2 de novembro de 2016

Atacar a PEC 241 é um ato típico de Mussolini

Atacar a PEC 241 é um ato típico de Mussolini. Ou: a era do extremo-fascismo petista.
Nada como um dia após o outro, não é mesmo? A extrema-esquerda brasileira se acostumou tanto a gritar “fascismo, fascismo” para atacar seus discordantes que talvez tenha se esquecido de como é fácil demonstrar que não há como ser mais fascista do que eles.
Uma prova disso é o ódio que estão manifestando contra a PEC 241 – ou PEC antipedalada -, que busca estabelecer um teto para os gastos e finalmente deixar de brincar com as contas públicas, passando a respeitar os pagadores de impostos.
O lema maior do fascismo dizia: “Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”.
Ora, rejeitar um teto de gastos é pedir a escravização absoluta dos pagadores de impostos diante do Estado. É querer dar um cartão de crédito sem limites para aqueles que criaram déficits monstruosos. É optar por destruir a vida do povo sofrido, enquanto os líderes no poder morrem de rir ao gastarem as verbas públicas sem qualquer responsabilidade .
Fazer essa escolha cruel que a extrema-esquerda oficialmente tem feito há meses é pedir total submissão a um Estado totalitário. Nada representa tão bem a expressão “Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”. Ou seja, dane-se o povo. O que importa são os mamadores de tetas estatais.
Não há mais como negar: a extrema-esquerda é fascista até a medula.
Isso aqui já não é nem mais o fascismo tradicional. É o extremo-fascismo.

Para 57% dos brasileiros, ‘bandido bom é bandido morto’, diz Datafolha

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A maioria dos brasileiros (57%) defende a afirmação “bandido bom é bandido morto”. O índice de concordância sobe para 62% em municípios com menos de 50 mil habitantes, segundo levantamento feito pelo Datafolha a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).
Os dados fazem parte do 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que será divulgado no dia 3 de novembro. No comparativo com 2015, quando a mesma pesquisa foi feita, a aceitação da frase aumentou. No ano passado, 50% da população se dizia a favor da morte de criminosos.
A diferença aumenta ou cai um pouco quando separada por sexo. Este ano, entre os homens, 60% concordam e 32% discordam. Já entre as mulheres, 55% concordam e 36% discordam. Separado por idade, quanto mais velho, mais a expressão é aprovada. Na faixa de 16 a 24 anos, 54% concordam. Já para os que têm 60 anos ou mais, 61% estão de acordo.

Dia de Finados: a morte não é o fim, mas momento de recomeço

Prefeito eleito em outubro morre em acidente de carro

O prefeito eleito de Foz do Jordão, no sul do Paraná, Anselmo Albino Amâncio (PSD), 56, morreu em um acidente de carro na rodovia BR­373, na tarde de terça-feira (1º), na cidade de Candói, na região central do Estado.
Por volta das 17h30, Amâncio dirigia seu carro quando perdeu o controle da direção no km 428 na rodovia, no sentido Candói. O veículo invadiu a pista contrária e foi atingido por um caminhão, que não conseguiu frear a tempo de evitar o acidente.
Com o impacto, o carro de Amâncio bateu contra um barranco. Motoristas que passavam pelo local conseguiram retirar o político antes que o carro pegasse fogo.
Os bombeiros foram chamados para socorrer Amâncio, mas quando chegaram ele já estava morto. O corpo dele foi levado ao IML de Guarapuava. Amâncio foi eleito com 1.734 votos nas eleições deste ano, o equivalente a 49,22% dos votos válidos.

Por que sou favorável a aprovação da PEC 241


A festejada e ao mesmo tempo guerreada “PEC 241”, que fixa e estabelece um teto para o aumento dos gastos públicos tem sido muito debatida e criticada no país. Será que essa crítica realmente procede? Veremos que não! Primeiramente, é necessário esclarecer que a PEC é um “projeto de emenda constitucional”, que visa alterar a Constituição Federal em determinado ponto, acrescendo ou suprimindo normas constitucionais. Sua aprovação depende de dupla votação em cada casa do Congresso Nacional (Câmara e Senado).

A PEC 241 tem por finalidade instituir um teto para contenção dos gastos públicos, visando precipuamente o reequilíbrio das contas da União, Estados e Municípios. Assim, conclui-se que, atualmente, essas contas estão em desajuste, ou seja, o Estado possui mais despesas do que arrecada com as receitas de impostos e isso conduz, naturalmente, à quebra do próprio Estado como ocorre hoje, por exemplo, no Rio de Janeiro.

Logo, pode-se inferir que se nada for feito essa incapacidade da União e dos demais entes da federação em cumprir com as obrigações de pagamento das contas públicas os tornará insolventes e os conduzirá à quebra. Importante esclarecer que quando se chega nessa fase (onde as despesas superam as receitas) normalmente o Governo aumenta ou institui novos impostos, ou, ainda, aumenta a dívida.

Parabéns ao juiz Alex Costa de Oliveira

Meus parabéns ao juiz Alex Costa de Oliveira da Justiça do Distrito Federal (DF) por ter autorizada a Polícia a Militar, no último domingo (30) a utilizar técnicas como privação de sono e restrição de alimentos, energia e gás de cozinha para desocupar o Centro de Ensino Médio Ave Branca (Cemab), em Taguatinga Sul. 

Outros magistrados deveriam aplicar esse mesmo exemplo, tendo em vista que com essa cambada de moleques petistas não há espaço para negociação civilizada.

Os defensores da baderna criticam o Judiciário alegando que lá se encontravam menores de idade. E daí? Somos obrigados a ficar bajulando e apoiando uma turma de baderneiros pelo fato de ser “de menor”?

Fez bem o juiz Alex Costa.

Segundo o Tribunal de Justiça, a decisão foi tomada em caráter de urgência, para corrigir uma suposta omissão da Secretaria de Educação. No fim de outubro, o Ministério Público do DF e a Vara da Infância e Juventude (VIJ) pediram que a pasta promovesse a desocupação das escolas, mas a demanda não foi atendida.

Graças a essa bem pensada e aplaudida ação do Judiciário, a unidade escolar foi desocupada nesta terça-feira (01).

Deveria ser sempre assim. 

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