25 de outubro de 2016

Cidade de MT divulga lista dos "10 principais cornos"

Um cartaz no mínimo polêmico vem causando um grande alvoroço no pequeno município de Santa Cruz Xingu de pouco mais de 2 mil habitantes, localizado a 994 km de Cuiabá, com o título “Os Top 10 Cornos de SCX” o cartaz feito à mão foi divulgado na entrada da cidade.

Com a agilidade das redes sociais, uma imagem do cartaz está sendo divulgada, no cartaz trás o nome de dez homens que supostamente seriam traídos por suas esposas. Até o momento ninguém teria procurado a polícia para registrar boletim de ocorrência.


Os nomes envolvem desde empresários á políticos da cidade.

Sapatona doida': Professor da Universidade Federal de Rondônia choca estudantes com ofensas em sala de aula

“Aquela vagabunda, entendeu? Defensora de aborto, de gênero. Vagabunda. Mande pra ela me processar, que eu provo que ela é.”
Foram essas as palavras escolhidas pelo professor Samuel Milet, do curso de Direito da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), na última quinta-feira (20), para se referir à Sinara Gumieri, advogada e mestra em Direito pela Universidade de Brasília (UnB) e pesquisadora da Anis – Instituto de Bioética.
A advogada foi convidada a participar do evento "Por que é preciso falar de gênero no Direito?”, ocorrido em 13 de outubro e organizado pelo centro acadêmico do curso. O objetivo da palestra era discutir como o gênero se relaciona com a pesquisa e prática jurídicas.
Samuel Milet não permaneceu na palestra, pois ele dá "as costas" a quem "aplaude" a discussão do aborto.
Porém, o tema da exposição de Sinara foi retomado na aula de Direito das Sucessões por ele ministrada. Questionado por uma de suas alunas, Milet não economizou no tom machista.
A estudante, que preferiu não ser identificada, gravou um áudio de 15 minutos da conversa em sala de aula a pedido do próprio professor.
Milet demonstrou se sentir incomodado pela exposição da palestrante. Ele chegou a usar as palavras "bostinha" e "cocô" para se referir à advogada.
Além do aborto, a Lei Maria da Penha e a violência contra a minoriaLGBTtambém estiveram em pauta.
Para Milet, os gays e trasgêneros são "humanos" e "têm direitos", mas a discussão sobre gênero é uma "invenção do PT que afastas as pessoas".
Professor: Sinara Gumieri, já pode, já? Sinara Gumieri, aquela vagabunda, entendeu? Defensora de aborto, de gênero. Vagabunda. Mande pra ela me processar, que eu provo que ela é. O pior sabe o que é? Não é a pessoa que fale, o pior crime é a omissão. O teu corpo é teu?
Aluna: É.
P: Mas a vida não é. Então aquilo que tá dentro de você não é seu, porque é vida. Pode falar.
A: O senhor assistiu quantos minutos de palestra?
P: Quando fala em aborto eu não assisto nem meio.
[...]
P: Tá, então o que é que você quer que eu diga do aborto. O que é que você julga que é bom do aborto?
A: Eu não quero discutir isso com o senhor, porque eu acho que a gente não tá nessa discussão.
P: Mas é exatamente. Aquela mulher, aquela bostinha, cocô; ela foi lá não foi pra dar uma palestra. Ela não foi pra um debate, porque ela falou sozinha. Aí quando tocou no assunto do aborto eu tive que me manifestar, dei as costas, soltei um peido e fui embora.
[...]
P: Então deixa eu falar. Os transexuais, seja homem ou mulher, GLBT, SBT, Record, o que for, eles são humanos. Humanos, tá? E como humanos eles têm direitos. Agora a questão de gênero que estão querendo incutir em nós é o seguinte: você nasce com uma rola, mas é você quem vai decidir se é homem ou se é mulher, tá? Agora tudo bem, decida. Só que a Lei Maria da Penha foi feita para as mulheres no âmbito doméstico. Os homossexuais, os trans, têm direito? Têm. Eu já falei aqui, mas então vamos fazer uma lei pra eles. Que eles têm direitos, eu acho que têm. Eles não podem ser vítimas da sociedade. Agora usar a mesma lei que eu defendi para você, mulher, e dizer que serve pra ele? Não! [...] Esse negócio de gênero é PT, meu bem. É PT quem inventou isso. O PT afasta as pessoas. Antes o Brasil era formado de pessoas, hoje o Brasil é formado de classes. Você viu os gays que estão aí querendo cotas, você tem as mulheres que estão querendo…. Olha, tu como mulher, tu, tu, tu e tu não fizeram nada para ter os direitos que vocês têm.
A: Eu faço, inclusive peço para calarem a boca quando pessoas têm esse tipo de discurso e falam isso na minha frente.
P: Pois eu provo. Só que você pode pedir pra eu calar, eu não vou calar.
A: De todo o direito seu.
P: Quer que eu prove? Quer que eu prove? Vocês sabem quando foi que as mulheres entraram no mercado de trabalho? Foi porque elas lutaram pra isso? Não! Foi porque os homens foram pra guerra e faltaram pessoas pra movimentar as indústrias. 53% da população é formada por mulheres, e quantas deputadas Rondônia tem? Uma federal. E quantas estadual? Duas, mas agora é uma só porque a outra virou prefeita.
A: Professor, e é justamente por isso que a gente precisa falar de gênero.
[...]
A: Mas eu não posso me manter omissa quando o senhor chega dentro de uma sala de aula e fala que não é direito um evento acadêmico em que, se o senhor tivesse comparecido nos demais dias, o senhor poderia ter verificado. Foram mestres e doutores em criminologia, doutores em filosofia, foram juízes. Ela é mestre em direito, a Sinara Gumieri. Ela é mestre em direito da UnB.
P: Não. Ela é uma sapatona muito doida.
A: E se ela quiser ser o problema é dela. A vida é dela.
P: E que veio com uma ideologia petista. Porque eu odeio o PT, veio com uma ideologia petista e vocês bateram palmas de pé.
A: Professor, o senhor pode achar o que o senhor quiser, mas a questão é que o senhor não pode ferir a dignidade de alguém xingando ela pra outras pessoas.
P: Então me processe.
A ofensa de Milet à advogada repercutiu nas redes sociais. O Centro Acadêmico de Direito 5 de Outubro publicou uma nota em que explica que o posicionamento de Milet "passou dos limites".
"Consideramos que esta atitude extrapolou os limites da boa convivência e relação professor-aluno e que agressões direcionadas a grupos específicos, como LGBTs, mulheres ou posições políticas, não devem fazer parte de um cotidiano democrático, muito menos em uma universidade. Reforçamos que o ocorrido parece apenas reafirmar a importância do discutido na palestra (que infelizmente o dito professor não acompanhou até o fim) de se discutir, no direito e em qualquer área, todo e qualquer tipo de assunto, inclusive gênero."
Em um vídeo manifesto, a professora da UNB Debora Diniz exige que Milet peça desculpas públicas a Sinara Gumieri.
Ela afirma que a advogada compareceu ao evento representando-a e argumenta: "Sinara falava de temas que eram moralmente intensos ao senhor. Mas isso não importa. Nós dois somos professores. Somos treinados para lidar com a controvérsia. Devemos ser capazes de acolher e acima de tudo de jamais discriminar."
Em sua página do Facebook, o professor publicou um vídeo em que explica que a palavra "vagabunda" foi usada por ele para se referir a uma pessoa "desocupada".
Ainda, Milet afirma ser um defensor da "família", "da vida" e da "moral".
"Estou sendo o centro de achocalhamento. Estou sendo acusado de machismo, homofóbico, simplesmente porque defendo a família, a vida e a moral. Em defesa desses valores, fui atacado por uma acadêmica em sala de aula, uma acadêmica ligada ao Centro Acadêmico, um grupinho de esquerdopatas. [...] Foi uma expressão mal compreendida quando eu faço uso da palavra vagabunda. Vagabundo para nós é a pessoa desocupada. Nunca tive e nem tenho a intenção de atingir a honra de ninguém."
Samuel Milet argumenta que a gravação foi feita mediante o pedido dele, mas diz que o áudio disponibilizado está fora do contexto, pois não apresenta nem o início e nem o final.
"Os esquerdopatas tem feito uso errôneo desta gravação de modo a atingir a minha dignidade. Recebo milhares de pessoas que apoiam a minha luta pela vida e pela família. Ninguém calará essa boca."
A advogada de Sinara Gumieri, Gabriela Rondon, afirmou ao HuffPost Brasil que serão tomadas as medidas cabíveis contra o professor.
De acordo com ela, a violência sofrida pela mulher é grave e o caso vai além das ofensas individuais à palestrante.
"O que ela sofreu foi uma violência grave e por isso vamos entrar com um processo em nome dela contra o professor. Para além da motivação individual da Sinara, o caso é muito maior. A gente quer provocar uma discussão do que aconteceu naquela sala de aula. Foi um discurso atentatório ao bom debate em uma sala de aula, uma liberade de expressão, e totalmente contra a ideia de uma universidade sem ódio. Vamos trabalhar em duas frentes e reagir com as medidas cabíveis."
Procurada pelo HuffPost Brasil, a UNIR não quis comentar e publicou uma nota oficial de esclarecimento
nota de esclarecimento
Em decorrência do caso foi criada uma petição online pelo grupo Isso Não É Direito.
O abaixo assinado quer que a Universidade responsabilize o professor por sua postura.
Na descrição do documento está o repúdio ao discurso violento e abusivo do docente; a postura discriminatória, especialmente o uso de palavras ofensivas como “vagabunda" e "sapatão doida” para se referir à Sinara Gumieri e a solidariedade com a turma e todos os estudantes envolvidos no episódio, especialmente com a estudante diretamente interpelada pelo docente.

Indígenas do noroeste mato-grossense querem “trancar” MT 170 e BR 174 nesta semana

A mobilização de índios na cidade de Juína, Mato Grosso, é em protesto à portaria 1907, que teria retirado à autonomia da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), ficando as aldeias diretamente submetidas às decisões centralizadas do Ministério da Saúde.

Índios da etnia Cinta Larga, Rikbaktsa, Arara e outras, caso não tenham apoio do poder executivo e legislativo, deverão fechar a MT – 170 e BR – 174, em Juína.

A informação foi passada por Fernando Rikbaktsa, um dos lideres do movimento. Ele ainda confirmou que a etnia Enawene Nawe não virá ao protesto em Juína.

Segundo Fernando, mais lideranças deverão chegar ao município na manhã desta quarta-feira, dia 26, para concentração. A mobilização inicialmente será na CASAI.

Depois eles pretendem procurar os vereadores e prefeito em busca de apoio para irem a Brasília e lá reivindicarem, porém se não tiverem respaldo, fecharão a MT e BR.


Os indígenas querem que o governo [federal] revogue a portaria que  segundo eles prejudicará e muito seus direitos. Fonte Juína News

Emanuel e Wilson não teriam meu voto

Caso morasse em Cuiabá, votaria nulo no próximo domingo. 

Nem Emanuel e muito menos Wilson Santos. 

São dois candidatos que não acrescentam absolutamente nada de positivo para o crescimento econômico e social que nossa capital precisa. 

Sem contar que o primeiro representa um desgastado passado. 

E o segundo está acompanhado de um punhado de desacreditados. 

Não engulo esses dois nem com a gota. 

Ezequiel "enrolado" com a Máfia das Gráficas

O Supremo Tribunal Federal (STF), abriu investigação em 25 de agosto para apurar uma denúncia contra o deputado federal e presidente regional do PP, Ezequiel Fonseca.

O parlamentar é acusado de ter recebido um cheque graúdo da chamada "Máfia das Gráficas", dinheiro desviado da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

A coisa tá feia em Deputado?

Aeroporto Internacional Marechal Rondon é ruim sem limites

O Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, é ruim sem medidas. Sua fama já chegou aos píncaros da glória. Enquanto isso, quem deveria resolver o assunto em respeito aos cidadãos usuários, parecem estar no sono profundo da falta de vergonha na cara. 

Cacique Bezerra está incomodado com apelido

Presidente do PMDB de Mato Grosso desde que o vento fez a curva, o deputado federal Carlos Bezerra não quer mais ser apelidado de "Cacique". 

É fácil. Basta largar o osso.

Pouco mais de 4 mil processos da Justiça Eleitoral são criminais


O relatório “Justiça em Números 2016” mostrou que, no último ano, a Justiça Eleitoral em todo o país registrou um número baixo de processos criminais. Entre 2015 e 2016 foram 4.707 processos criminais já decididos. Outros 2.204 foram casos novos que chegaram nos últimos 12 meses. Esse relatório é feito anualmente com os dados de todo o Poder Judiciário e é divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O lançamento do Justiça em Números ocorreu na sede do TSE na segunda-feira, 18 de outubro.
De acordo com o levantamento, os processos de natureza não criminal, mas ligados diretamente ao Direito Eleitoral e às eleições, representa a maior parte dos processos. São 58.036 casos pendentes na fase de conhecimento no primeiro grau, ou seja, pendente de análise pelo juiz eleitoral, e outros 11.187 que tramitam no segundo grau (Tribunais Regionais Eleitorais).
Ao todo, incluindo processos criminais e não criminais, a Justiça Eleitoral em todo o país registrou 90.370 processos novos no último ano em todo o país. Desse total, 66.714 ainda estão pendentes de uma decisão final.

PF afirma que Lula é ‘amigo’ em planilha e recebeu R$8 milhões da Odebrecht

lula braços
A Polícia Federal suspeita que o codinome ‘amigo’ encontrado em planilhas de propinas da Odebrecht, é o ex-presidente Lula. O fato foi revelado em relatório do delegado Felipe Hille Pace que indiciou o ex-ministro Antonio Palocci por corrupção passiva nesta segunda-feira, 24.
Em um documento do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, ‘Amigo’ é destinatário de R$ 23 milhões. Esse era o setor responsável pelo pagamento de propina a políticos, agentes públicos, ex-dirigentes da Petrobras, segundo a Lava Jato.
Pace afirma que “que existe respaldo de provas e coerência investigativa” em considerar que o “Amigo” das planilhas seja o ex-presidente, mas ressalta que as investigações de crimes supostamente praticados por Lula são conduzidas por outro delegado da PF, Márcio Adriano Anselmo. Segundo ele, Anselmo já tem conhecimento dos “elementos probatórios”.
“Luiz Inácio Lula da Silva era conhecido pelas alcunhas de “Amigo de meu pai” e “Amigo de EO”, quando usada por Marcelo Bahia Odebrecht e, também, por “Amigo de seu pai” e “Amigo de EO”, quando utilizada por interlocutores em conversas com Marcelo Bahia Odebrecht”, diz o relatório subscrito pelo delegado federal Filipe Hille Pace. A sigla EO seria referência a Emíilo Odebrecht, patriarca do Grupo Odebrecht.
Ainda segundo a PF, o codinome “Amigo” aparece como beneficiário de R$ 8 milhões debitados do saldo do que a chamou de “conta-corrente da propina” da empreiteira com o PT, a planilha italiano. O codinome aparece ainda na planilha da conta Paulistinha, que listava remessas em dinheiro feitas pela empreiteira em São Paulo, com a “saída” de R$ 300 mil em 30 de outubro de 2014.
O ‘italiano’, segundo a PF, é uma referência a Antonio Palocci. Segundo a Lava Jato, entre 2008 e o final de 2013, foram pagos pela Odebrecht mais de R$ 128 milhões ao PT e seus agentes, incluindo o ex-ministro.
O advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, afirmou, por meio de nota, que “a Lava Jato não apresentou qualquer prova que possa dar sustentação às acusações formuladas contra o ex-presidente Lula. São, por isso, sem exceção, acusações frívolas, típicas do lawfare. Na falta de provas, usa-se da ‘convicção’ e de ‘achismos’”.
Diário do Poder

Mulheres separam melhor amor de sexo, segundo pesquisa

Depois de oito anos de descobrir os hábitos sexuais dos brasileiros, a pesquisa Mosaico, realizada pelo ProSex (Programa de Estudos em Sexualidade, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas), foi refeita neste ano. De acordo com dados já divulgados, as mulheres hoje separam melhor amor e sexo (subiu de 43% para 57% o número de mulheres que fazem sexo por atração). Já o índice das que se iniciaram sexualmente com namorados caiu: o que significa que as relações eventuais são capazes de dar conta de uma entrega dessa natureza.
Chamada agora de Mosaico 2.0, ouviu 3 mil pessoas de 18 a 70 anos em sete regiões metropolitanas do Brasil. Embora a metodologia não seja igual e, portanto, as duas pesquisas não possam ser comparadas diretamente, algumas mudanças no comportamento sexual do brasileiro foram observadas.

Advogado salva casamento com bilhete e vira sensação na web

20160225141430cZzuw9pVLR-1-368x500 (1)
O advogado Rafael Gonçalves perdeu uma cliente, mas ganhou a felicidade de unir um casal em crise. Desde ontem (24), o jurista de São Sebastião do Paraíso (MG) virou uma espécie de ‘conselheiro amoroso’ após contar a história em seu perfil no Facebook.
Em entrevista ao portal da RedeTV!, o advogado, que exerce a profissão há dois anos, explicou que foi procurado por uma mulher que queria dar entrada no divórcio. Ele afirma ter estranhado o fato de ter sido procurado por ela, pois é comum que mulheres recorram a advogadas nesse tipo de situação.
Enquanto conversavam, ele notou que o divórcio talvez não fosse a melhor solução para aquele casamento. “Vi que ainda havia um carinho”, explica. “Ela contou que ele tinha deixado de ser a pessoa que era antes do casamento, que não a surpreendia mais e que havia mudado, mas que ainda gostava dele”.