5 de novembro de 2016

Bater: Num adulto é agressão, num animal é crueldade, numa criança… é educação?

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“Aos pais se pede tanto, e se lhes dá tão pouco.” Se estas palavras da psicoterapeuta familiar Virginia Satir eram verdadeiras na década de 80, continuam tão ou mais válidas nos dias de hoje. Aos pais pede-se­ corpo e alma na educação dos filhos, mesmo quando o corpo se desdobra e dá de si e a alma, essa essência de estar vivo, é estar vivo para os filhos e pouco mais. 

Do lado dos filhos, um dos grandes desafios é o aprender formas saudáveis de socializar, de estar em relação com os outros, na existência de regras e limites e, em simultâneo, afeto. Uma coisa é certa: existem tantas formas de se ser mãe ou pai, quanto de se ser filho ou filha. 

Não existe apenas uma correta, mas existem formas de relação positivas entre pais e filhos que promovem um crescimento individual e relacional, outras não tão positivas e que acabam por trazer mais preocupações, mais dificuldades na gestão dos comportamentos e do reconhecimento da autoridade dos pais. 

Karl Marx, um vagabundo sustentado por um burguês'


Marx era cientista onde? Era cátedra de que Universidade ou Instituto? Ficava horas lendo e inebriando em obras de pensadores que foram mais prolíficos que ele na publicação de obras, mas, ainda assim, trabalhavam e lecionavam.

É uma tragicomédia querer justificar a vagabundagem de alguém com delírios sem sentido.

Marx largava a família em casa, passando fome (claro, depois de detonar toda a herança do pai e da esposa) para ficar lendo livros, o que supostamente o credenciaria por cientista. Horas e mais horas lendo livros e não conseguiu produzir uma única patente, apenas plagiador de obras alheias, seus escritos são uma colcha de retalhos montadas às custas das deturpações de elucubrações alheias.

Segue para análise um texto de autoria anônima que correu pelos e-mails em 2008: