monitora semanalmente o consumo de 11 mil famílias no País. Movimento semelhante ocorreu com as famílias da classe C, que cortaram em 2015 uma vez o produto da lista de compras. Em 2014, essas famílias compraram papel higiênico 13 vezes e, em 2015, foram 12 vezes.

PMDB e PSDB vão caminhar juntos, dizem senadores

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Após reunião nesta quarta-feira (10) do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e outros senadores peemedebistas com a cúpula do PSDB, o líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE), informou que os dois partidos vão “caminhar juntos” em busca de “alternativas” para o país.
A reunião entre peemedebistas e tucanos ocorreu na casa do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), no mesmo dia em que Renan e outros senadores do PMDB tomaram café da manhã com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na saída da reunião, Eunício e o senador Tasso Jeireissati (PSDB-CE) informaram que foram debatidos “diversos cenários” para a crise política do governo Dilma Rousseff, entre os quais o impeachment da petista.

Delação: panela no fogo

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Muitas coisas devem se precipitar nos próximos dias na área das investigações. Falta homologar a delação premiada de Delcídio, há o depoimento de Lula marcado para o dia 14, e há algo ainda mais explosivo: Marcelo Odebrecht, principal executivo da maior empreiteira do Brasil, foi condenado pelo juiz Sérgio Moro a quase vinte anos de prisão. Mas Moro abriu-lhe uma possibilidade: embora já condenado, pode fazer delação premiada.
E, se alguém sabe das coisas – e não apenas com relação ao PT, mas também à oposição, e não apenas com relação a Brasília, mas também a Governos estaduais – é Marcelo Odebrecht. Mesmo que ganhe benefícios a partir do cumprimento de um sexto da pena, serão quase seis anos de regime fechado, o que pode ser insuportável para alguém habituado a bom padrão de vida.
Traduzindo: como resistir à delação premiada?

Delcídio lascou Dilma! Ela será investigada

As denúncias de Delcídio Amaral contra Dilma Rousseff devem resultar na abertura de um inquérito contra ela.
Segundo O Globo, a Procuradoria-Geral da República considera que os argumentos usados para poupá-la no ano passado não valem nesse caso, porque ela nomeou o ministro Ribeiro Dantas para o STJ durante o segundo mandato, com o único propósito de soltar da cadeia os presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez.
Dilma Rousseff perdeu Rodrigo Janot.

Alguém se habilita? Uma selfie com Lula e Dilma “jararacas” por favor!

Uma gráfica imprimiu de graça os panfletos que estão sendo distribuídos como convites à manifestação pelo impeachment de Dilma no próximo domingo. O Brasil vai parar de ponta a ponta. É insustentável.
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Réus na Zelotes se recusam a responder perguntas do MPF

Dos três réus da Operação Zelotes que irão depor hoje (10), dois se recusaram a responder às perguntas que seriam feitas pelo Ministério Público Federal e pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, titular da 10ª Vara da Justiça Federal no Distrito Federal. O único a prestar depoimento, mas apenas ao juiz, foi o ex-presidente da Mitsubishi do Brasil Paulo Arantes Ferraz.
Acusado de corrupção ativa, Paulo Arantes Ferraz confirmou a contratação da Marcondes e Mautoni Empreendimentos e Diplomacia Corporativa (M&M), empresa acusada de negociar e repassar propinas em troca da aprovação de medidas provisórias que beneficiaram empresas do setor automobilístico.

Líder descarta saída do PMDB da base e diz que lutará para ‘deixar tudo como está’

piccianiO líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Leonardo Picciani (RJ), afirmou há pouco que o PMDB seguirá “onde sempre esteve” e que ele é um dos integrantes da legenda que trabalhará para que isso aconteça.
Picciani, reconduzido à liderança na Casa em fevereiro passado com o apoio do governo, descarta a possibilidade de ser discutida, nos próximos dias, a saída da legenda da base aliada e afirmou que não sabe nem sequer se haverá condições para o assunto ser tratado na reunião da executiva nacional, programada para sábado (12), uma vez que, a seu ver, na ocasião serão realizadas eleições para escolha dos principais cargos do partido e não haverá espaço para isso.
A negativa de Picciani da saída do PMDB do governo mostra cada vez mais a divisão entre os peemedebistas, uma vez que ontem vários dos integrantes da legenda se encontraram com parlamentares do PSDB, num jantar na casa do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Ao fim do encontro, eles falaram em “parceria entre os dois partidos (PMDB e PSDB) para ajudar o país a sair da crise”.