8 de dezembro de 2016

R$ 7 milhões num cabaço?

Aleexandra Khefren é uma jovem de 18 anos que vive na Romênia e decidiu fazer algo polêmico com o próprio corpo: por à venda a sua virgindade.
Aleexandra anunciou sua virgindade em uma agência de acompanhantes e garotas de programa, que organizou o leilão e deve ficar com 20% dos lucros. Ela tinha colocado um preço inicial de 850 mil libras para a sua primeira vez, o equivalente a R$ 3,6 milhões, de acordo com informações do jornal britânico “Metro”.
Por ser algo inusitado, o leilão gerou grandes controvérsias, inclusive com a família da jovem. Toni e Elena, os pais de Aleexandra, ameaçaram deserdá-la e assim o caso ficou público e ganhou visibilidade. Com isso, surgiram muitos homens dispostos a desembolsar muito dinheiro pela primeira relação sexual da jovem. Ela recebeu diversos lances mais altos do que o inicial, e o maior é de um homem de negócios que ofereceu 1,7 milhão de libras, ou mais de R$ 7 milhões.

Comissão aprova relatório que propõe o fim dos supersalários

A Comissão Especial do Extrateto aprovou, nesta quarta-feira (7), relatório da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) com proposta para dar fim aos chamados supersalários. Com apoio dos três Poderes, o texto propôs uma série de medidas para dar efetividade ao limite de remuneração imposto pela Constituição aos agentes públicos da União, estados, Distrito Federal e municípios.
Outro objetivo da Comissão é acabar com o chamado efeito cascata.  Entre as medidas, o relatório propõe à Mesa do Senado que considere a proposição de ações diretas de inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e contra leis federais e estaduais que vinculam automaticamente a remuneração dos magistrados.

Renan é Renan mesmo sendo réu no STF

Quebrou a cara quem estava rezando para ver Renan Calheiros fora da presidência do Senado federal. Renan é Renan, mesmo com todas as suas falhas graves e até mesmo na condição de réu no STF.

Não obedecer a uma liminar de apenas um dos 11 ministros do STF foi a coisa mais acertada que ele poderia ter feito. Está ai a prova.

A vontade de Marco Aurélio Mello não representava a vontade dos demais ministros. Como vimos, a maioria entendeu que Renan deveria ser mantido na presidência do Senado.

Pronto acabou a discórdia. Agora é bola pra frente. Ou melhor: levar o plenário do senado a votar de imediato as necessárias reformas.